Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

China perde segundo lugar no ranking das Bolsas

A China deixou de ser o segundo maior mercado das Bolsas no mundo, posição que o país ocupava desde 2014, superada pelo Japão, em um contexto de tensões comerciais com os Estados Unidos.

O valor total de capitalização das Bolsas chinesas caiu na quinta-feira a US$ 6,09 trilhões, menos que os US$ 6,17 trilhões das bolsas japonesas, de acordo com dados divulgados pela agência Bloomberg nesta sexta-feira (3).

Desde 2014, a China ocupava o segundo lugar em capitalização das Bolsas, atrás dos Estados Unidos, onde este mercado alcança o valor de US$ 31 trilhões.

As Bolsas chinesas foram particularmente afetadas pela tensão comercial com os Estados Unidos. Desde o início do ano, a Bolsa de Xangai perdeu mais 16% de seu valor.

Para muitos analistas, as tarifas adotadas por Washington em julho sobre importações de produtos chineses no valor de US$ 34 bilhões, assim como a ameaça de novas taxas, foram decisivas para a queda nas Bolsas chinesas, muito voláteis.

Ao mesmo tempo, os bons resultados das empresas japonesas estimularam o índice Nikkei da Bolsa de Tóquio.

"As empresas japonesas têm resultados sólidos e apoiam as cotações em Tóquio", declarou à AFP Yoshihiro Okumura, diretor do fundo Chibagin Asset Management da capital japonesa.

"Mas o mercado de Tóquio não está em ótima forma porque o Japão segue pendente das consequências da guerra alfandegária, pois depende muito do comércio internacional", adverte.

O mercado da Bolsa na China disparou em 2014 e 2015, chegando a valer US$ 10 trilhões. Mas no verão de 2015 sofreu um forte desvalorização, com uma queda de quase 40% da Bolsa de Xangai.

Fonte: G1

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