Pr. Luciano Alves

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Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Alex Oliveira

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Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Márcio Silva

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Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Joaquim Neto

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Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

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Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

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Pr. Leonardo Pinheiro

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Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

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Pr. Raphael Batista

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Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

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Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

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Mercado prevê inflação maior e PIB abaixo de 2% neste ano

Os economistas do mercado financeiro aumentaram, mais uma vez, as projeções de inflação e diminuíram a expectativa de alta do Produto Interno Bruto (PIB) para este ano, conforme Boletim  Focus divulgado nesta segunda-feira, 11, pelo Banco Central.

As novas projeções levam em consideração o impacto da greve dos caminhoneiros, que provocou o desabastecimento em todo o país e, consequentemente, teve reflexo direto nos preços de alguns produtos, como combustível e alimentos.

A previsão de inflação para este ano subiu de 3,65% para 3,82%. Há quatro semanas, o mercado previa um IPCA, inflação oficial, de 3,45%. Para 2019, a estimativa foi ampliada de 4,01% para 4,07%. A projeção dos economistas para a inflação em 2018 está próxima do piso da meta deste ano, cujo centro é de 4,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual (índice de 3% a 6%). Para 2019, a meta é de 4,25%, com margem de 1,5 ponto (de 2,75% a 5,75%).

Conforme o BC, os preços administrados foram elevados a 6% este ano. Antes estavam em 5,6%. Os economistas, no entanto, mantiveram a previsão para o dólar em 3,50 reais no fim de 2018 e também em 2019. Vale destacar que no fim da semana passada o Banco Central realizou intervenção extra no mercado e conseguiu segurar a cotação da moeda, que vinha em trajetória de alta. As ações da autarquia monetária devem continuar nesta semana.

Para o PIB, as projeções apontam para aumento de 1,94% neste ano, contra 2,18% previsto na semana passada. Para 2019, a estimativa também foi reduzida de 3% para 2,8%.

Para os economistas, a Selic deve ficar em 6,5% neste ano. Para 2019, a expectativa foi mantida em 8%.

Fonte: VEJA

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