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Energéticos e jovens: estudo mostra os efeitos nocivos

Cinco em cada dez pesquisados com idades entre 12 e 24 anos já sentiram sintomas como taquicardia, dor de cabeça, problemas para dormir, vômito e diarreia.

Inventadas na Tailândia nos anos 70, as bebidas não alcoólicas feitas com substânciasestimulantes surgiram para dar pique aos caminhoneiros. Para aguentar a sobrecarga nas estradas, os trabalhadores de Bangcoc tomavam um tônico caseiro com o nome de Kraeting Daeng (Touro Vermelho),  em referência a uma espécie de bovino do sudeste da Ásia. Uma década mais tarde, ao visitar o país, um empresário austríaco experimentou a bebida, a comercializou e, assim, osenergéticos, como foram batizados na Europa e nos Estados Unidos, se popularizaram rapidamente. É hoje usado por esportistas e trabalhadores que têm de enfrentar longuíssimas jornadas de trabalho.

O aumento do consumo entre os jovens que passam a noite na balada tomandoenergéticosem busca de (mais) vigor tem chamado a atenção dos médicos sobremaneira. “Esse tipo de bebida é mais nocivo no corpo jovem”, diz a VEJA David Hammond, pesquisador e professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de Waterloo, no Canadá. “O que muito nos preocupa, já que o consumo entre eles tem aumentado drasticamente.”

Hammond é o coordenador do mais recente estudo sobre a ação dosenergéticosno organismo do adolescente. Os resultados, divulgados na Canadian Journal Medical Association Open, são impressionantes.Conduzido com 2 055 jovens com idades entre 12 e 24 anos, o trabalho listou e quantificou os efeitos do consumo de até duas latinhas – uma quantidade inferior ao máximo que se recomenda para esse tipo de bebida (duas latas). Cinco em cada dez deles já tinham sentido sintomas, que variavam de taquicardia, dor de cabeça, problemas para dormir, vômito e diarreia.  Os sintomas estão associados à grande quantidade de estimulantes contidos nosenergéticos. A cafeína é o principal deles. E em grandes quantidades. “Uma lata deenergéticode 250 ml tem um volume de cafeína equivalente a até 3 xícaras  de café, a depender da marca do produto” diz Francisco Tostes, endocrinologista e membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

Fonte: VEJA


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