Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – PE pr.luciano@pazevida.org.br

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI pr.marciodasilva@pazevida.org.br

Pr. Luiz Carlos

Pr. Luiz Carlos

Sede Estadual – MA pr.luizcarlos@pazevida.org.br

Pr. Ubyratan Araújo

Pr. Ubyratan Araújo

Sede Estadual – BA pr.ubyratan@pazevida.org.br

Pr. Alex Oliveira

Pr. Alex Oliveira

Sede Estadual – PA pr.alexoliveira@pazevida.org.br

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Internacional – SP   pr.joaquimneto@pazevida.org.br  

Pr. Rodrigo Rosa

Pr. Rodrigo Rosa

Sede Estadual - GO pr.rodrigorosa@pazevida.org.br

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   pr.sandropinheiro@pazevida.org.br

Pr. Gilson Marques

Pr. Gilson Marques

Sede Estadual – RS pr.gilsonmarques@pazevida.org.br

Pr. Elianderson Castro

Pr. Elianderson Castro

Sede Estadual – AM pr.elianderson@pazevida.org.br

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PB pr.reginobarros@pazevida.org.br

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE pr.gilvamgomes@pazevida.org.br

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – MG pr.danyelpagliarin@pazevida.org.br

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Estadual – RJ pr.neilton@pazevida.org.br

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PR pr.delson@pazevida.org.br

Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

Sede Estadual - RN pr.jeanvilela@pazevida.org.br

Pra. Marta Aguiar

Pra. Marta Aguiar

Sede Estadual – SC pra.martaaguiar@pazevida.org.br

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual – CE pr.crescio@pazevida.org.br

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL pr.carlospinheiro@pazevida.org.br

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal pr.fabiohenrique@pazevida.org.br

Os constantes avanços tecnológicos e científicos mudaram radicalmente a forma do homem viver e se relacionar.

Ouvi de um amigo, enquanto conversávamos sobre todos esses avanços, que, se alguém que viveu há cem anos atrás pudesse voltar a viver em nossos dias, acharia que a terra foi invadida por alienígenas.

Doenças que, em outras épocas, eram fatais ao organismo humano, hoje, com tantas vacinas e remédios a disposição, são facilmente superadas. Equipamentos de diagnósticos precisos, laboratórios modernos, exames, cirurgias, transplantes e outras novidades revolucionaram a forma de tratar a saúde.

Da mesma forma, as comunicações viram todas as barreiras ruírem. Satélites, antenas, internet, telefonia móvel e tantas outras inovações diminuíram a distância entre as pessoas e tornaram possível a comunicação instantânea com qualquer parte do mundo.

Os veículos de comunicação (como o radio e a televisão) se modernizaram e passaram a fazer, cada vez mais, parte do cotidiano das famílias.


Sem dúvida, vivemos em um “outro mundo”.

É interessante analisar a forma como a Igreja passou a se relacionar com este “mundo novo”.

No que diz respeito ao progresso médico, muitos lugares do mundo ainda encontram dificuldades para encontrá-lo. A África e a Índia são exemplos disso. Dentro deste problema, a Igreja encontrou espaço para agir.

Por muito tempo, missionários entravam em países onde o fanatismo religioso impera levando auxílio médico ao povo. Dessa forma, furavam o bloqueio dos fanáticos e faziam valer literalmente as Palavras de Cristo: “Não são os sãos que precisam de médicos, mas os doentes”. Sofredores africanos e indianos encontraram naqueles hospitais cristãos alívio e cura para os seus corpos e almas. Grandes complexos hospitalares foram erguidos, muitos dos quais permanecem até hoje.

No entanto, atualmente o que se vê em muitos desses hospitais é a preocupação com o padrão médico superando a preocupação com as almas.

E nas comunicações? Grandes evangelistas passaram a utilizar a televisão e o rádio para pregar o Evangelho, levando milhões de vidas aos pés de Cristo. Muitos ministérios passaram a possuir sua próprias redes de TV e rádio. Porém, é triste perceber que, em alguns casos, o interesse pela audiência é maior que o amor pelas almas.

É necessário que nós, pessoas comprometidas com o Evangelho, mantenhamos viva a Sua essência. Em cada ministério, em cada reunião para decidir os rumos a serem tomados, em cada palavra dita, a cada toque no teclado do computador, ao manusear um equipamento, em cada produção, em cada atitude tomada. É preciso manter pura a intenção final de salvar. Afinal, por mais doenças que possamos curar, nenhum procedimento médico impedirá o corpo físico de morrer finalmente. Só a Mensagem da Cruz pode dar a vida eterna à alma arrependida. E, por mais longe que nossa voz possa chegar, o importante é que a voz de Deus seja ouvida nos corações de toda a humanidade.

Que não corramos o risco de pararmos, qualquer dia desses, em meio à tantas tarefas e pensarmos: “Para que tudo isso?”.

 

Adans Jefferson - Diretor de Comunicação Paz e Vida (Colunista)

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