Pr. Fábio Henrique

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Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Delson Campos

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Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

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Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Emoções e doenças

Sabe-se que o estado psicológico pode influenciar o aparecimento ou a piora de doenças, no entanto, o mecanismo pelo qual isso acontece ainda é desconhecido.

É um entendimento comum o fato de que nosso estado psicológico pode influenciar o aparecimento ou a piora de doenças. Alguém que adoece com frequência por estresse, alguma doença que se desenvolveu após um evento traumático (como a perda de um ente querido, de um animal de estimação) etc. Estas e outras situações fizeram com que o campo da neuroimunologia tenha se desenvolvido.

Estas situações corriqueiras pressupõem que de alguma forma o cérebroinforma o sistema imune de sua situação. No entanto, a maneira como o cérebro o faz é ainda desconhecida. Obviamente, envolve a liberação e entrega de substâncias específicas, mas quais e como ainda são perguntas sem resposta.

Pesquisadores da Universidade de Virginia (EUA) relataram recentemente que é alta a probabilidade de que o sistema imunológico receba informação a partir do cérebro pelo sistema linfático. O sistema de vasos linfáticos não carrega sangue, mas sim linfa, e tem uma distribuição diferente da rede de vasos sanguíneos.

Se este tipo de achado puder ser replicado, as conclusões poderão ser relevantes, pois permitiriam que a relação entre o cérebro e o sistema imune seja estudada de uma maneira mais coerente e organizada. Isto poderia ter implicações em qualquer patologia, neurológica ou não, que tenha um componente imunológico, e poderia abrir novas avenidas para o tratamento das mesmas.

Fonte: VEJA


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