Pra. Marta Aguiar

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Sede Estadual – SC pra.martaaguiar@pazevida.org.br

Pr. Luiz Carlos

Pr. Luiz Carlos

Sede Estadual – MA pr.luizcarlos@pazevida.org.br

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PR pr.delson@pazevida.org.br

Pr. Carlos Pinheiro

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Sede Estadual – AL pr.carlospinheiro@pazevida.org.br

Pr. Elianderson Castro

Pr. Elianderson Castro

Sede Estadual – AM pr.elianderson@pazevida.org.br

Pr. Neilton Rocha

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Sede Estadual – RJ pr.neilton@pazevida.org.br

Pr. Rodrigo Rosa

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Sede Estadual - GO pr.rodrigorosa@pazevida.org.br

Pr. Fábio Henrique

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Sede Nacional em Portugal pr.fabiohenrique@pazevida.org.br

Pr. Regino Barros

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Sede Estadual – PB pr.reginobarros@pazevida.org.br

Pr. Gilson Marques

Pr. Gilson Marques

Sede Estadual – RS pr.gilsonmarques@pazevida.org.br

Pr. Joaquim Neto

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Pr. Luciano Alves

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Sede Estadual – PE pr.luciano@pazevida.org.br

Pr. Gilvan Gomes

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Sede Estadual - SE pr.gilvamgomes@pazevida.org.br

Pr. Alex Oliveira

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Sede Estadual – PA pr.alexoliveira@pazevida.org.br

Pr. Danyel Pagliarin

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Sede Estadual – MG pr.danyelpagliarin@pazevida.org.br

Pr. Márcio Silva

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Sede Estadual - PI pr.marciodasilva@pazevida.org.br

Pr. Sandro Pinheiro

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Sede Distrital – DF   pr.sandropinheiro@pazevida.org.br

Pr. Crescio Rezende

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Pr. Ubyratan Araújo

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Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

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Brasileiro terá que trabalhar 40 anos para ter teto da aposentadoria

 

Após reunião no Palácio da Alvorada com presidente Michel Temer e os governadores, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, confirmou nesta quarta-feira (22) que o novo texto da reforma da Previdência terá um efeito fiscal equivalente a 60% da economia prevista originalmente na proposta do governo.

Além disso, a proposta do governo prevê que o trabalhador que quiser receber 100% do salário na aposentadoria terá que contribuir por 40 anos. Quem se aposentar com apenas 15 anos de contribuição, no entanto terá direito a 60% do salário.

O ministro confirmou que o novo texto mantém a regra de transição para as pessoas que já estão mais próximas da aposentadoria. Além disso, o tempo mínimo de contribuição ficará em 15 anos e não 25 anos como na proposta original do governo.

"Hoje os 20% mais pobres da população não conseguem contribuir durante muito tempo para o INSS. E com a regra de transição essas mesmas pessoas irão conseguir se aposentar mais cedo nos primeiros anos da vigência da reforma", disse o ministro.

Segundo ele, outro ponto da proposta que está mantido é a idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 para homens, obedecendo a regra de transição, e a equiparação dos regimes dos trabalhadores privados e dos servidores públicos.

Economia

O relatório do deputado Arthur Maia (PPS-BA), aprovado na comissão especial da reforma, proporcionaria uma economia de 75% do valor original, que era de quase R$ 800 bilhões em 10 anos.

"Nossos cálculos apontam que o novo texto mantém uma economia de cerca de 60% do valor original, que era de pouco menos de R$ 800 bilhões. Ou seja, é um valor substancialmente maior que 50% como vínhamos afirmando. Pode ser um pouco mais ou um pouco menos de 60%, estamos fazendo os ajustes finais", disse Meirelles ao retornar ao Ministério da Fazenda.

A flexibilização das idades mínimas de aposentadoria já está na mesa de negociação. Integrantes da base aliada na Câmara articulam nos bastidores meios para emplacar idades menores, de 60 anos para homens e 58 anos para mulheres. A proposta será levada à discussão nesta quarta no jantar com lideranças políticas e com o presidente Michel Temer.

O ministro também confirmou que não haverá mudanças nas regras atuais do BPC (Benefício de Prestação Continuada) e na aposentadoria de trabalhadores rurais. Esses pontos foram retirados da reforma.

Na reunião com os governadores, Meirelles voltou a apresentar dados que mostram que, sem a reforma, as despesas previdenciárias irão consumir 80% do orçamento daqui a 10 anos. Segundo o ministro, a reunião foi positiva e, com uma nova reunião à noite com os parlamentares da base aliada, o governo deve obter o apoio necessário para o andamento da reforma.

Questionado se o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, o teria procurado para conversar sobre empréstimo ao governo fluminense previsto no Regime de Recuperação Fiscal do Estado, o ministro respondeu que não cabe ao Tesouro Nacional determinar quando a operação de crédito será realizada. O banco BNP Paribas venceu a licitação para fazer empréstimo ao Rio com a garantia da União.

Fonte: R7


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