Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – MG pr.danyelpagliarin@pazevida.org.br

Pr. Luiz Carlos

Pr. Luiz Carlos

Sede Estadual – MA pr.luizcarlos@pazevida.org.br

Pr. Alex Oliveira

Pr. Alex Oliveira

Sede Estadual – PA pr.alexoliveira@pazevida.org.br

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Estadual – RJ pr.neilton@pazevida.org.br

Pr. Rodrigo Rosa

Pr. Rodrigo Rosa

Sede Estadual - GO pr.rodrigorosa@pazevida.org.br

Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

Sede Estadual - RN pr.jeanvilela@pazevida.org.br

Pr. Gilson Marques

Pr. Gilson Marques

Sede Estadual – RS pr.gilsonmarques@pazevida.org.br

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – PE pr.luciano@pazevida.org.br

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal pr.fabiohenrique@pazevida.org.br

Pr. Elianderson Castro

Pr. Elianderson Castro

Sede Estadual – AM pr.elianderson@pazevida.org.br

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL pr.carlospinheiro@pazevida.org.br

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual – CE pr.crescio@pazevida.org.br

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PB pr.reginobarros@pazevida.org.br

Pra. Marta Aguiar

Pra. Marta Aguiar

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Pr. Márcio Silva

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Pr. Gilvan Gomes

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Pr. Sandro Pinheiro

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Sede Distrital – DF   pr.sandropinheiro@pazevida.org.br

Pr. Delson Campos

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Sede Estadual – PR pr.delson@pazevida.org.br

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

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Pr. Ubyratan Araújo

Pr. Ubyratan Araújo

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Saiba quais são as 5 doenças que pets e humanos têm em comum

Animais de estimação podem ter doenças comuns a humanos como diabetes, problemas de tireoide e até epilepsia.

Você sabia que seu pet pode ter algumas doenças “de gente”? Problemas como diabetes e hipertiroidismo podem afetar tanto humanos quanto animais. Portanto, se seu cachorro está bebendo muita água, urinando com frequência e perdendo peso ou seu gato está inquieto, nervoso e emagrecendo dia após dias, apesar de um enorme apetite, eles podem estar com alguma dessas doenças.

Conheça abaixocincodoenças bastante conhecidas, elencadas pela redeBBC, que podem acometer seu pet.

Diabetes

O diabetes tipo 2 é umas doenças mais prevalentes em humanos atualmente e esse número só aumenta. Segundo o professor de medicina Stijn Niessen, da Faculdade Real de Veterinária (RVC), no Reino Unido, a tendência parece ser a mesma para os gatos.

Estima-se que um em cada 200 gatos tem diabetes do tipo 2, um aumento considerável se comparado há três décadas, quando havia um caso de diabetes a cada 900 gatos. A causa? O sedentarismo é uma possível explicação. “Gatos foram feitos para caçar, mas agora eles ficam muito tempo sentados sem fazer exercícios em apartamentos e são alimentados com frequência, um gesto de amor muitas vezes equivocado”, disse Niessen.

No entanto, o veterinário ressalta que há muitos gatos gordos que não desenvolvem diabetes. Em alguns casos, pode ser mais genética do que estilo de vida.

No cachorros, a prevalência é menor. Cerca de três em cada mil têm diabetes, segundo o RVC. Entretanto, os cachorros não têm o tipo 2 da donça e sim, uma tendência maior para o diabetes tipo 1, quando o sistema imune do corpo o impede de produzir insulina, um hormônio chave que ajuda a armazenar açúcar com segurança.

Os sintomas mais comuns da doença nos animais (cachorros, gatos, macacos, coelhos e até ratos) é a sede constante, micção frequente e perda de peso. O tratamento pode incluir injeções de insulina e, no caso dos gatos, o emagrecimento pode ajudar.

Problemas de tireoide

hipertireoidismo, quando há aumento do volume da glândula tireoide, localizada no pescoço, e ela passa a produzir hormônios em excesso, pode atingir gatos. Alguns sintomas da doença no bichinho são: hiperatividade, inquietude e perda de peso, apesar do aumento do apetite. Uma das formas de tratamento é administrar injeções de iodo radioativo. O iodo acaba se concentrando na glândula tireoide e emite radiação, matando células super ativas.

O problema é que, nesse tratamento, o gato precisa ser mantido isolado por várias semanas, já que eles podem emitir radiação em suas caixinhas de areia por algum tempo.

Já os cachorros tendem a sofrer do problema oposto. Cerca de um a cada 1000hipotireoidismo ou seja, sua glândula é pouco ativa. Alguns sinais da doença nos cachorros são aumento de peso, preguiça e lentidão. E, como em humanos, uma terapia de substituição do hormônio da tireoide pode ajudar.

Pets que tomam Viagra

Acredite ou não, alguns cachorros podemreceber receita para Viagra. Embora a droga seja famosa no tratamento da disfunção erétil entre homens, inicialmente, o medicamento foi desenvolvimento para o tratamento da pressão alta. Portanto, cachorros com hipertensão pulmonar – pressão alta nos pulmões -, cujos sintomas envolvem problema de respiração ou desmaios, podem fazer tratamento com o remédio.

Entretanto, é preciso ressaltar que o Viagra dos cachorros não é igual o dos humanos. Ou seja, se seu pet receber uma prescrição para o medicamento, você não pode dar seu remédio para ele nem passar em uma farmácia comum e comprar.

As drogas são formuladas e licenciadas separadamente para humanos e bichos.

Vírus da Imunodeficiência Felina

O Vírus da Imunodeficiência Felina (FIV, na sigla em inglês) é parecido com o efeito do HIV em humanos. Ele ataca o sistema imune dos gatos, o que os deixa incapaz de combater outras infecções. Nos EUA, entre 1,5% e 3% de gatos são infectados com FIV. Alguns dos sintomas são: febres persistentes, pelos frágeis, perda de apetite, inflamações nas gengivas, infecções crônicas na pele, olhos, bexiga e vias aéreas superiores são sinais frequentes também.

Epilepsia

Cerca de um em cada 100 cães têm epilepsia, segundo o professor Holger Volk, também do RVC. Gatos também podem sofrer da condição, mas a incidência é menor. A epilepsia pode causar convulsões, manifestação mais comum, mas, em alguns casos, os sintomas não são tão fáceis de perceber.

O tratamento envolve pílulas antiepilépticas, mas elas não funcionam em todos os animais. Até o momento, um trabalho de Volk mostra que uma dieta rica em ácidos graxos pode ajudar.

Fonte: VEJA


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