Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

FMI melhora previsões de crescimento do Brasil para 2017 e 2018

Fundo Monetário Internacional (FMI) melhorou nesta terça-feira seus prognósticos de crescimento do PIB do Brasil para 0,7% este ano e 1,5% para 2018. As novas previsões representam, respectivamente, alta de 0,4 ponto porcentual e 0,2 ponto porcentual acima do estimado em julho, graças ao impulso da despesa dos consumidores e a safra agrícola recorde.

“No Brasil, um potente comportamento das exportações e um menor ritmo de contração na demanda interna permitiu à economia voltar ao crescimento positivo no primeiro trimestre de 2017, após oito trimestres consecutivos de queda”, indicou a instituição em seu relatório de Perspectivas Econômicas Globais apresentado nesta terça-feira. A instituição também mencionou o saque das contas inativas como fator para a revisão da expectativa para este ano.

O FMI adverte, no entanto, a que a “debilidade no investimento fruto da incerteza política” no país contribuiu para que a perspectiva para 2018 fosse revisada em 0,2 ponto porcentual. Caso o Brasil atinja “uma gradual restauração da confiança”, acrescentou o organismo, e “à medida que reformas fundamentais para garantir a sustentabilidade fiscal são aplicadas, está previsto um crescimento a médio prazo de 2%”.

A melhora das perspectivas econômicas do Brasil, junto às da outra grande economia latino-americana, o México, elevam o crescimento estimado para a região em 2017 a 1,2%, frente ao 1% previsto há três meses.

As estimativas do governo para o crescimento do PIB em 2017 e 2018 são de 0,5% e 2%. Já o mercado financeiro espera altas de 0,7% neste ano e 2,43% no próximo, segundo dados do último Boletim Focus.

(Com EFE)

Fonte: VEJA


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