Pr. Regino Barros

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Sede Estadual – PB pr.reginobarros@pazevida.org.br

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal pr.fabiohenrique@pazevida.org.br

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – PE pr.luciano@pazevida.org.br

Pra. Marta Aguiar

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Sede Estadual – SC pra.martaaguiar@pazevida.org.br

Pr. Ubyratan Araújo

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Sede Estadual – BA pr.ubyratan@pazevida.org.br

Pr. Rodrigo Rosa

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Sede Estadual - GO pr.rodrigorosa@pazevida.org.br

Pr. Márcio Silva

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Sede Estadual - PI pr.marciodasilva@pazevida.org.br

Pr. Alex Oliveira

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Sede Estadual – PA pr.alexoliveira@pazevida.org.br

Pr. Danyel Pagliarin

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Pr. Gilson Marques

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Sede Estadual – RS pr.gilsonmarques@pazevida.org.br

Pr. Elianderson Castro

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Pr. Joaquim Neto

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Pr. Sandro Pinheiro

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Sede Distrital – DF   pr.sandropinheiro@pazevida.org.br

Pr. Carlos Pinheiro

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Sede Estadual – AL pr.carlospinheiro@pazevida.org.br

Pr. Delson Campos

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Sede Estadual – PR pr.delson@pazevida.org.br

Três mulheres ficam cegas após tratamento com células-tronco

Terapia não-comprovada para tratar doença ocular acabou cegando idosas na Flórida.

Três mulheres, com idade entre 72 e 88 anos, ficaram cegas após um tratamento com células-tronco para combater a degeneração macular, uma doença ocular progressiva. O caso, que aconteceu nos Estados Unidos, foi apontado em artigo publicado no periódico científico New England Journal of Medicine nesta quarta-feira. Ele alerta para os riscos de terapias com eficácia não comprovada, cada vez mais comuns em clínicas particulares.

O tratamento foi feito em 2015 por uma clínica particular na Flórida, não identificada na publicação. O procedimento envolveu a extração de células de gordura do abdome que, depois de processadas com enzimas, possibilitaram a obtenção de células-tronco. Esse material teria sido misturado a um plasma rico em plaquetas e injetado nos olhos das mulheres.

As pacientes pensaram que estavam se inscrevendo em um estudo clínico legítimo, já que constava do site do governo americano ClinicalTrials.gov, sob o título: “Estudo para avaliar a segurança e os efeitos das células por injeção intravítrea na degeneração macular seca”. No entanto, sofreram complicações, incluindo o desprendimento de retina e hemorragia, que causaram perda total da visão.

Os autores afirmam que não havia nenhuma evidência para sugerir que o procedimento ajudaria a restaurar a visão, visto que há poucos estudos sobre a transformação de células-tronco derivadas de tecido adiposo em células da retina envolvidas na degeneração macular.

“Há muita esperança para as células-tronco, e esse tipo de clínicas atraem pacientes desesperados que acreditam que as células-tronco sejam a resposta. Mas, neste caso, essas mulheres participaram de um empreendimento clínico muito perigoso “, afirmou Thomas Albini, professor de oftalmologia clínica na Universidade de Miami e um dos autores do artigo.

Além do risco, as pacientes receberam injeções em ambos os olhos ao mesmo tempo, ao contrário do recomendável que seria testar primeiro o procedimento em um dos olhos para ver como reagem. Além disso, as pacientes tiveram que pagar, cada uma, cinco mil dólares pelo procedimento, o que é um sinal de fraude, visto que ensaios clínicos não cobram pela participação dos pacientes.

Jeffrey Goldberg, coautor do estudo e presidente de oftalmologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford, descreveu o artigo como um “chamado à conscientização dos pacientes, médicos e agências reguladoras dos riscos desse tipo de pesquisa minimamente regulamentada e financiada por pacientes”.

“Embora numerosas terapias com células-tronco estejam sendo investigadas em instituições de pesquisa com supervisão regulatória apropriada, muitas clínicas de células-tronco estão tratando os pacientes com pouca supervisão e sem prova de eficácia”, alertou a publicação.

Para garantir que um teste clínico ou tratamento é confiável, o paciente deve verificar se ele está registrado nos órgãos governamentais que regulam a qualidade e uso de medicamentos. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária do Brasil (ANVISA) disponibiliza em sua página a relação de ensaios clínicos aprovados.

(Com AFP)

Fonte: VEJA


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