Pr. Fábio Henrique

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Pr. Emerson Stevanelli

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Pr. Sandro Pinheiro

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Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

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Pr. Luciano Alves

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Pr. William Alves

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Pr. Raphael Batista

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Pr. Delson Campos

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Pr. Joaquim Neto

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Pr. Crescio Rezende

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Pr. Wesley Santos

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Pr. Neilton Rocha

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Pr. Márcio Silva

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Pr. Regino Barros

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Pr. Gilvan Gomes

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Pr. Dionatan Freitas

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Pr. Carlos Pinheiro

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Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Eu reconheci o homem de terno e gravata dentro do ônibus. Não sei seu nome, nem conheço sua história. Sei que mora no mesmo conjunto habitacional que eu, mesmo assim, não faço idéia de qual seja o seu prédio. Costumava vê-lo, junto com sua esposa e filho, saindo do conjunto habitacional em direção ao ponto de ônibus onde costumo tomar o meu - daí o porquê de saber que se trata de um vizinho.

Outro dia, surpreendentemente, os vi na igreja. Infelizmente, mesmo sendo vizinhos, ainda não tivemos oportunidades de compartilhar nossa fé.

Ele não parecia ser do tipo que usa roupas sociais, por isso, foi especialmente estranho para mim deparar – me com ele vestido assim dentro de um ônibus que tomei, numa noite, quando voltava da casa de minha namorada. O homem estava em pé, rodeado por umas quatro pessoas que o ouviam atentamente, fazendo uma ou outra interrupção para que fosse esclarecida alguma eventual dúvida. Não foi difícil saber sobre o que falava. Ele, na verdade, pregava. Seus olhos transbordavam paixão ao falar. Não pude deixar de ser cativado pelo que acontecia naquele ônibus: o anúncio do Evangelho de forma tão poderosa.

Acho que acabei entendendo o que havia acontecido. Era como se tivesse tido a oportunidade de acompanhar (mesmo que a distância) a carreira espiritual de uma pessoa – no caso, o tal vizinho. Eu o vi antes de sua conversão, na igreja e, agora, o via evangelizando.

Estava há, pelo menos, dois metros do pregador naquela noite. Ele não falava alto e não reparei se havia uma bíblia em suas mãos. Mal podia ouvir o que ele falava, mas, sem dúvidas, aquela foi uma das melhores pregações que já ouvi. É maravilhoso ouvir alguém falar do Evangelho de forma tão espontânea, desvinculado de qualquer responsabilidade eclesiástica; simplesmente por amor e pela vontade urgente de fazer com que saibam o que Jesus fez. E é uma pena perceber o quanto este tipo de pregação tem se tornado rara.

Tenho certeza de que as pessoas que olharam nos olhos de meu vizinho naquela noite, assim como eu, não esquecem do que viram. Suas palavras ressoam em suas mentes, fazendo com que analisem a situação de suas almas.

Diante do que vi naquela noite, um questionamento surgiu dentro de mim: “Quando foi que deixei de agir assim, tão apaixonadamente?”. O homem de terno no ônibus me trouxe uma grande lição. Deus o usou para chacoalhar minha consciência.

Caro leitor, eu não era ninguém, nem tinha nada longe de Cristo. Hoje, tenho tudo o que pode completar o ser humano: paz, saúde, felicidade e, principalmente, o amor, a graça e a salvação: hoje, tenho Jesus! Um vizinho me fez lembrar que é necessário que você saiba que tudo isso também pode ser seu! Jesus o ama!

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Dom. dia 21/10, às 8h     Reunião do Santo Jejum   SEDE ZONA LESTE         Av. Celso Garcia, 6076 - Penha - São Paulo - SP