Pr. Fábio Henrique

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Sede Nacional em Portugal pr.fabiohenrique@pazevida.org.br

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual – CE pr.crescio@pazevida.org.br

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE pr.gilvamgomes@pazevida.org.br

Pr. Raphael Batista

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Sede Estadual – RS pr.raphaelbatista@pazevida.org.br

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI pr.marciodasilva@pazevida.org.br

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL pr.carlospinheiro@pazevida.org.br

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG pr.joaquimneto@pazevida.org.br

Pr. Alex Oliveira

Pr. Alex Oliveira

Sede Estadual – PA pr.alexoliveira@pazevida.org.br

Pr. Elianderson Castro

Pr. Elianderson Castro

Sede Estadual – PR pr.elianderson@pazevida.org.br

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   pr.sandropinheiro@pazevida.org.br

Pr. Ubyratan Araújo

Pr. Ubyratan Araújo

Sede Estadual – BA pr.ubyratan@pazevida.org.br

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM pr.luciano@pazevida.org.br

Pr. Luiz Carlos

Pr. Luiz Carlos

Sede Estadual – MA pr.luizcarlos@pazevida.org.br

Pr. Rodrigo Rosa

Pr. Rodrigo Rosa

Sede Estadual - GO pr.rodrigorosa@pazevida.org.br

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ pr.danyelpagliarin@pazevida.org.br

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PB pr.reginobarros@pazevida.org.br

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE pr.delson@pazevida.org.br

Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

Sede Estadual - RN pr.jeanvilela@pazevida.org.br

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   pr.neilton@pazevida.org.br  

Emoções e doenças

Sabe-se que o estado psicológico pode influenciar o aparecimento ou a piora de doenças, no entanto, o mecanismo pelo qual isso acontece ainda é desconhecido.

É um entendimento comum o fato de que nosso estado psicológico pode influenciar o aparecimento ou a piora de doenças. Alguém que adoece com frequência por estresse, alguma doença que se desenvolveu após um evento traumático (como a perda de um ente querido, de um animal de estimação) etc. Estas e outras situações fizeram com que o campo da neuroimunologia tenha se desenvolvido.

Estas situações corriqueiras pressupõem que de alguma forma o cérebroinforma o sistema imune de sua situação. No entanto, a maneira como o cérebro o faz é ainda desconhecida. Obviamente, envolve a liberação e entrega de substâncias específicas, mas quais e como ainda são perguntas sem resposta.

Pesquisadores da Universidade de Virginia (EUA) relataram recentemente que é alta a probabilidade de que o sistema imunológico receba informação a partir do cérebro pelo sistema linfático. O sistema de vasos linfáticos não carrega sangue, mas sim linfa, e tem uma distribuição diferente da rede de vasos sanguíneos.

Se este tipo de achado puder ser replicado, as conclusões poderão ser relevantes, pois permitiriam que a relação entre o cérebro e o sistema imune seja estudada de uma maneira mais coerente e organizada. Isto poderia ter implicações em qualquer patologia, neurológica ou não, que tenha um componente imunológico, e poderia abrir novas avenidas para o tratamento das mesmas.

Fonte: VEJA


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