Pr. Crescio Rezende

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Sede Estadual – CE pr.crescio@pazevida.org.br

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PB pr.reginobarros@pazevida.org.br

Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

Sede Estadual - RN pr.jeanvilela@pazevida.org.br

Pr. Danyel Pagliarin

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Sede Estadual – MG pr.danyelpagliarin@pazevida.org.br

Pr. Elianderson Castro

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Pr. Fábio Henrique

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Pr. Gilson Marques

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Sede Estadual – RS pr.gilsonmarques@pazevida.org.br

Pr. Luiz Carlos

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Pr. Joaquim Neto

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Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL pr.carlospinheiro@pazevida.org.br

Pr. Neilton Rocha

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Sede Estadual – RJ pr.neilton@pazevida.org.br

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

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Pr. Alex Oliveira

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Sede Estadual – PA pr.alexoliveira@pazevida.org.br

Pra. Marta Aguiar

Pra. Marta Aguiar

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Pr. Sandro Pinheiro

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Saiba como funciona o sistema de ‘vale transplante’ nos EUA

O método, criado por um ex-juiz da Califórnia, já existe para transplante de rim e tem funcionado com sucesso, de acordo com um novo estudo.

Atualmente, quando alguém precisa de um novo órgão é preciso esperar uma longa lista de transplante. Pensando nisso, Howard Broadman, um juiz aposentado da Califórnia, nos Estados Unidos, desenvolveu o primeiro ‘sistema de voucher’ para transplante de rim. Funciona da seguinte forma: um indivíduo doa seu rim, ainda em vida, para um desconhecido. Em troca, ele recebe um voucher para dar para um amigo ou familiar que poderá precisar do procedimento no futuro e essa pessoa terá prioridade na lista.

O primeiro doador do sistema foi o próprio Howard, em 2014, que garantiu o vale a seu neto de quatro anos, Quinn, cuja doença renal crônica poderá levá-lo à necessidade de receber um transplante do órgão dentro de 10 a 20 anos. Ele contou à revista especializada News Scientist que, inicialmente, sua intenção era ser altruísta e doar o órgão a um desconhecido, sem receber nada em troca. Mas, diante da iminente necessidade e dificuldade que seu neto enfrentaria no futuro, ele resolveu que deveria “ganhar algo em troca”.

Órgão para o futuro

“Eu sei que Quinn acabará precisando de um transplante, mas, quando ele finalmente precisar serei muito velho para lhe dar um dos meus rins”, disse Howard ao site New Scientist.

Para colocar a ideia em prática, Howard procurou a Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), nos Estados Unidos, que concordou em organizar o sistema de ‘vales transplante’. O método deu tão certo, que foi alvo de um estudo publicado recentemente no periódico científico Transplantation. De acordo com a pesquisa, o sistema pode encorajar mais pessoas a doarem e sanar o problema da incompatibilidade biológica.

Incompatibilidade

A incompatibilidade biológica é um dos obstáculos da doação de órgãos, mesmo entre pessoas da mesma família. Um estudo anterior concluiu que mais de um terço das pessoas que necessitam de um transplante não podem aceitar o órgão de um amigo ou parente disposto a doar devido à incompatibilidade biológica. Isso significa que, no futuro, mesmo que Howard quisesse e pudesse doar um rim a seu neto, isso só poderia acontecer se seus organismos fossem compatíveis. Caso contrário, Quinn teria que esperar na lista por um doador compatível.

O novo sistema resolve esse problema ao combinar doadores incompatíveis com seus familiar ou amigo com outros pacientes – e seus respectivos doadores incompatíveis – que enfrentam o mesmo problema, criando uma cadeia de doação dupla. Ou seja, em vez de doar diretamente para seus entes queridos, que são incompatíveis, eles doam a um desconhecido compatível e o doador desse desconhecido, faz o mesmo por outra pessoa, em uma corrente que possibilita que todos consigam um órgão ideal.

Howard por exemplo, doou seu rim para Kathy, que esperava por um transplante já que não pôde receber o rim de sua irmã devido à incompatibilidade entre as duas.

Resultados

Em parceria com a UCLA, o Registro Nacional de Rins dos Estados Unidos emitiu até agora 21 vouchers em 30 hospitais, cada um deles estimulando cadeias de doação que já levaram a um total de 68 novos transplantes.

“Se apenas uma fração dos 40 milhões de pacientes com doença renal crônica nos EUA tivesse um doador como Howard, então dezenas de milhares de órgãos aptos para doação entrarão no sistema. Pela primeira vez na história, poderíamos realmente começar a reduzir a lista de espera.”, disse Jeffrey Veale, cirurgião da UCLA que aceitou organizar o novo sistema,  ao New Scientist.

Joy Riley, do Centro de Bioética e Cultura do Tennessee, ainda é cética em relação ao sistema, que considera “um pedaço de papel sem garantias”. Apesar dos bons resultados apontados pelo estudo, Riley diz que gostaria de ver uma “discussão em nível nacional” antes que o esquema fosse ampliado.

Funcionaria no Brasil?

Em 2015, cerca de 2.300 pessoas entre 31.800 morreram durante esse processo no Brasil, segundo dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos. Isso significa que, se pudesse ser aplicado aqui, o sistema, permitiria que um doador vivo desse um voucher de troca para um parente ou amigo próximo que estivesse em risco.

Mas, na prática, as coisas não seriam tão simples por aqui. A regulação americana é bem menos burocrática que a brasileira a respeito da doação de órgãos entre pessoas vivas. Lá, qualquer um pode doar um rim para qualquer pessoa, mesmo um desconhecido.

Aqui, a legislação permite a doação de órgãos em vida a parentes de até quarto grau ou mediante aprovação da justiça se você quiser doar para um amigo, por exemplo. A medida tem o objetivo de evitar o tráfico de órgãos. Aos olhos da lei, permitir doar para qualquer desconhecido abriria espaço para “transações renais” ilegais.

Fonte: VEJA


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