Pr. Dionatan Freitas

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Pr. Reinaldo Rosário

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Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Fábio Henrique

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Pr. Neilton Rocha

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Pr. Danyel Pagliarin

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Pr. Leonardo Pinheiro

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Pr. Crescio Rezende

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Pr. William Alves

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Sede Estadual – [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

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Pr. Raphael Batista

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Pr. Delson Campos

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Pr. Regino Barros

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Pr. Gilvan Gomes

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Pr. Márcio Silva

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Pr. Emerson Stevanelli

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Pr. Wesley Santos

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Brasil perde posição em ranking de viagem aérea

O setor aéreo registrou um aumento no número de passageiros brasileiros, mas o crescimento ocorre a uma taxa ainda inferior à expansão global. Dados da Iata (Associação Internacional de Transporte Aéreo) apontam que, em 2016, o Brasil era o 11º maior responsável por viagens domésticas e internacionais. Em 2017, o País caiu para a 12ª posição, depois da Austrália.

De acordo com a entidade, que reúne as maiores empresas do setor os brasileiros realizaram 72,9 milhões de viagens em 2016. Um ano depois, o número seguiu aumentando. Mas a uma taxa inferior aos demais países. Ao fim de 2017, 76,6 milhões de brasileiros tinham voado. O aumento de 5% é inferior ao aumento mundial, de 7,3%.

Em 2016, a mesma Iata havia apontado que o Brasil tinha sido o único entre os sete maiores mercados aéreos do mundo que havia registrado uma queda no número de passageiros domésticos. No total, a contração de viagens domésticas há dois anos tinha sido de 5,5%.

Para 2017, a liderança mundial continua sendo dos americanos, que somaram 632 milhões de viagens aéreas em 2017, 18% de todos os passageiros no mundo. A China vem em segundo lugar, com 555 milhões de viagens. Juntos, americanos e chineses representam um terço dos passageiros do planeta.

Outro país em desenvolvimento, a Índia, aparece na terceira posição, mas com um volume bem abaixo dos dois principais países. Foram 161,5 milhões de passageiros em 2017, contra 147 milhões de britânicos e 114 milhões de alemães.

Viajantes

Em todo o mundo, o número de passageiros aéreos superou pela primeira vez a marca de 4 bilhões de pessoas. Na avaliação da entidade, uma economia global em boas condições em diversos mercados e passagens baratas contribuíram para o novo recorde. Além disso, a Iata estima que as conexões existentes entre 20 mil cidades - o dobro do que existia em 1995 - também contribuíram.

"Em 2000, uma pessoa em média fazia uma viagem de avião a cada 43 meses", disse Alexandre de Juniac, diretor da entidade. "Em 2017, essa taxa caiu para 22 meses. Nunca foi tão acessível voar", completou. 

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Fonte: R7

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