Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual – CE pr.crescio@pazevida.org.br

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Internacional – SP   pr.joaquimneto@pazevida.org.br  

Pra. Marta Aguiar

Pra. Marta Aguiar

Sede Estadual – SC pra.martaaguiar@pazevida.org.br

Pr. Gilson Marques

Pr. Gilson Marques

Sede Estadual – RS pr.gilsonmarques@pazevida.org.br

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI pr.marciodasilva@pazevida.org.br

Pr. Sandro Pinheiro

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Sede Distrital – DF   pr.sandropinheiro@pazevida.org.br

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PB pr.reginobarros@pazevida.org.br

Pr. Alex Oliveira

Pr. Alex Oliveira

Sede Estadual – PA pr.alexoliveira@pazevida.org.br

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – MG pr.danyelpagliarin@pazevida.org.br

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE pr.gilvamgomes@pazevida.org.br

Pr. Rodrigo Rosa

Pr. Rodrigo Rosa

Sede Estadual - GO pr.rodrigorosa@pazevida.org.br

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL pr.carlospinheiro@pazevida.org.br

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PR pr.delson@pazevida.org.br

Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

Sede Estadual - RN pr.jeanvilela@pazevida.org.br

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – PE pr.luciano@pazevida.org.br

Pr. Elianderson Castro

Pr. Elianderson Castro

Sede Estadual – AM pr.elianderson@pazevida.org.br

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal pr.fabiohenrique@pazevida.org.br

Pr. Luiz Carlos

Pr. Luiz Carlos

Sede Estadual – MA pr.luizcarlos@pazevida.org.br

Pr. Ubyratan Araújo

Pr. Ubyratan Araújo

Sede Estadual – BA pr.ubyratan@pazevida.org.br

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Estadual – RJ pr.neilton@pazevida.org.br

Conviver com animais desde criança reduz o risco de asma

A exposição a alérgenos, como animais domésticos e até pestes e bactérias, na primeira infância pode evitar o desenvolvimento do problema respiratório.

Se você acha que um ambiente livre de animais é a melhor forma de evitar alergias, temos uma contraprova. De acordo com um novo estudo publicado no periódico científico Journal of Allergy and Clinical Immunologyter animais em casa (até mesmo baratas e ratos!) durante os três primeiros anos de vida pode prevenir o desenvolvimento da asma.

O estudo

No estudo, os pesquisadores acompanharam 442 crianças, sendo 130 delas asmáticas, durante os sete primeiros anos de vida . Depois de coletarem amostras de poeira de suas casas, procurando por alérgenos, eles descobriram que a exposição a gatos, ratos e baratas até os 3 anos reduzia a probabilidade de a criança ter asma.

Algumas bactérias também podem desencadear o desenvolvimento da asma, mas são necessárias mais pesquisas para entender melhor essa associação. Resultados semelhantes foram associados aos alérgenos de cachorros, entretanto, não foram estatisticamente relevantes na pesquisa.

Alérgenos

Por outro lado, como já foi apontado por estudos anteriores, a exposição pré-natal à fumaça do cigarro, ao stress e à depressão materna, são fatores que podem aumentar o risco da condição nas crianças.

“Estamos aprendendo cada vez mais sobre como o ambiente na primeira fase da vida pode influenciar o desenvolvimento de certas condições de saúde”, disse Anthony Fauci, um dos pesquisadores e diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, nos Estados Unidos. “Se pudermos desenvolver estratégias para prevenir a asma antes de seu desenvolvimento, podemos ajudar a aliviar as crises que a doença provoca em milhões de pessoas pelo mundo.”

Sabe-se que, uma vez que a pessoa possui asma, certos alérgenos podem piorar os sintomas, causando crises respiratórias. A exposição a certos alimentos, substâncias, como o pólen, e microrganismos, como ácaros, deve ser evitada. No entanto, novas pesquisas sugerem que a convivência com animais de estimação, e algumas pestes e bactérias, desde cedo pode ter um preventivo.

Mesmo após os resultados, os pesquisadores continuam a monitorar as crianças do estudo. Ao dividi-las em grupos com base nas características de suas alergias, os cientistas esperam descobrir mais informações sobre os fatores que influenciam o desenvolvimento do problema.

Fonte: VEJA


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