Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Estadual – RJ pr.neilton@pazevida.org.br

Pr. Elianderson Castro

Pr. Elianderson Castro

Sede Estadual – AM pr.elianderson@pazevida.org.br

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – MG pr.danyelpagliarin@pazevida.org.br

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   pr.sandropinheiro@pazevida.org.br

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – PE pr.luciano@pazevida.org.br

Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

Sede Estadual - RN pr.jeanvilela@pazevida.org.br

Pra. Marta Aguiar

Pra. Marta Aguiar

Sede Estadual – SC pra.martaaguiar@pazevida.org.br

Pr. Rodrigo Rosa

Pr. Rodrigo Rosa

Sede Estadual - GO pr.rodrigorosa@pazevida.org.br

Pr. Ubyratan Araújo

Pr. Ubyratan Araújo

Sede Estadual – BA pr.ubyratan@pazevida.org.br

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL pr.carlospinheiro@pazevida.org.br

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Internacional – SP   pr.joaquimneto@pazevida.org.br  

Pr. Gilson Marques

Pr. Gilson Marques

Sede Estadual – RS pr.gilsonmarques@pazevida.org.br

Pr. Alex Oliveira

Pr. Alex Oliveira

Sede Estadual – PA pr.alexoliveira@pazevida.org.br

Pr. Luiz Carlos

Pr. Luiz Carlos

Sede Estadual – MA pr.luizcarlos@pazevida.org.br

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual – CE pr.crescio@pazevida.org.br

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal pr.fabiohenrique@pazevida.org.br

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE pr.gilvamgomes@pazevida.org.br

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI pr.marciodasilva@pazevida.org.br

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PB pr.reginobarros@pazevida.org.br

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PR pr.delson@pazevida.org.br

Câncer de mama e cuidados na área da dermatologia

câncer de mama é a neoplasia responsável pelo maior número de mortes no universo feminino dentre todos os tipos de cânceres. No mês de outubro, ocorre o movimento internacionalmente conhecido como “Outubro Rosa”. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades.

Para a redução dessa estatística, é muito importante a conscientização da população para a realização do autoexame de mamas e mamografia regularmente, além do exame médico periódico. O médico especialista verifica eventuais alterações nas mamas e está apto a conduzir o diagnóstico e, a partir daí, solicitar a abordagem de uma equipe multidisciplinar para estabelecer um tratamento integral da paciente.

Sintomas

Dentre as alterações nas mamas que levantam suspeita para o câncer de mama, com alterações na pele, podemos citar:

Aparecimento de “caroço”

Inchaço em parte do seio

Irritação da pele ou aparecimento de irregularidades na pele, como covinhas ou franzidos, ou que fazem a pele se assemelhar à casca de uma laranja

Dor no mamilo ou inversão do mesmo (para dentro)

Vermelhidão ou descamação do mamilo ou pele da mama

Saída de secreção (que não leite) pelo mamilo

“Caroço” nas axilas

O papel do dermatologista

Uma vez feito o diagnóstico de câncer de mama, o dermatologista tem papel importante, pois os cuidados com a pele, unhas, cabelos e outras ações no dia a dia são fundamentais nessa fase. Alguns procedimentos do tratamento também exigirão métodos preventivos com a pele.

No caso da radioterapia, por exemplo, poderão surgir queimaduras na pele. Então, antes de mais nada, é recomendado o uso diário de protetor solar, no mínimo, FPS 30. Na maioria desses casos é importante lavar o local com sabonete neutro, manter a área limpa e seca, evitar produtos à base de álcool e perfumes e evitar tomar sol no local. Entretanto, como a abordagem terapêutica depende do grau de acometimento, é necessária a avaliação e recomendação formal e presencial de um dermatologista.

Se o tratamento for com quimioterapia, podem ocorrer vários efeitos dermatológicos, como ressecamento da pele, coceiras, alterações na pigmentação, surgimento de acne, síndrome mão-pé (ressecamento que pode causar rachaduras, vermelhidão, descamação), problemas nas unhas devido à baixa da imunidade, muita sensibilidade ao sol e a tão conhecida queda dos cabelos.

Algumas recomendações para essa situação são as seguintes:

Ressecamento de pele: uso de hidratantes específicos para o corpo e o rosto. Os produtos devem ser sem perfumes, hipoalergênicos (minimizam a chance de irritação e alergias) e não-comedogênicos (não formadores de cravos);

Coceiras: água morna e banhos rápidos; não esfregar a pele na hora de secar, deixar que a toalha absorva a umidade e hidratar bastante a pele após o banho com um produto prescrito pelo dermatologista;

Alteração na pigmentação: evitar exposição ao sol e usar maquiagem hipoalergênica. Se o paciente já tiver manchas no início do tratamento quimioterápico ou radioterápico, deve aguardar para usar clareadores e ácidos. A pele pode ficar muito sensível e esses produtos pioram o quadro. Melhor aguardar o final do tratamento e junto com um dermatologista definir o início e o período de uso dos produtos;

Acne: lavar as áreas afetadas com sabonetes suaves, podem ser utilizados medicamento, filtros solares, hidratantes e maquiagem para camuflagem;

Síndrome mão-pé: utilizar sabonetes suaves e hidratantes (indicados pelo médico) várias vezes ao dia;

Quanto às unhas, as condições melhoram com o término da quimioterapia, mas não devem ser utilizados produtos a base de acetona e recomenda-se usar somente esmaltes hipoalergênicos;

Sensibilidade ao sol: manter braços e pernas cobertos (tecidos com proteção UVA e UVB), óculos escuros e chapéus, filtro solar (fator pelo menos 30) e evitar exposição solar das 10h00 às 15h00, mesmo em dias nublados;

Queda de cabelos: não há prevenção, mas existem cuidados: uso de toucas com resfriamento, durante a quimioterapia, ajudam a minimizar a queda. Quando necessário escolher perucas que tenham fita adesiva hipoalergênica, e o recomendado é que seja feito o teste com adesivo no braço por 24 horas. Caso opte por perucas coladas por 20 a 30 dias, que a base seja em silicone. Vale lembrar que após a liberação médica podem ser realizadas sessões de laser e intradermoterapia, com medicações e vitaminas, que aceleram o crescimento capilar.

Fonte: VEJA


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Sábado, dia 25/11, às 13h Canto Pela Paz                        Pq da Juventude - Av. Cruzeiro do Sul, 2630 Santana - São Paulo - SP

 

   

 



 

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