Pr. Dionatan Freitas

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Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

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Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

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Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Fábio Henrique

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Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Alex Oliveira

Pr. Alex Oliveira

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Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

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Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

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Nova fase da Lava Jato mira administração de presídios do RJ

A Polícia Federal cumpre, na manhã desta terça-feira (13), mandados de prisão preventiva contra servidores do sistema penitenciário do estado. A operação Pão Nosso, derivada da Lava Jato, investiga o desvio de recurso públicos e pagamento de propina em contratos de empresas do ramo alimentício com a Seap. O nome é uma referência aos pães feitos pelos detentos, cujo contrato para fabricação também teria sido utilizado para desviar recursos públicos.

Entre as alvos da operação estão o ex-secretário estadual de Administração Penitenciária (Seap) e coronel da Polícia Militar Cesar Rubens Monteiro de Carvalho, o ex-secretário adjunto de tratamento penitenciário Marcos Vinicius Lips e o diretor do Departamento de Polícia Especializada, Marcelo Martins. Os presos serão indiciados por corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Há, no total, 14 mandados de prisão, assinados pelo juiz federal Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal. Também foram emitidos dez mandados de prisão temporária e 28 mandados de busca e apreensão. A ação ocorre nas cidades do Rio de Janeiro, Mangaratiba (RJ), Niterói (RJ) Duque de Caxias (RJ) e Araras (SP). A operação é realizada em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e da Receita Federal do Brasil.

As investigações começaram há cerca de seis meses e apontam que funcionários públicos Seap associaram-se aos gestores da Iniciativa Primus (uma organização sem fins lucrativos) e a outros agentes da iniciativa privada para a prática de atos fraudulentos e lesivos, que resultaram em um prejuízo de aproximadamente R$ 44,7 milhões aos cofres públicos.

As apurações partiram de delação premiada do operador do ex-governador do Rio Sérgio Cabral (MDB), Carlos Miranda. O colaborador afirmou ao Ministério Público Federal que havia um acordo entre Carvalho, quando ainda secretário, e Cabral para o repasse de propina nos contratos da secretaria. Os pagamentos, segundo a delação, começaram a ser feitos no final de 2007 e duraram até 2014, abastecendo a organização criminosa do ex-governador, segundo o MPF.

Fonte: VEJA

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Sexta, dia 22/06, às 19h Cura Divina e Libertação     SEDE RIO DE JANEIRO     Av. Vicente de Carvalho, 1121 - Vila da Penha - Rio de Janeiro - RJ

 

   

 



 

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