Pr. Sandro Pinheiro

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Sede Distrital – DF   pr.sandropinheiro@pazevida.org.br

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL pr.carlospinheiro@pazevida.org.br

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ pr.danyelpagliarin@pazevida.org.br

Pr. Ubyratan Araújo

Pr. Ubyratan Araújo

Sede Estadual – BA pr.ubyratan@pazevida.org.br

Pr. Regino Barros

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Sede Estadual – PB pr.reginobarros@pazevida.org.br

Pr. Raphael Batista

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Sede Estadual – RS pr.raphaelbatista@pazevida.org.br

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM pr.luciano@pazevida.org.br

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   pr.neilton@pazevida.org.br  

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG pr.joaquimneto@pazevida.org.br

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE pr.gilvamgomes@pazevida.org.br

Pr. Luiz Carlos

Pr. Luiz Carlos

Sede Estadual – MA pr.luizcarlos@pazevida.org.br

Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

Sede Estadual - RN pr.jeanvilela@pazevida.org.br

Pr. Rodrigo Rosa

Pr. Rodrigo Rosa

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Pr. Alex Oliveira

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Sede Estadual – PA pr.alexoliveira@pazevida.org.br

Pr. Fábio Henrique

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Pr. Delson Campos

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Pr. Crescio Rezende

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Sede Estadual – CE pr.crescio@pazevida.org.br

Pr. Elianderson Castro

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Sede Estadual – PR pr.elianderson@pazevida.org.br

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI pr.marciodasilva@pazevida.org.br

Maioria dos brasileiros não está com a vacinação em dia

Uma pesquisa realizada pelo instituto Ipsos MORI revelou também que grande parte dos adultos desconhece as vacinas indicadas para essa faixa etária.

Mais da metade (64%) dos adultos brasileiros não está com a vacinação em dia, é o que revela uma pesquisa internacional conduzida pelo instituto Ipsos MORI. Entre esses, quase dois terços (63%) disse não saber quais vacinas estão disponíveis para sua faixa etária. Os dados revelaram ainda que quase metade (46%) afirmou que nunca recebeu uma recomendação de vacinação na vida adulta por parte de profissionais de saúde, como médicos ou enfermeiros.

Os pesquisadores também questionaram os profissionais de saúde sobre vacinação em adultos, e a justificativa de alguns dos participantes para o dado acima é que eles não se sentem confortáveis em discutir o tema com seus pacientes, pois não receberam treinamento suficiente sobre o assunto. A pesquisa, encomendada pela farmacêutica GSK, revela também que 25% dos participantes acham que a vacinação se torna menos importante na vida adulta e, pior ainda, 8% acreditam que a medida só é recomendada para crianças ou bebês.

Vacina não é coisa de criança

“Os adultos, principalmente os que não têm filhos, sabem pouco sobre vacinas. A pesquisa mostrou exatamente isso, que a maioria dos adultos não sabe quais vacinas deve tomar porque a vacinação ainda está muito ligada à pediatria, às crianças. O fato da maioria dos calendários e campanhas de vacinação focarem nessa faixa etária corrobora para essa ideia errada”, explica Bárbara Furtado, gerente médica de vacinas da GSK no Brasil.

Entre os que se vacinaram nos últimos 5 anos, a imunização contra a gripe foi a mais tomada, sendo mencionada por 58% das pessoas, seguida pela febre amarela (41%) e hepatite B (27%). Já outras doenças, como sarampo, caxumba e rubéola (10%), meningite C (7%), meningite B (7%) e meningite ACWY (6%) receberam uma adesão bem menor.

“Há uma ideia errônea de que algumas doenças só dão em crianças, mas todas as doenças da infância podem acometer adultos suscetíveis, se eles nunca tiveram contato com a doença nem tomaram a vacina. Além disso, algumas podem ser até mais graves na vida adulta devido a uma resposta mais exacerbada do sistema imunológico nessa idade, em comparação com a infância”, afirma a médica.

Embora a maioria (89%) dos adultos acredite que a medida seja uma forma efetiva de prevenir doenças graves, a prioridade é dada a outro hábitos saudáveis como não fumar (81%) e se alimentar bem (78%), em detrimento de se manter em dia com as vacinas (63%). Além disso, uma pequena porcentagem das pessoas (15%) considera que as vacinas são necessárias somente para fins de viagem — para entrar em alguns países é necessário mostrar o comprovante de vacinas específicas, como a febre amarela.

Preço

Para a médica, um dos grandes empecilhos para a vacinação adulta, além da falta de conhecimento sobre as imunizações disponíveis, é o preço. “O Programa Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde é muito importante e robusto, mas em termos de saúde pública, é focado em crianças e idosos, que correm maior risco de complicação devido às doenças. Os adultos saudáveis têm pouco acesso à vacina e têm que buscar assistência no sistema privado, o que dificulta o acesso”, diz Bárbara.

Para driblar esse obstáculo, a especialista recomenda procurar um profissional de saúde e discutir com ele quais vacinas são mais recomendadas para cada caso, senão for possível tomar todas as indicadas. Para conhecer o calendário de vacinação adulto, basta acessar o site da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), que disponibiliza um cronograma para cada faixa etária, inclusive adultos.

A pesquisa

A pesquisa, chamada de Vaccinate, entrevistou 6.002 homens e mulheres com mais de 18 anos, residentes em cinco países: Brasil, Estados Unidos, Itália, Índia e Alemanha. No Brasil, a amostra de 1.000 entrevistados contou com participantes de todas as regiões do país.

Fonte: VEJA

 

 

 


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