Pr. Elianderson Castro

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Pr. Alex Oliveira

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Sede Estadual – PA pr.alexoliveira@pazevida.org.br

Pr. Rodrigo Rosa

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Pr. Márcio Silva

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Pr. Joaquim Neto

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Pr. Danyel Pagliarin

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Pr. Jean Vilela

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Pr. Delson Campos

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Pr. Luciano Alves

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Pr. Regino Barros

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Pr. Gilvan Gomes

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Pr. Fábio Henrique

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Pr. Neilton Rocha

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Pr. Crescio Rezende

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Pr. Luiz Carlos

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Pra. Marta Aguiar

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Pr. Ubyratan Araújo

Pr. Ubyratan Araújo

Sede Estadual – BA pr.ubyratan@pazevida.org.br

Outro dia, enquanto andava apressado pela Avenida Paulista, vi algo que, de tão impressionante, fez com que eu me esquecesse que estava atrasado.

Uma mulher, sem um fio de cabelo na cabeça e usando uma máscara cirúrgica, levava uma sacola pesada (dessas de feira), apoiando-se em duas muletas, já que não tinha uma das pernas.

A cena me chocou tanto que, mesmo com tanta gente transitando e com tantas coisas acontecendo ao redor, não consegui prestar atenção em mais nada.

Observei a forma como se movimentava. Com uma trágica habilidade, a mulher movia as muletas e levava a sacola.

Apesar de a dificuldade ser evidente, ela andava obstinada, como uma guerreira. Sempre olhando para frente, como se dissesse: Consigo seguir em frente.

A curiosidade tomava conta de mim. Quem era aquela mulher? Qual era a sua história? Qual seria a doença que a levava àquela condição? O que levava naquela sacola? Com o coração dilacerado, a vi passar. Passei todo o resto da manhã remoendo as lembranças do que tinha presenciado.

Na hora do almoço, fui ao banco. Andando novamente pela Avenida Paulista, à margem das calçadas, onde pessoas bem vestidas passavam carregando malas feitas com o couro de algum animal em extinção, ou falando em celulares de última geração, tive minha sensibilidade aguçada para perceber seres humanos que contrastavam com todo o “glamour” do cenário: crianças com suas peles encardidas pela fumaça do trânsito, cabelos desgrenhados, roupas sujas, com numerações maiores ou menores; doentes em cadeiras de rodas ou sentados no chão com as mãos estendidas, esperando algum auxílio dos pedestres que passavam sem-pre apressados. Sei que sempre estiveram ali, mas era como se só os percebesse agora.

Quando voltava para o serviço, encontrei novamente a mulher que tinha visto pela manhã. A vi próximo à estação do metrô, sentada no chão, com as duas muletas do lado.

A sacola, agora, estava vazia e ela segurava um recipiente de alumínio, onde arrecadava esmolas. Em frente ao local onde estava, tinha um pedaço de papelão, onde estava escrito: “Tenho câncer”. Fui tomado pela tristeza.

Hoje, relembrando aquele dia, penso no tanque de Siloé, o local para onde con-vergiam muitos doentes, na época de Cristo. O evangelho de João, no capítulo 5, conta a história de um homem que estava paralítico há trinta e oito anos e que, no tanque de Siloé, esperava ser curado. Jesus Cristo, ao vê-lo ali, curou-o.

Fico imaginando como seria, se Cristo passasse por aquela mulher na Avenida Paulista e penso na promessa descrita em João 14:12: “Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço. E as fará maiores do que estas...”

Confesso que me senti um cristão inútil fazendo o mesmo que qualquer outra pessoa para ajudar àquela mulher (dando uma esmola). Por que não conseguimos ver a promessa de fazer as mesmas obras se cumprir em nós? Será que nós, a Igreja de Cristo, passando a andar com malas “chiques” e a falar em celulares de último tipo, deixamos de nos compadecer dos sofredores? Será que estamos sempre apressados e ocupados demais com os assuntos da “obra” para fazermos a Obra?

O paradoxo que percebi naquela região nobre da cidade, onde o tamanho dos arranha-céus e a beleza das lojas e bancos chamam mais a atenção dos que por ela passam que o sofrimento de um semelhante, me fez refletir sobre o meu papel, como cristão.

Nunca mais vi aquela mulher. Não sei o seu nome e nem se ainda vive. Oro para que Deus a ampare e para que aprendamos a ter o mesmo amor que O levou a entregar o próprio Filho para nos salvar, para que sejamos a sua resposta ao clamor de sofredores como àquela mulher da Paulista.



Adans Jefferson
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