Pr. Gilvan Gomes

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Sede Estadual - SE pr.gilvamgomes@pazevida.org.br

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PR pr.delson@pazevida.org.br

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual – CE pr.crescio@pazevida.org.br

Pr. Joaquim Neto

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Sede Internacional – SP   pr.joaquimneto@pazevida.org.br  

Pr. Neilton Rocha

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Sede Estadual – RJ pr.neilton@pazevida.org.br

Pr. Ubyratan Araújo

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Sede Estadual – BA pr.ubyratan@pazevida.org.br

Pr. Luiz Carlos

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Sede Estadual – MA pr.luizcarlos@pazevida.org.br

Pr. Alex Oliveira

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Sede Estadual – PA pr.alexoliveira@pazevida.org.br

Pr. Elianderson Castro

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Sede Estadual – AM pr.elianderson@pazevida.org.br

Pr. Rodrigo Rosa

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Sede Estadual - GO pr.rodrigorosa@pazevida.org.br

Pr. Carlos Pinheiro

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Sede Estadual – AL pr.carlospinheiro@pazevida.org.br

Pr. Sandro Pinheiro

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Pr. Fábio Henrique

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Pr. Danyel Pagliarin

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Pr. Jean Vilela

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Pr. Luciano Alves

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Sede Estadual – PE pr.luciano@pazevida.org.br

Pr. Regino Barros

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Sede Estadual – PB pr.reginobarros@pazevida.org.br

Pr. Márcio Silva

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Pr. Gilson Marques

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Sede Estadual – RS pr.gilsonmarques@pazevida.org.br

Pra. Marta Aguiar

Pra. Marta Aguiar

Sede Estadual – SC pra.martaaguiar@pazevida.org.br

IBGE: 1% dos mais ricos recebe 36,3 vezes mais que os mais pobres

 

A concentração de renda no País pode ser medida pelos rendimentos dos trabalhadores brasileiros. Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta quarta-feira (29), aponta que 1% dos brasileiros mais ricos ganha 36,3 vezes mais que metade da população brasileira mais pobre.

No Brasil, os mais abastados ganham, em média, R$ 27.085 por mês, enquanto os 50% mais pobres recebem R$ 747.

Considerando todas as regiões brasileiras, a maior disparidade foi registrada no Nordeste, onde os trabalhadores que compõem a parcela de 1% mais ricos ganham 39,8 vezes o salário da metade mais pobre.

Por outro lado, a região com a menor diferença nesta comparação foi o Sul, com 24,6 vezes. Completam o ranking o Centro-Oeste (27,8 vezes), Norte (31,9 vezes) e Sudeste (36,3 vezes).

A artesã Maria Chantal trabalha com moda e tem uma renda variável. Ela criou a própria marca de roupas e acessórios. Eventualmente, em meses de movimento ruim, ela fatura menos de R$ 800. Se ganhasse como o topo da pirâmide salarial, a artesã carioca já saberia na ponta da língua o que fazer com os R$ 27 mil mensais. "Com esse dinheiro investiria na empresa, contrataria mais funcionários e equipamentos para a empresa crescer e investiria em mim e na minha formação; com viagens, por exemplo", disse.

Antes de decidir ser autônoma, Maria trabalhou na Petrobras, como design gráfica, e numa loja de tênis. "Era um extra de Natal em um shopping da zona Sul", contou.

Sobre a diferença entre os salários apurados pelo IBGE, Maria avalia. "Acho absurda. É até desestimulante. Pois acredito que, na maioria das vezes, esse salário tão elevado não vem por meio de mérito".

Maria afirma também que, mesmo com uma renda variável e incerta às vezes, o trabalho por conta própria é a melhor opção para conseguir uma renda melhor. "Fica mais fácil para mim, como mulher e preta, escalar a pirâmide salarial dessa forma [como autônoma]", afirmou.

Salário por sexo

O salário médio do brasileiro, considerando todos os trabalhos das pessoas com 14 anos ou mais, foi de R$ 2.149 no ano passado.

Os homens, porém, ganham mais que as mulheres: em média, os vencimentos deles chegam a R$ 2.380, enquanto os delas atingem R$ 1.836 — 23% a menos.

Pretos e pardos

A cor da pele também é determinante no salário médio dos trabalhadores brasileiros. O estudo indica que as pessoas pretas recebem R$ 1.547 e as pardas R$ 1.524 — cerca de 45% a menos que os R$ 2.810 recebidos pelos brancos.

A PNAD Contínua: Rendimento de todas as fontes considera os ganhos recebidos por pessoas de 14 anos ou mais de idade.

 

Fonte: R7


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