Pr. Elianderson Castro

Pr. Elianderson Castro

Sede Estadual – AM pr.elianderson@pazevida.org.br

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Internacional – SP   pr.joaquimneto@pazevida.org.br  

Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

Sede Estadual - RN pr.jeanvilela@pazevida.org.br

Pr. Gilson Marques

Pr. Gilson Marques

Sede Estadual – RS pr.gilsonmarques@pazevida.org.br

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE pr.gilvamgomes@pazevida.org.br

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual – CE pr.crescio@pazevida.org.br

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – MG pr.danyelpagliarin@pazevida.org.br

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PB pr.reginobarros@pazevida.org.br

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PR pr.delson@pazevida.org.br

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   pr.sandropinheiro@pazevida.org.br

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – PE pr.luciano@pazevida.org.br

Pr. Luiz Carlos

Pr. Luiz Carlos

Sede Estadual – MA pr.luizcarlos@pazevida.org.br

Pr. Rodrigo Rosa

Pr. Rodrigo Rosa

Sede Estadual - GO pr.rodrigorosa@pazevida.org.br

Pr. Ubyratan Araújo

Pr. Ubyratan Araújo

Sede Estadual – BA pr.ubyratan@pazevida.org.br

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL pr.carlospinheiro@pazevida.org.br

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI pr.marciodasilva@pazevida.org.br

Pr. Alex Oliveira

Pr. Alex Oliveira

Sede Estadual – PA pr.alexoliveira@pazevida.org.br

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal pr.fabiohenrique@pazevida.org.br

Pra. Marta Aguiar

Pra. Marta Aguiar

Sede Estadual – SC pra.martaaguiar@pazevida.org.br

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Estadual – RJ pr.neilton@pazevida.org.br

Com dinheiro público, Nuzman fez do COB uma entidade milionária

Os discursos carregados de emoção e gafes nas cerimônias de abertura e encerramento da Olimpíada, no ano passado, foram os últimos atos de protagonismo do presidente do COB (Comitê Olímpico do Brasil), Carlos Arthur Nuzman, de 75 anos, antes de ser investigado e acusado de fazer parte de um esquema de corrupção internacional para a compra de votos para a escolha do Rio como sede dos Jogos de 2016.

Na Rio-2016, Nuzman fracassou ao não atingir a meta proposta pelo COB de alçar o Brasil aos dez primeiros colocados pelo número total de medalhas — com 19 pódios (sete ouros, seis pratas e seis bronzes), o Brasil ficou na 13ª colocação.

O cartola também decepcionou em abril deste ano, quando perdeu a eleição à presidência da Organização Desportiva Pan-Americana (Odepa). Apontado como favorito, acabou ficando em terceiro (e último) lugar. No mês seguinte, pediu demissão da Odesur (Organização Desportiva Sul-Americana), entidade que presidia havia 14 anos.

Os fracassos acumulados nos últimos anos contrastam com uma carreira como dirigente esportivo marcada por uma ascensão muito rápida. Ex-jogador de vôlei, Nuzman defendeu o Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 1964. Após abandonar as quadras, não demorou muito tempo para assumir a presidência da CBV (Confederação Brasileira de Vôlei), em 1975.

A união de marketing com bons resultados obtidos pela seleção o fizeram liderar, em 1979, um movimento de oposição ao major Silvio de Magalhães Padilha e lançar a sua candidatura ao COB. Com a promessa de aumentar o número de medalhas conquistadas pelo Brasil nos Jogos de Moscou, em 1980 (mesma estratégia usada para a Rio-2016), desafiou o poderoso major e o seu principal cabo eleitoral, o então presidente da Fifa João Havelange, mas acabou derrotado.

O vôlei se popularizou com Nuzman e o cartola perseguiu o comando do COB por anos, até que em 1990 assumiu a vice-presidência da entidade em uma época em quem novos grupos de investidores entraram no esporte e os patrocinadores passaram a ter maior visibilidade. Acumulou o cargo no COB com o comando da Confederação de Voleibol e foi eleito presidente da entidade em 1995. O seu plano era transformar o Brasil em uma potência olímpica a médio prazo. Dizia que, em oito anos, formaria uma geração de atletas vencedores.

Mesmo com a injeção de dinheiro público na entidade, não conseguiu fazer do Brasil uma potência olímpica passadas mais de duas décadas. Foi na sua gestão que o COB passou a contar, a partir de 2001, com recursos da Lei Agnelo/Piva, que destina parte da arrecadação das loterias federais ao esporte, e transformou-se em uma entidade multimilionária. Em 2002, por exemplo, foram repassados R$ 50 milhões. Para 2017, o COB trabalha com uma estimativa de arrecadar R$ 210 milhões.

A primeira grande conquista de Nuzman à frente do COB veio em 2002, quando o Rio ganhou o direito de sediar os Jogos Pan-Americanos de 2007. Com o apoio de políticos, em 2009, Nuzman liderou a candidatura do Brasil para os Jogos Olímpicos de 2016. A vitória veio em 2009, assim como as acusações de que escolha foi fraudulenta.

Fonte: R7


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