Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Inflação em um ano é a menor desde 1999, diz IBGE

inflação acumulada no período de doze meses até é a menor desde 1999, segundo dados do IBGE divulgados nesta quarta-feira. O IPCA registrou alta de 2,71% no período de um ano terminado em julho. Os preços no mês subiram 0,24%, após terem registrado queda de 0,23% em junho.

Com o resultado, o patamar da inflação fica abaixo do limite inferior da meta do ano estabelecida pelo governo. O centro da meta perseguida pelo Banco Central é de 4,5%. Mas com a margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual. é aceitável que o aumento dos preços fique entre 3% e 6%. A queda da inflação tem sido um dos fatores que leva o Copom, órgão do BC, a reduzir a taxa básica de juros (Selic).

No mês de julho, a principal influência foi das despesas com alimentação e bebidas. O grupo responde por um quarto do gasto das famílias brasileiras, e teve queda de de 0,47%, o terceiro mês consecutivo.

As principais contribuições para alta dos preços foram no grupo habitação (1,64%) e transportes (0,34%). O primeiro grupo foi puxado pelo aumento no preço da energia elétrica (6%). “Isso ocorreu devido à entrada em vigor da bandeira tarifária amarela, a partir de 01 de julho, representando uma cobrança adicional de 2 reais a cada 100 Kwh consumidos”, diz o IBGE em nota.

O segundo grupo foi influenciado principalmente pelo aumento no imposto do PIS e Cofins sobre os combustíveis, cujos preços subiram 0,92% no mês. “O litro do etanol ficou, em média, 0,73% mais caro. Já a gasolina apresentou variação de 1,06%”, avalia o IBGE.

Fonte: VEJA


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