Pr. Luciano Alves

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Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Raphael Batista

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Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

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Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Imóvel segue caro para seis em cada dez que pretendem fechar negócio

A quantidade de brasileiros que pretende comprar imóveis nos próximos três meses caiu para 39% no último trimestre de 2017 — o menor nível dos últimos três anos. Ainda que intenção seja pela compra, a maior parte deles (64%) avalia que os preços praticados no pelo mercado ainda estão caros.

Dados do Raio-X FipeZap, divulgados nesta sexta-feira (8), mostram que a maior parte dos potenciais compradores para os próximos meses classificaram os preços dos imóveis como “altos” (44%) ou “muito altos” (19%).

Outros 28% dos que pretendem fechar negócio em breve avaliam que os valores estão "razoáveis”. Há ainda uma parcela menor dos entrevistados que veem os preços "baixos" (5%) ou "muito baixos" (2%).

Para aqueles que compraram imóveis recentemente, o levantamento mostra uma opinião um pouco diferente, com a percepção da maior parte deles (39%) de que os valores estão em nível “razoável”. Em seguida, aparecem os entrevistados que observam os preços “altos” (32%), “muito altos” (12%), “baixos” (9%) e “muito baixos” (6%).

O estudo indica ainda que 56% dos que compraram imóvel ao longo dos últimos três meses de 2017 optaram pela aquisição de propriedades usadas. Ao mesmo tempo, a maior parte (54%) dos que pretendem comprar um imóvel nos próximos meses afirma não se importar se o local é novo.

Os entrevistados que dizem esperar um aumento nos preços oscilou de 18% para 15% no período. Com isso, a expectativa de variação de preço para os próximos 12 meses passou de -2,4% para -3,6% no período finalizado em dezembro do ano passado.

Desconto

Na contramão do número de potenciais compradores com a percepção de que os preços estão altos aparece uma queda de 0,2 ponto percentual, para 7,6%, no desconto médio aplicado às transações de imóveis no País.

Apesar do desconto menor, o volume de transações de compra e venda de imóveis realizadas com desconto subiu de 64,7% para 65,2% na comparação entre os últimos dois trimestres de 2017.

Mesmo com a alta, o percentual ainda segue distante do pico de 74,8% transações com desconto apurado pelo indicador em junho de 2016.

Fonte: R7

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