Pr. Joaquim Neto

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Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

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Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Regino Barros

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Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Neilton Rocha

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Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Danyel Pagliarin

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Pr. Carlos Pinheiro

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Pr. Márcio Silva

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Pr. Dionatan Freitas

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Pr. Wesley Santos

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Pr. Raphael Batista

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Pr. Emerson Stevanelli

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Pr. Delson Campos

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Pr. Gilvan Gomes

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Pr. Luciano Alves

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Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

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PF está nas ruas para prender dois na Lava Jato

Polícia Federal está nas ruas de Curitiba para executar duas prisões na Operação Ponto Final, braço da Lava Jato no Rio de Janeiro. A informação foi adiantadas pelo colunista Lauro Jardim, de O Globo.

Os mandados, expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, têm como alvos dois empresários da construção civil acusados de lavar de dinheiro para a Fetransport, empresa de ônibus do Rio. Nuno Canhão Coelho já foi preso na capital paranaense. O outro suspeito, Guilherme Vialle, está no exterior. A Polícia Federal já acionou a Interpol. 

Operação Ponto Final

No início de julho, investigações do Ministério Público Federal (MPF) indicaram que Sérgio Cabral recebeu 122,8 milhões de reais em propinas de empresas de ônibus entre os anos de 2010 e 2016. O ex-governador do Rio se tornou réu na Justiça Federal pela 14ª vez nesta terça (8), após o juiz Marcelo Bretas, responsável pelo desdobramento da Lava Jato no Rio, aceitar duas denúncias do MPF por corrupção passiva.

Em uma das denúncias, Cabral é acusado de receber propina de 144,7 milhões de reais entre julho de 2010 e outubro de 2016. Nesta acusação, além de Cabral, tornaram-se rés outras 13 pessoas, incluindo Bezerra, Miranda, Novis e o empresário Jacob Barata Filho, preso na Ponto Final, deflagrada no início de julho. O Ministério Público os acusa dos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro, crimes contra o sistema financeiro e organização criminosa.

A outra denúncia aceita por Marcelo Bretas contra Sérgio Cabral, também por corrupção passiva, mira Rogério Onofre, ex-presidente do Departamento de Transportes Rodoviários do Rio de Janeiro (Detro), Barata Filho e outras dez pessoas.

O esquema das firmas de transporte, que segundo o MPF funcionava para garantir tarifas e contratos com o governo estadual, teria alcançado 260 milhões de reais.

Fonte: VEJA


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