Pr. Gilson Marques

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Sede Estadual – RS pr.gilsonmarques@pazevida.org.br

Pr. Sandro Pinheiro

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Sede Distrital – DF   pr.sandropinheiro@pazevida.org.br

Pr. Rodrigo Rosa

Pr. Rodrigo Rosa

Sede Estadual - GO pr.rodrigorosa@pazevida.org.br

Pr. Regino Barros

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Sede Estadual – PB pr.reginobarros@pazevida.org.br

Pr. Carlos Pinheiro

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Pr. Gilvan Gomes

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Sede Estadual - SE pr.gilvamgomes@pazevida.org.br

Pr. Danyel Pagliarin

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Pr. Joaquim Neto

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Pr. Jean Vilela

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Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

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Pra. Marta Aguiar

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Pr. Alex Oliveira

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Pr. Elianderson Castro

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Pr. Neilton Rocha

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Pr. Luciano Alves

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Pr. Márcio Silva

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Pr. Ubyratan Araújo

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Sede Estadual – BA pr.ubyratan@pazevida.org.br

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Sede Estadual – PR pr.delson@pazevida.org.br

Pr. Fábio Henrique

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Pr. Luiz Carlos

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Pedra na vesícula, devo operar?

As pedras da vesícula não são naturalmente expelidas pelo corpo e devem ser retiradas cirurgicamente, junto com o órgão, para evitar problemas de saúde.

“-Descobri que tenho uma pedra na vesícula! Tenho mesmo que operar?!” Esta é uma pergunta muito comum no consultório de um gastro-cirurgião, além de ser absolutamente compreensível. Enquanto sabemos que as pedras nos rins podem ser quebradas e eliminadas pelas urina, por que as pedras da vesícula devem ser retiradas cirurgicamente, junto com o órgão?

Vamos lá, existe explicação clara e lógica para isto.

Quando ocorre a formação de cálculos biliares na vesícula, isto por si só determina que o órgão, a vesícula biliar, não está trabalhando de forma adequada. Podem ser vários cálculos ou um único, podem ser grandes ou bem pequenos, conhecidos como microcálculos. O fato é que, ao contrário dos cálculos renais, temos que torcer para que eles fiquem “quietinhos” dentro da vesícula. Caso contrário, estaremos diante de possíveis complicações desta doença que podem se transformar em situações muito graves.

Para que possamos entender estes riscos, precisamos conhecer um pouco a função e a anatomia da vesícula biliar e do sistema que drena a bile entre o fígado (seu produtor) e o duodeno (primeira parte do intestino fino).

Ao produzir a bile, o fígado a envia para a vesícula biliar (uma espécie de bexiguinha que fica embaixo dele), para que lá seja armazenada. Os canais de bile que saem de dentro do fígado se unem com o canal da vesícula biliar e juntos formam um único ducto que leva a bile até o duodeno através de um pequeno orifício chamado papila (por onde o canal da bile desemboca no intestino fino).

Talvez os leitores já tenham imaginado o que pode acontecer caso as pedras da vesícula saiam de dentro dela… Isso mesmo, elas podem obstruir estes canais, desde o canal da vesícula biliar até o ducto principal que chega no duodeno. Em qualquer uma destas condições, a bile tende a se infectar por não ser drenada. Este entupimento leva a um processo infeccioso agudo. Isto agrava muito uma possível cirurgia, agora emergencial, que poderia ter sido realizada de forma eletiva e muito mais segura.

Para piorar um pouco a situação, na papila (onde desemboca o canal da bile), também desemboca o canal do pâncreas e, assim, o entupimento de ambos pode levar também a uma pancreatite aguda, situação clínica muito grave e que pode até levar a morte do paciente.

Mais uma razão para ser operado da vesícula sempre que for diagnosticado cálculos biliares, é o fato de que a cirurgia é muito segura e, atualmente, realizada, em praticamente 100% das vezes, por via videolaparoscópica, ou seja, através de pequenos orifícios na pele. Isto permite rápida recuperação, com índices muito pequenos de complicações. Muitas vezes, pode-se até receber alta hospitalar no mesmo dia da cirurgia.

Mas atenção, podem existir situações onde a retirada da vesícula é discutível ou mesmo contra-indicada, como por exemplo, naquelas pessoas com idade muita avançada, outras comorbidades, com apenas um cálculo grande e assintomático. Sempre uma avaliação médica poderá esclarecer se o caso é de exceção e não deve ser operado.

Por isso, não fique esperando que as coisas compliquem, trate eletivamente seus cálculos biliares e viva com mais segurança.

 

Fonte: VEJA


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