Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PR pr.delson@pazevida.org.br

Pr. Joaquim Neto

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Sede Internacional – SP   pr.joaquimneto@pazevida.org.br  

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – PE pr.luciano@pazevida.org.br

Pr. Jean Vilela

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Sede Estadual - RN pr.jeanvilela@pazevida.org.br

Pr. Regino Barros

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Pr. Luiz Carlos

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Sede Estadual – MA pr.luizcarlos@pazevida.org.br

Pr. Alex Oliveira

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Sede Estadual – PA pr.alexoliveira@pazevida.org.br

Pr. Ubyratan Araújo

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Sede Estadual – BA pr.ubyratan@pazevida.org.br

Pr. Elianderson Castro

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Pra. Marta Aguiar

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Pr. Danyel Pagliarin

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Pr. Fábio Henrique

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Pr. Gilson Marques

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Pr. Rodrigo Rosa

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Pr. Crescio Rezende

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Sede Estadual – CE pr.crescio@pazevida.org.br

Pr. Neilton Rocha

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Sede Estadual – RJ pr.neilton@pazevida.org.br

Pr. Gilvan Gomes

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Sede Estadual - SE pr.gilvamgomes@pazevida.org.br

Conheça os sinais ignorados antes de um infarto

Uma em cada seis pessoas que morreram de ataque cardíaco teve sintomas ignorados pelos médicos, de acordo com novo estudo.

Você conhece os sinais que antecedem um infarto? Um estudo médico realizado pelo Imperial College de Londres, na Inglaterra, descobriu que, entre 2006 e 2010, 16% das pessoas que morreram devido a ataques cardíacos haviam sido internadas nos 28 dias anteriores. De acordo com informações da BBC Brasil, a pesquisa, publicada recentemente na revista científica The Lancet, mostrou que sintomas como desmaio, falta de ar e dor no peito foram observadas até um mês antes da morte em alguns dos casos analisados. 

Os pesquisadores analisaram registros hospitalares de 135.950 pessoas com mortes por infarto no Reino Unido durante quatro anos. Desses pacientes, 21.677 não tiveram seus sintomas cardíacos identificados durante a internação. “Médicos são muito bons em tratar ataques cardíacos quando eles são a principal causa, mas não tratamos muito bem ataques secundários ou sinais sutis que podem apontar para um infarto que termine em morte num futuro próximo”, explica Perviz Asaria, médico e principal autor do estudo.

Isso chama atenção para um possível descuido dos médicos, de acordo com Jeremy Pearson, diretor médico do Instituto Britânico do Coração. “Essa falha na detecção de sinais de alerta é preocupante. E esses resultados devem levar os médicos a serem mais vigilantes, reduzindo a chance dos sintomas se perderem e, em última análise, a salvar mais vidas.”

Sintomas do infarto

Nem sempre a dor no peito é o sintoma mais percebido em casos de ataque cardíaco, principalmente entre mulheres, idosos e diabéticos. Podem ser percebidas dores em outras partes do corpo, como o braço – na maioria das vezes, o esquerdo – mandíbula, pescoço, costas e abdômen. Outros sintomas comuns do infarto são:

- Transpiração

- Falta de ar

- Tosse ou chiado

- Sensação de tontura

- Ansiedade

Casos de negligência

Alguns casos têm seus diagnósticos confundidos. A britânica Alison Fillingham, enfermeira de 49 anos, estava trabalhando quando sentiu uma dor profunda no pescoço e na clavícula. Na ambulância, ela foi diagnosticada com um ataque de pânico, mas após exames de sangues feitos no hospital, descobriram que, na verdade, Alison havia sofrido um ataque cardíaco.

“Eu fui enfermeira por 24 anos, mas eu não achava que era algo relacionado com meu coração. Meus sintomas não eram típicos. Você espera sentir uma dor no peito, mas não foi nada daquilo”, conta ela, que relatou falta de urgência durante os socorros.“Se meu ataque cardíaco não tivesse sido diagnosticado no hospital, minha artéria teria bloqueado completamente e eu não estaria aqui agora.”

Fonte: VEJA


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