Pr. Sandro Pinheiro

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Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Delson Campos

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Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Wesley Santos

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Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

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Pr. Márcio Silva

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Pr. Emerson Stevanelli

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Pr. Gilvan Gomes

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Surto de pólio na Venezuela exige atenção no Brasil, alertam médicos

Depois de 29 anos, a Venezuela registrou um caso de pólio em criança indígena de 2 anos que não havia recebido as doses da vacina.

O surto de poliomielite na Venezuela – que acontece 29 anos depois da erradicação da doença no país – tem colocado organizações de saúde em alerta.

No Brasil, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) emitiu nesta quarta-feira uma nota pública para advertir médicos, população e governo sobre a necessidade de cuidados redobrados, especialmente diante do atual fluxo de refugiados venezuelanos nas fronteiras brasileiras. “A poliomielite é uma doença que deixou lembranças dolorosas. Foi corrente no Brasil e, graças ao esforço conjunto de todos, com participação ativa dos pediatras, foi erradicada. Por isso, é preciso estar atentos, vigilantes, para que ameaças externas não comprometam o bem-estar do nosso povo”, ressaltou Luciana Rodrigues Silva, presidente da SBP.

O caso na Venezuela foi registrado em uma criança indígena de 2 anos, diagnosticada com paralisia flácida aguda causada pelo poliovírus vacinal tipo 3. Segundo autoridades locais, ela não havia recebido as doses da vacina. Segundo a SBP, todo caso da doença deverá ter uma amostra de fezes coletada até o 14º dia do início do déficit motor, principalmente de indivíduos com histórico de viagens internacionais ou de contato com pessoas de países com circulação de poliovírus nos trinta dias que antecedem a manifestação do sintoma.

Poliomielite

Segundo Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) a poliomielite, também chamada de pólio ou paralisia infantil, é uma doença infectocontagiosa, provocada pelo poliovírus, um vírus que vive no intestino. Apesar de ser uma doença mais frequente em crianças menores de 4 anos, também pode ocorrer em adultos.

A maior parte das infecções apresenta poucos sintomas, que costumam ser parecidos com os da gripe, com febre e dor de garganta, ou sintomas de infecções gastrintestinais, como náusea, vômito, constipação, dor abdominal e, raramente, diarreia.

No entanto, cerca de 1% dos infectados pelo vírus pode desenvolver a forma paralítica da doença, em que há risco de sequelas permanentes, insuficiência respiratória e, em alguns casos, leva à morte. Em geral, a paralisia se manifesta em apenas um dos membros inferiores, apresentando perda da força muscular e dos reflexos, com manutenção da sensibilidade no membro atingido.

Vacinação

Em nota, a SBP ressaltou que Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) ressaltaram na semana passada a necessidade de manter a cobertura vacinal para a poliomielite acima dos 95% e a importância de atualizar os planos nacionais de respostas a surtos de poliovírus.

A vacina contra a poliomielite, também conhecida como VIP ou VOP, protege as crianças contra três tipos do vírus que causam a doença. Para alcançar a proteção é preciso ter tomado as cinco doses da vacina nos segundo, quarto, sexto e 15º mês, e a última aos 4 anos de idade.

Surto de sarampo

A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um comunicado no início de abril alertando para o aumento no número de casos de sarampono Brasil, em especial nos estados de Roraima e Amazonas, que fazem fronteira com a Venezuela, país que ocupa o primeiro lugar na lista de casos confirmados. Segundo a entidade, o Brasil é o segundo na lista por causa do fluxo de imigrantes venezuelanos que atravessam as fronteiras brasileiras.

Em 2016, o continente americano foi o primeiro do mundo a receber o certificado da Opas de que estava livre do sarampo. Entretanto, desde o ano passado o número de casos tem crescido na região: em março eram apenas oito países com notificação da doença, agora já são onze. 

Segundo a entidade, 234 casos foram notificados em Roraima, 42 deles confirmados (34 venezuelanos e oito brasileiros), com duas mortes registradas (duas crianças venezuelanas), em Boa Vista, capital do estado. Já no Estado do Amazonas, quatro casos foram confirmados (todos brasileiros).

Fonte: VEJA


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