Pr. Gilson Marques

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Sede Estadual – RS pr.gilsonmarques@pazevida.org.br

Pr. Rodrigo Rosa

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Sede Estadual - GO pr.rodrigorosa@pazevida.org.br

Pr. Luiz Carlos

Pr. Luiz Carlos

Sede Estadual – MA pr.luizcarlos@pazevida.org.br

Pr. Carlos Pinheiro

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Sede Estadual – AL pr.carlospinheiro@pazevida.org.br

Pr. Alex Oliveira

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Sede Estadual – PA pr.alexoliveira@pazevida.org.br

Pr. Danyel Pagliarin

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Sede Estadual – MG pr.danyelpagliarin@pazevida.org.br

Pr. Regino Barros

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Sede Estadual – PB pr.reginobarros@pazevida.org.br

Pr. Gilvan Gomes

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Sede Estadual - SE pr.gilvamgomes@pazevida.org.br

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual – CE pr.crescio@pazevida.org.br

Pr. Márcio Silva

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Sede Estadual - PI pr.marciodasilva@pazevida.org.br

Pr. Fábio Henrique

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Pra. Marta Aguiar

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Sede Estadual – SC pra.martaaguiar@pazevida.org.br

Pr. Elianderson Castro

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Sede Estadual – AM pr.elianderson@pazevida.org.br

Pr. Ubyratan Araújo

Pr. Ubyratan Araújo

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Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Internacional – SP   pr.joaquimneto@pazevida.org.br  

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – PE pr.luciano@pazevida.org.br

Pr. Sandro Pinheiro

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Sede Distrital – DF   pr.sandropinheiro@pazevida.org.br

Pr. Neilton Rocha

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Sede Estadual – RJ pr.neilton@pazevida.org.br

Pr. Jean Vilela

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Sede Estadual - RN pr.jeanvilela@pazevida.org.br

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PR pr.delson@pazevida.org.br

Em meio a polêmicas, greve dos professores estaduais do RS completa um mês

A greve dos professores estaduais do Rio Grande do Sul completa um mês nesta quinta-feira (5) e segue sem previsão para terminar. Isso porque a principal reivindicação da categoria, que é referente ao parcelamento de salário dos servidores, não foi atendida, e duas medidas cogitadas pelo Piratini causaram mais insatisfação em servidores, aumentando a polêmica em torno do assunto.

Desde fevereiro de 2016, os salários dos servidores do Poder Executivo gaúcho vêm sendo pagos de forma fatiada e consecutiva. Em agosto deste ano, a primeira parcela depositada foi de apenas R$ 350 por matrícula, o que levou os professores a entrarem em greve após uma assembleia.

Corte no ponto e substituição de temporários

Inicialmente, a ideia do Cpers, sindicato que representa a categoria, era encerrar a greve quando os salários fossem quitados. Porém, a entidade reagiu após o Piratini informar por meio de nota que cortaria o ponto dos grevistas e obteve uma liminar na Justiça proibindo a medida.

O pedido foi acolhido pelo desembargador Sérgio Luiz Grassi Beck no dia 30 do mês passado. "Embora a notoriedade da calamidade financeira que aflige o Estado do Rio Grande do Sul, o direito à greve encontra-se previsto na Constituição Federal", dizia trecho do documento.

A Procuradoria-Geral do Estado (PGE) prometeu recorrer dessa decisão e de outra obtida no dia 15 de setembro pela Federação Sindical dos Servidores Públicos do estado (Fessergs), que também impedia o corte do ponto dos servidores.

Até o fim dessa semana, a Secretaria Estadual da Educação estuda a possibilidade de substituir os servidores em greve com contratos emergenciais para viabilizar o cumprimento do ano letivo. O secretário da Educação, Ronald Krummenauer, se manifestou e garantiu que não trabalha com a possibilidade de perder o ano letivo.

"Já temos um calendário que naturalmente sofre dificuldades. Nesse momento, acreditamos que em alguns sábados será necessário ter aulas. Talvez também na semana entre o Natal e o Ano Novo, e em alguns dias de 2018", afirmou. "Se pode recuperar, ainda trabalhamos com a perspectiva de poder ter um ano letivo diferente, mas ainda atendendo a necessidade de 200 dias de aula".

A presidente do Cpers, Helenir Schürer, reagiu em entrevista coletiva. "Se o governo fizer isso, e a comunidade tem que saber, se ele chegar a fazer isso já está decretando o fim do ano letivo. Não tem professores para dar aula", ressaltou.

O sindicato deu um prazo até o dia 10 de outubro para que o governo apresente uma nova proposta à categoria. O pagamento da próxima faixa salarial dos servidores é previsto para a mesma data. Neste mês, o governo está pagando primeiro os servidores que ganham menos.

Segundo o Cpers, 75% dos professores aderiram à greve. A Secretaria de Educação diz que são 33%.

Parcelamento e boletins de ocorrência

Os atritos tiveram início já no início do mês passado, quando o governo anunciou o parcelamento dos salários com o pagamento inicial de R$ 350 por matrícula – o menor valor desde 2015, quando o Piratini começou a fatiar os vencimentos dos servidores.

Professores de várias partes do estado registraram boletins de ocorrência contra o governador José Ivo Sartori por crime de responsabilidade administrativa. Eles cobravam o cumprimento de uma liminar judicial que determina o pagamento integral dos salários.

Na ocasião, o governo estadual argumentou que não cometeu crime de desobediência. "Embora caiba recurso ao Supremo Tribunal Federal e ao Superior Tribunal de Justiça, a decisão do Tribunal de Justiça do Estado afasta a arguição de crime de desobediência", dizia uma nota enviada pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE).

Nos dias seguintes, professores se manifestaram no Centro de Porto Alegre, nas proximidades do Palácio Piratini, sede do governo gaúcho, em pelo menos quatro oportunidades.

Na primeira delas, no dia 5 de outubro, servidores realizaram uma assembleia no Largo Glênio Peres e depois caminharam até Praça da Matriz, onde fica o Palácio Piratini.

No dia 14, novo protesto antecedeu uma reunião com representantes do governo do estado na sede da Secretaria Estadual de Educação (Seduc-RS). Existia uma expectativa que um acordo entre as parte ocorresse neste encontro, o que não aconteceu.

Cinco dias depois, em 19 de setembro, um novo ato reuniu professores que fizeram uma caminhada pelo Centro da capital gaúcha. Mais uma vez, os servidores reclamaram dos salários parcelados e também cobraram ações do governo para diminuir a crise, como medidas de combate à sonegação.

Após uma nova assembleia, mais de 7 mil professores estaduais decidiram manter a greve e seguiram em caminhada pela Região Central de Porto Alegre no dia 29 de setembro. Um dia antes, o Palácio Piratini havia apresentado o novo calendário de pagamentos, no qual ficou definido o depósito integral para quem ganha até R$ 1.750 líquidos. A proposta, no entanto, foi considerada "insuficiente" pela categoria.

Liminar impediu corte de ponto de professores em greve no RS

A Justiça do Rio Grande do Sul determinou, por meio de liminar, que o governo estadual não poderá cortar o ponto dos professores da rede pública que estão em greve desde o início de setembro, descontentes com os frequentes parcelamentos nos salários.

Governo estuda substituições de professores em greve com contratos emergenciais

Na terça-feira (3), o conflito entre o Executivo estadual e o Cpers se acirrou com a possibilidade de a Seduc-RS substituir os servidores com contratos emergenciais para conseguir cumprir o ano letivo.

O secretário da Educação, Ronald Krummenauer, se manifestou e garantiu que não trabalha com a possibilidade de perder o ano letivo. "Já temos um calendário que naturalmente sofre dificuldades. Nesse momento, acreditamos que em alguns sábados será necessário ter aulas. Talvez também na semana entre o Natal e o Ano Novo, e em alguns dias de 2018", afirmou. "Se pode recuperar, ainda trabalhamos com a perspectiva de poder ter um ano letivo diferente, mas ainda atendendo a necessidade de 200 dias de aula".

A presidente do Cpers, Helenir Schürer, reagiu em entrevista coletiva. "Se o governo fizer isso, e a comunidade tem que saber, se ele chegar a fazer isso já está decretando o fim do ano letivo. Não tem professores para dar aula", ressaltou.

O sindicato deu um prazo até o dia 10 de outubro para que o governo apresente uma nova proposta à categoria. O pagamento da próxima faixa salarial dos servidores é previsto para a mesma data. Neste mês, o governo está pagando primeiro os servidores que ganham menos.

O sindicato diz que 75% dos professores aderiram à greve. A Secretaria de Educação diz que são 33%.

Fonte: G1


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