Pr. Crescio Rezende

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Pr. Gilvan Gomes

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Pr. Gilson Marques

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Pr. Luciano Alves

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Pr. Jean Vilela

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Pr. Joaquim Neto

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Pr. Regino Barros

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Pr. Danyel Pagliarin

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Festa no Deserto

Moisés e Arão se apresentaram diante de faraó, rei do Egito, para lhe entregar um recado de Deus: “Assim diz o SENHOR, Deus de Israel: Deixa ir o meu povo, para que me celebre uma festa no deserto” (Êxodo 5:1b).

 

Recentemente, eu estive numa festa. O salão alugado, aonde ela aconteceu, estava muito bem decorado. Os funcionários do bufe, bem vestidos e tinha muita comida, doces e refrigerantes. Grande novidade! As festas, geralmente, são assim. Cria-se um ambiente propício à diversão e à confraternização. Um ambiente bem diferente de um... Bem... De um deserto.

“Deserto” vem do latim desertus e significa “abandonado”. Em algumas regiões desertas do mundo, é comum que até doze meses se passem sem que uma única gota de chuva caia por lá. A escassez de água inibe a vida e faz com que os poucos seres vivos tenham hábitos noturnos, procurando reter o pouco de umidade que encontram se escondendo durante o dia. A areia fina e fofa exige o dobro do esforço para caminhadas. Acho que você, caro leitor, há de convir que não se trate do melhor lugar para uma festa acontecer.

Deus passou o recado que deveria ser entregue a faraó do alto de um monte. Lá, Ele incumbiu Moisés da missão de libertar o povo de Israel de uma escravidão que perdurava por mais de quatro séculos. A promessa que Deus fazia para o povo prestes a respirar a liberdade não era a de viver uma vida sob o calor escaldante do deserto. A promessa era o ingresso dos israelitas numa terra boa e larga que manava leite e mel: “...desci para livrá-lo [o povo] da mão dos egípcios e para fazê-lo subir daquela terra a uma terra boa e larga, a uma terra que mana leite e mel...” (Êxodo 3:8). No entanto, entre o Egito (a terra da escravidão) e Canaã (a terra prometida) existiam os egípcios e um deserto.

A carta escrita aos cristãos hebreus diz que as coisas descritas no velho testamento são sombras de coisas que, hoje, nos dizem respeito (Hebreus 8:6). Deus também nos fez promessas e, acredite, não se trata de uma vida no deserto, mas, é muito possível que exista um deserto pelo qual peregrinar antes da posse da terra.

Os desertos da vida têm a sua utilidade. Eles nos propiciam momentos de contemplação de milagres, nos ensinam a dependência exclusiva de Deus e nos preparam para a terra que mana leite e mel. Num lindo discurso, antes da entrada na terra prometida, após quarenta longos anos de peregrinação no deserto, Moisés, diante do povo, disse: “E te lembrarás de todo o caminho pelo qual o SENHOR, teu Deus, te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, para te tentar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias os seus mandamentos ou não. E te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná, que tu não conheceste, nem teus pais o conheceram, para te dar a entender que o homem não viverá só de pão, mas que de tudo o que sai da boca do SENHOR viverá o homem. Nunca se envelheceu a tua veste sobre ti, nem se inchou o teu pé nestes quarenta anos.” (Deuteronômio 8:2-4).

O Deus que sustentou o povo entre serpentes e escorpiões é o mesmo que, ainda hoje, mantém a sua nuvem durante o dia sobre os seus, protegendo-os do calor abrasador, e os aquece nas noites geladas com a sua coluna de fogo. Ainda que pareça não ser o melhor lugar, diante da esperança que nos é apresentada, festejemos no deserto até que o momento da entrada em Canaã chegue!

“Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente
não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada” (Romanos 8:18).



*Adans Jefferson faz parte do Departamento de
Comunicação da Comunidade Cristã Paz e Vida.
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