Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Estadual – RJ pr.neilton@pazevida.org.br

Pr. Gilson Marques

Pr. Gilson Marques

Sede Estadual – RS pr.gilsonmarques@pazevida.org.br

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL pr.carlospinheiro@pazevida.org.br

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal pr.fabiohenrique@pazevida.org.br

Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

Sede Estadual - RN pr.jeanvilela@pazevida.org.br

Pra. Marta Aguiar

Pra. Marta Aguiar

Sede Estadual – SC pra.martaaguiar@pazevida.org.br

Pr. Rodrigo Rosa

Pr. Rodrigo Rosa

Sede Estadual - GO pr.rodrigorosa@pazevida.org.br

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual – CE pr.crescio@pazevida.org.br

Pr. Alex Oliveira

Pr. Alex Oliveira

Sede Estadual – PA pr.alexoliveira@pazevida.org.br

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   pr.sandropinheiro@pazevida.org.br

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – MG pr.danyelpagliarin@pazevida.org.br

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PB pr.reginobarros@pazevida.org.br

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Internacional – SP   pr.joaquimneto@pazevida.org.br  

Pr. Ubyratan Araújo

Pr. Ubyratan Araújo

Sede Estadual – BA pr.ubyratan@pazevida.org.br

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE pr.gilvamgomes@pazevida.org.br

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PR pr.delson@pazevida.org.br

Pr. Luiz Carlos

Pr. Luiz Carlos

Sede Estadual – MA pr.luizcarlos@pazevida.org.br

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI pr.marciodasilva@pazevida.org.br

Pr. Elianderson Castro

Pr. Elianderson Castro

Sede Estadual – AM pr.elianderson@pazevida.org.br

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – PE pr.luciano@pazevida.org.br

Doria fica dois dias fora de São Paulo para cada três visitas à periferia

Para cada três vezes que visitou os bairros mais distantes do centro de São Paulo, o prefeito João Doria passou dois dias fora da capital paulista, indica levantamento feito pelo R7 com base nas agendas públicas do governante entre os dias 1º de janeiro e 31 de agosto de 2017.

Nos oito meses em que está à frente da Prefeitura, o tucano passou 51 dias fora da cidade, o equivalente a pouco mais de um mês e meio longe do território paulistano. O roteiro do político tem destinos como negócios em Dubai e encontro com empresários na China, mas também incluem homenagens em Salvador (BA) e visitas a empresas de comunicação em Fortaleza (CE).

Enquanto isso, o prefeito cumpriu agenda nas ruas da cidade 149 dias, quando visitou 89 bairros em 259 compromissos. A maior parte deles — 154 visitas, ou 59% do total — se concentrou no centro expandido de São Paulo. Na periferia, foram 107 agendas, ou 41%.

O centro expandido é a área da cidade delimitada pelas marginais Tietê e Pinheiros, avenidas Bandeirantes, Tancredo Neves, Juntas Provisórias e Luis Inácio de Anhaia Melo. Dentro dele estão a maior parte da vida econômica da cidade e dos bairros considerados mais nobres. O R7 adotou como periferia os espaços fora dessa demarcação, formada, em sua maioria, por bairros de menor poder aquisitivo, mas, também, por áreas como Brooklin, Cidades Monções e Morumbi.

A região onde Doria se fez mais presente foi o centro da cidade. Foram 20 compromissos em locais como Praça da Sé, Mosteiro de São Bento e Teatro Municipal. Na zona sul, o prefeito fez 13 visitas ao Ibirapuera e 13 ao Morumbi, sendo oito delas ao Palácio dos Bandeirantes, onde fica o padrinho político e governador, Geraldo Alckmin.

No período, Doria esteve em 33 bairros da zona sul durante 101 compromissos. Na zona leste, o prefeito visitou 19 distritos em 34 aparições na região. Na zona oeste, foram 49 agendas cumpridas em 13 bairros. Na região central, o político marcou presença em 48 ocasiões em 13 distritos. Por fim, na zona norte, foram 27 compromissos em 11 bairros.

O prefeito ainda esteve três vezes em Osasco, nas sedes das emissoras Rede TV! e SBT, e uma vez em Guarulhos, no aeroporto de Cumbica, onde participou do lançamento de um avião para a rota São Paulo - Dubai.

Desde que assumiu o mandato, Doria teve 43 dias apenas com compromissos no gabinete, o que inclui reuniões com o secretariado, lançamento de programas e audiências com vereadores e representantes da sociedade civil, e 12 dias sem nenhuma atividade como gestor da cidade.

O perfil das viagens

A primeira vez que o prefeito deixou a cidade foi em fevereiro, quando se encontrou com investidores em Dubai. Em abril, foram seis dias em Seul, na Coreia do Sul, participando de encontros com bancos de investimentos e conhecendo tecnologias de transporte público.

Doria ainda carimbou o passaporte em Roma, na Itália, onde se encontrou com o Papa Francisco, e em Portugal, onde fez palestra na Faculdade de Direito de Lisboa. Em Nova York, recebeu o prêmio de personalidade do ano da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos. Em Miami, participou da conferência de prefeitos dos EUA. Por fim, na China, se encontrou com empresários e recebeu doações para a Prefeitura.

A agenda de compromissos nacionais do prefeito inclui Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC), Campinas (SP), Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR), Salvador (BA), Santo André (SP), Palmas (TO), Natal (RN), Fortaleza (CE), Barretos (SP), Vitória (ES) e Campina Grande (PB). Nesses destinos, fez palestras e recebeu homenagens.

Para Vinicius Schurgelies, coordenador do curso de Gestão Pública, da Universidade Metodista de São Paulo, é difícil para o prefeito estar em todos os locais ao mesmo tempo.

— Ele passa a ser convidados para estar em muitos locais, muitos eventos, inclusive fora de sua base, só pelo cargo de chefe de executivo. É função dele também fazer essa agenda.

De acordo com o professor, não é um problema se o gestor da cidade não estiver nos bairros, desde que exista um representante do governo nesses locais.

— Quando o chefe sai na captura do investimento, isso é positivo. Claro que a gente tem que olhar que tipo de investimento ele pode trazer. São negócios que ele abre hoje, mas que tem um tempo de maturação, só vão se concretizar daqui uns meses, uns anos.

O acúmulo de dias fora da cidade, no entanto, pode ser prejudicial, afirma o professor do curso de Gestão de Políticas Públicas da USP Pablo Ortellado.

— O tempo em que está ganhando título de cidadão, ele estaria se reunindo com o secretariado para desenhar algum programa, articulando iniciativas que passam por mais de uma secretaria. 

Segundo ele, a tecnologia até pode ajudar a diminuir a distância entre prefeito e gabinete, desde que as ausências sejam por razões de interesse público, como os encontros com investidores internacionais.

—  É melhor fazer uma reunião por Skype [aplicativo de conversa instantânea] do que ficar completamente ausente. Mas isso é uma medida corretiva.

O que diz a Prefeitura

Em nota, a Prefeitura afirmou que os compromissos de João Doria não levam em conta a "localização geográfica", mas os retornos que eles podem trazer para a cidade.

"Uma avaliação correta da agenda do prefeito deve levar em conta, para além dos aspectos quantitativos e localização geográfica dos compromissos, a qualidade do que foi realizado — isto é, os resultados obtidos, tanto em reuniões quanto em encontros, visitas e demais eventos", diz o texto.

A nota enviada ao R7 (leia a íntegra aqui) elenca uma série de ações da gestão municipal que só foram conquistadas, segundo a Prefeitura, com reuniões e encontros realizados na região central da cidade. Entre elas estão o programa Trabalho Novo, a instalação de um campus de extensão universitária na zona leste, parcerias para reforma de calçadas, doação de medicamentos e marca-passos, entre outros.

Sobre os dias viagens, a administração municipal disse que elas são importantes para "a troca de experiências e atração de investimentos", além de não terem custos para a cidade. A Prefeitura destacou ainda que Doria está sempre em contato com seu secretariado. 

"Quanto à agenda internacional e mesmo as viagens domésticas do prefeito, é importante lembrar que tais eventos favorecem a troca de experiências e atração de investimentos, não têm custos para o erário (o prefeito ou viaja a convite ou com recursos próprios) e não alteram a dinâmica da gestão, uma vez que o prefeito usa ferramentas tecnológicas para cobrar sua equipe."

"Em relação a despachos com secretários, cabe lembrar que o primeiro escalão se reúne com o prefeito a cada 15 dias. Tais encontros não raro chegam a 5 horas de duração. Sem contar este fórum específico, o prefeito faz reuniões e despachos específicos com vários secretários diariamente e demanda muito seus subordinados por ferramentas eletrônicas e telefone — e, obviamente, isso não é retratado, nem deveria, na agenda publicada diariamente no site da Prefeitura."

Fonte: R7


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