Pr. Luiz Carlos

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Sede Estadual – MA pr.luizcarlos@pazevida.org.br

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE pr.delson@pazevida.org.br

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   pr.reginobarros@pazevida.org.br

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   pr.neilton@pazevida.org.br  

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO pr.dionatanfreitas@pazevida.org.br

Pr. Reinaldo Rosário

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Sede Estadual – CE pr.reinaldorosario@pazevida.org.br

Pr. Alex Oliveira

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Sede Estadual – PA pr.alexoliveira@pazevida.org.br

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN pr.crescio@pazevida.org.br

Pr. Wesley Santos

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Sede Estadual – PR pr.weslleysantos@pazevida.org.br

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal pr.fabiohenrique@pazevida.org.br

Pr. Joaquim Neto

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Sede Estadual – MG pr.joaquimneto@pazevida.org.br

Pr. Luciano Alves

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Pr. Sandro Pinheiro

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Sede Distrital – DF   pr.sandropinheiro@pazevida.org.br

Pr. Carlos Pinheiro

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Sede Estadual – AL pr.carlospinheiro@pazevida.org.br

Pr. Márcio Silva

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Sede Estadual - PI pr.marciodasilva@pazevida.org.br

Pr. Raphael Batista

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Sede Estadual – RS pr.raphaelbatista@pazevida.org.br

Pr. Emerson Stevanelli

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Sede Estadual – PB pr.emerson@pazevida.org.br pr.emerson@pazevida.org.br

Pr. Gilvan Gomes

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Sede Estadual - SE pr.gilvamgomes@pazevida.org.br

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ pr.danyelpagliarin@pazevida.org.br

Governo altera critérios para doação de sangue e transplante

Devido ao recente surto de febre amarela, Anvisa e Ministério da Saúde substituem normas clínicas para triagem de candidatos e seleção de doadores.

Em razão dos recentes casos de febre amarela silvestre registrados, na quinta-feira, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Saúde (MS) emitiram notas técnicas sobre o risco de transmissão por meio de doação de sangue e órgãoscom o objetivo de prevenir novos casos da doença.

Segundo os novos critérios, pessoas vacinados  devem aguardar, no mínimo, quatro semanas para doar sangue a contar da data de vacinação. Já quem contraiu a doença, não poderá fazer nenhuma doação por seis meses após a recuperação completa. A medida foi tomada considerando a existência de relatos que observaram a transmissão da doença por transfusão a partir de pessoas vacinadas.

Transplantes

Para possíveis doadores de órgãos, as restrições são diferentes. Durante a entrevista de história clínica dos candidatos, será preciso informar a possível presença de indicativos e sintomas de febre amarela. Candidatos à doação de órgãos que foram infectados serão considerados inaptos por um período de trinta dias após a recuperação, enquanto possíveis doadores de tecidos ficarão excluídos por seis meses. Potenciais doadores, tanto de órgãos quanto de tecidos, que foram vacinados recentemente precisarão esperar quatro semanas para realizar o procedimento.

Para pacientes em busca detransplantes, a vacina é recomendada, mas precisarão ficar até quatro meses afastados da lista de espera.

Municípios com casos de febre amarela

Medidas mais rigorosas são impostas a moradores e pessoas, vacinadas ou não, que tenham viajado para áreas rurais, silvestres ou de mata dos municípios com casos suspeitos ou confirmados. Moradores que não comprovarem a vacina não poderão doar sangue. Já os viajantes ficarão inaptos por trinta dias após o retorno da área de risco. A lista de municípios com casos suspeitos ou confirmados encontra-se na página da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.

Fonte: VEJA


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