Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PR pr.delson@pazevida.org.br

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI pr.marciodasilva@pazevida.org.br

Pr. Gilson Marques

Pr. Gilson Marques

Sede Estadual – RS pr.gilsonmarques@pazevida.org.br

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE pr.gilvamgomes@pazevida.org.br

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Internacional – SP   pr.joaquimneto@pazevida.org.br  

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   pr.sandropinheiro@pazevida.org.br

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL pr.carlospinheiro@pazevida.org.br

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – MG pr.danyelpagliarin@pazevida.org.br

Pr. Ubyratan Araújo

Pr. Ubyratan Araújo

Sede Estadual – BA pr.ubyratan@pazevida.org.br

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal pr.fabiohenrique@pazevida.org.br

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual – CE pr.crescio@pazevida.org.br

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – PE pr.luciano@pazevida.org.br

Pr. Elianderson Castro

Pr. Elianderson Castro

Sede Estadual – AM pr.elianderson@pazevida.org.br

Pr. Alex Oliveira

Pr. Alex Oliveira

Sede Estadual – PA pr.alexoliveira@pazevida.org.br

Pra. Marta Aguiar

Pra. Marta Aguiar

Sede Estadual – SC pra.martaaguiar@pazevida.org.br

Pr. Luiz Carlos

Pr. Luiz Carlos

Sede Estadual – MA pr.luizcarlos@pazevida.org.br

Pr. Rodrigo Rosa

Pr. Rodrigo Rosa

Sede Estadual - GO pr.rodrigorosa@pazevida.org.br

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Estadual – RJ pr.neilton@pazevida.org.br

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PB pr.reginobarros@pazevida.org.br

Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

Sede Estadual - RN pr.jeanvilela@pazevida.org.br

Em Las Vegas, um fuzil é mais barato que um celular

LAS VEGAS — O novo iPhone 8 Plus, nos EUA, custa US$ 799 (R$ 2.520). Mas, com este valor é possível, em Las Vegas, comprar uma pistola (US$ 350 ou R$ 1.102) e um fuzil (US$ 450 ou R$ 1.418). O preço é mais ou menos padrão em muitas das dezenas de lojas de armamento da cidade, que no domingo viveu a maior chacina com armas de fogo na História moderna dos Estados Unidos. Apesar do choque que ainda assusta parte da população local, o movimento nestas lojas seguia normal.

— O que podemos fazer? Seria o mesmo que proibir a venda de caminhões e carros na Europa depois dos ataques terroristas que ocorreram lá. Não podemos mudar a nossa cultura por causa de uma fatalidade. Isso nunca tinha ocorrido aqui antes — afirmou um comprador de munição na manhã de quarta-feira ao GLOBO ao sair de uma loja de armas, mas com a condição de anonimato. — Não quero dar meu nome pois o momento é de nervosismo, mas logo tudo volta ao normal.

Isso se repetiu nas quatro lojas de armas que O GLOBO visitou na quarta-feira: nenhum dos proprietários ou gerentes aceitou dar entrevistas. Em todas elas, os argumentos eram praticamente os mesmos: em face dos acontecimentos de domingo, em respeito às vítimas, os proprietários das lojas decidiram não falar com a imprensa. Ao menos dois gerentes confirmaram ao jornal, pedindo para não terem seus nomes nem o de seus estabelecimentos citados, que não sentiram mudança no movimento de clientes — a maior parte homens — desde a tragédia causada por Stephen Paddock, que terminou com 58 mortes e mais de 520 feridos.

E o normal no estado é a facilidade no acesso às armas. Para residentes, o processo é simples e rápido e permite que o eventual comprador saia armado no mesmo dia — estrangeiros, contudo, não podem comprar, mas muitas destas lojas oferecem estandes de tiros, que atraem turistas de todo o mundo — inclusive crianças a partir de 10 anos podem praticar, respeitando algumas condições.

Lei de restrição não aplicada

A população local aprovou um controle mais criterioso dos antecedentes criminais para a análise de pessoas que querem comprar armas, mas ele ainda não está em vigor. Mesmo tendo sido aprovadas num referendo que ocorreu juntamente com a eleição de novembro do ano passado, as medidas ainda não foram aplicadas, pois o governo local alega que a lei é confusa e cria normas que não poderiam ser colocadas em prática. Desta forma, a venda de armamento em Nevada segue como uma das mais simples dos EUA.

E o mercado parece ser promissor. De acordo com um levantamento da Every Town for Gun Safety (ONG contra a violência das armas que tem como maior colaborador o bilionário e ex-presidente de Nova York, Michael Bloomberg), há em Nevada, estado com três milhões de habitantes, 515 lojas que vendem armas e munição. Segundo a associação, 97,1% da população do estado vivem a menos de 16 quilômetros de uma destas lojas.

O mesmo estudo indica que, entre 2006 e 2016, 1.036 pessoas foram assassinadas no estado por armas de fogo, sem contar que 55% dos 2.795 suicídios do período foram causados por revólveres, pistolas e fuzis. A associação indica que o custo para tratar os feridos por armas de fogo somou US$ 246 milhões (R$ 775 milhões). Mas, para os compradores, nem a tragédia nem estes números parecem importar muito.


Fonte: O Globo


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