Pr. Márcio Silva

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Sede Estadual - PI pr.marciodasilva@pazevida.org.br

Pr. Carlos Pinheiro

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Sede Estadual – AL pr.carlospinheiro@pazevida.org.br

Pr. Sandro Pinheiro

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Sede Distrital – DF   pr.sandropinheiro@pazevida.org.br

Pr. Joaquim Neto

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Pr. Ubyratan Araújo

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Pr. Gilvan Gomes

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Pr. Crescio Rezende

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Pra. Marta Aguiar

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Pr. Jean Vilela

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Conheça o produto que retira até 96% de agrotóxico da maçã

Um novo estudo mostrou que imergir a maçã por 15 minutos em solução de bicarbonato de sódio ajuda a retirar até 96% de agrotóxico.

bicarbonato de sódio, um produto comum de uso doméstico, acaba de ganhar mais uma incrível utilidade: retirar resíduos de agrotóxico na superfície de maçãs. De acordo com um estudo publicado nesta quarta-feira no periódico científico Journal of Agricultural and Food Chemistry, deixar a fruta15 minutos imersa em uma solução da substância reduziu 80% do tiabendazol e 96% do inseticida phosmet.

De acordo com informações da versão on-line da revista americana Time, as maçãs estão no topo da lista de frutas com os maiores níveis de resíduos de pesticidas do Grupo de Trabalho Ambiental (EWG, na sigla em inglês). Embora esses produtos sejam aprovados pela agência americana de proteção ambiental (Epa, na sigla em inglês) e considerados seguros em doses baixas, algumas pesquisas sugerem que é difícil avaliar com precisão seu impacto sobre a saúde ao longo do tempo.

Bicarbonato x água x hipoclorito de sódio

Para avaliar a eficácia do bicarbonato, pesquisadores da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, compararam três métodos de limpeza: bicarbonatoágua corrente e hipoclorito de sódio. Inicialmente, a equipe expôs, por 24 horas, maçãs ao phosmet e ao tiabendazol, dois pesticidas comuns.

Em seguida, as frutas contaminadas foram limpas de três formas diferentes: imersas em água misturada com bicarbonato (10 mg/ml) por 15 minutos, lavadas com água da torneira por dois minutos e mergulhadas em solução de hipoclorito de sódio (10 mg/ml) por 8 minutos.

Os resultados mostraram que, de longe, o bicarbonato foi o método mais efetivo. Após o período de imersão na solução, as maçãs tiveram 80% do tiabendazol e 96% do inseticida phosmet reduzidos em sua superfície e também em camadas mais profundas. O método menos efetivo foi lavar o produto com água corrente.

“Se a lavagem de fábrica [com alvejante] fosse efetiva, então não precisaríamos nos preocupar com a lavagem em casa, certo? Mas, verifica-se que a lavagem no nível da fábrica não é eficaz. Em casa, a maneira mais simples de lavar é com a água da torneira, mas também descobrimos que apenas a água da torneira não é tão eficaz. Para reduzir a exposição adicional aos pesticidas, sugerimos adicionar um pouco de bicarbonato de sódio”, disse Lili He, líder do estudo.

A diferença na redução da quantidade das substâncias se deu pelo alcance da penetração de cada composto. Enquanto o tiabendazol penetrou até 80 micrômetros de profundidade nas maçãs, o phosmet foi detectado a uma profundidade máxima de 20 micrômetros.

O importante é limpar

No entanto, os pesquisadores ressaltam que na ausência do bicarbonato ou de tempo, o ideal é pelo menos lavar a fruta em água corrente antes de consumi-la. Apesar desse não ser o método mais efetivo, já ajuda a remover um pouco do agrotóxico. Outra maneira é descascar a maçã, mas isso significa retirar propriedades importantes presentes na casca, como as fibras.

Fonte: VEJA


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