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Vício em jogos pode indicar transtorno de saúde mental, alerta OMS

Segundo especialistas, a grande maioria dos jogadores compulsivos apresenta problemas subjacentes, como depressão, autismo e transtorno bipolar.

Na segunda-feira, o Organização Mundial da Saúde (OMS) informou, através da última revisão do manual de classificação de doenças, que a compulsão por jogos virtuais já pode ser qualificada como uma condição de saúde mental. Segundo a entidade, a nova classificação pode ajudar os governos, familiares e profissionais de saúde a se manterem vigilantes e mais preparados para identificar os sinais do problema.

A agência aceitou a proposta de classificar o vício em jogo como transtorno de saúde mental com base em evidências científicas, assim como na crescente necessidade e demanda por tratamentos em muitos países. Na Inglaterra, por exemplo, já existe uma clínica de reabilitação para tratar crianças e jovens com vício em internet e videogames, mas ainda é uma das primeiras do gênero no mundo.

Preocupação familiar

Apoiados por especialistas, a OMS apontou que os casos ainda são raros: cerca de 3% de todos os jogadores “considerados afetados pelo vício” são portadores do transtorno. Apesar disso, existe uma preocupação com o risco de estigmatização de alguns jogadores que, apesar de jogarem com frequência, não são clinicamente ‘viciados’.

Além disso, Joan Harvey, porta-voz da Sociedade Britânica de Psicologia, no Reino Unido, alerta que a a nova designação pode inquietar os pais desnecessariamente. “As pessoas precisam entender que isso não significa que toda criança que passa horas em seu quarto jogando é um viciado, caso contrário, os médicos serão inundados com pedidos de ajuda”, disse a revista Time.

Ainda assim, a atitude da OMS recebeu muito apoio uma vez que as pessoas mais afetadas são crianças, adolescentes e jovens que não costumam buscar ajuda por conta própria. Segundo Henrietta Bowden-Jones, porta-voz do departamento de vícios comportamentais do Royal College of Psychiatrists, no Reino Unido, os vícios em jogos costumam ser melhor tratados com terapias psicológicas, mas alguns casos podem necessitar de remédios para um tratamento mais eficiente.

Necessidade de mais estudos

Apesar da decisão da OMS, outras entidades, como a Associação Americana de Psiquiatria, nos Estados Unidos, ainda não consideraram o distúrbio do jogo como um novo problema de saúde mental; entre os motivos está a necessidade de mais pesquisas e testes clínicos que justifiquem a classificação. Além disso, a entidade americana observou que grande parte da literatura científica sobre jogadores compulsivos é baseada em evidências de homens jovens da Ásia.

Ainda assim, a associação não contradiz os resultados das pesquisas publicadas até agora. “Os estudos sugerem que, quando esses indivíduos estão envolvidos em jogos na Internet, certos caminhos em seus cérebros são acionados da mesma maneira direta e intensa que o cérebro de um viciado em drogas é afetado por uma determinada substância. O jogo estimula uma resposta neurológica que influencia sentimentos de prazer e recompensa, e o resultado, ao extremo, se manifesta como comportamento aditivo”, disse em nota publicada em 2013.

O problema ainda é raro

De acordo com Mark Griffiths, que pesquisa o conceito de transtorno de jogo há 30 anos, a nova classificação pode ajudar a legitimar o problema e fortalecer as estratégias de tratamento. Ele afirma que o número de jogadores viciados é muito menor que 1% e a maioria deles provavelmente vão apresentar outros problemas subjacentes, como depressãotranstorno bipolar ou autismo.

Griffiths disse ainda que para a maioria das pessoas, os jogos estão relacionados a entretenimento e novidades, como foi o caso do jogo ‘Pokemon Go’, que durante o lançamento foi uma febre entre a população mundial, mas hoje já não é tão jogado.

Apesar das baixas estimativas do pesquisador, a OMS estima que 2% a 3% dos jogadores podem apresentar o distúrbio, alertando para os principais sinais da existência do vício. “Se os videogames estão interferindo nas funções esperadas da pessoa – sejam estudos, socialização ou trabalho -, então você precisa ser cauteloso e talvez buscar ajuda”, disse Shekhar Saxena, diretor do departamento de saúde mental e abuso de substâncias da OMS.

Fonte: VEJA


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