Pr. Fábio Henrique

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Sede Nacional em Portugal pr.fabiohenrique@pazevida.org.br

Pr. Alex Oliveira

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Sede Estadual – PA pr.alexoliveira@pazevida.org.br

Pr. Luiz Carlos

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Sede Estadual – MA pr.luizcarlos@pazevida.org.br

Pr. Rodrigo Rosa

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Sede Estadual - GO pr.rodrigorosa@pazevida.org.br

Pr. Joaquim Neto

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Sede Estadual – MG pr.joaquimneto@pazevida.org.br

Pr. Neilton Rocha

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Sede Internacional – SP   pr.neilton@pazevida.org.br  

Pr. Sandro Pinheiro

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Sede Distrital – DF   pr.sandropinheiro@pazevida.org.br

Pr. Márcio Silva

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Sede Estadual - PI pr.marciodasilva@pazevida.org.br

Pr. Elianderson Castro

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Sede Estadual – PR pr.elianderson@pazevida.org.br

Pr. Regino Barros

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Sede Estadual – PB pr.reginobarros@pazevida.org.br

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual – CE pr.crescio@pazevida.org.br

Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

Sede Estadual - RN pr.jeanvilela@pazevida.org.br

Pra. Marta Aguiar

Pra. Marta Aguiar

Sede Estadual – SC pra.martaaguiar@pazevida.org.br

Pr. Luciano Alves

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Sede Estadual – AM pr.luciano@pazevida.org.br

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE pr.delson@pazevida.org.br

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL pr.carlospinheiro@pazevida.org.br

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE pr.gilvamgomes@pazevida.org.br

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ pr.danyelpagliarin@pazevida.org.br

Pr. Ubyratan Araújo

Pr. Ubyratan Araújo

Sede Estadual – BA pr.ubyratan@pazevida.org.br

Produção industrial cresce 2,5% em 2017 após 3 anos de queda

A produção industrial no Brasil fechou o ano com crescimento de 2,5% após três anos seguidos no vermelho. É o maior resultado desde 2010, quando o resultado foi de 10,2%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No acumulado de 2017, as atividades que mais exerceram influência positiva foram as de veículos automotores, reboques e carrocerias (17,2%), indústrias extrativas (4,6%) e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (19,6%).

No total, 19 das 26 atividades monitoradas pelo IBGE apresentarem resultados positivos.

Das sete atividades com queda na produção, coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-4,1%) teve a maior contribuição negativa, pressionada, em grande medida, pelo item óleo diesel. Outras baixas importantes vieram de outros equipamentos de transporte (-10,1%) e de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-5,3%).

Entre as grandes categorias econômicas, destaque para bens de consumo duráveis (13,3%), que tiveram influência da baixa base de comparação, com -14,4% e -10,2%, respectivamente, no acumulado de 2016. A categoria foi impulsionada pela ampliação na fabricação de automóveis (20,1%) e eletrodomésticos (10,5%).

No mês de dezembro, a produção avançou 2,8% em relação ao mês anterior – maior alta desde junho de 2013 (3,5%). Nos últimos quatro meses, as taxas foram positivas, acumulando alta de 4,2%.

As principais influências positivas foram veículos automotores, reboques e carrocerias (7,4%), que reverteu a queda de 0,8% no mês anterior, e produtos alimentícios (3,3%), que avançou pelo segundo mês consecutivo e acumulou crescimento de 4,3%.

Entre os quatro ramos que reduziram a produção em dezembro, destaque para produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-12,1%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-2,1%) e indústrias extrativas (-1,5%).

Na comparação com dezembro de 2016, a alta foi de 4,3%. Os resultados positivos foram em 20 dos 26 ramos analisados pelo IBGE.

Entre as atividades, a de veículos automotores, reboques e carrocerias (25,1%) exerceu a maior influência positiva. Outras contribuições vieram de metalurgia (18,1%) e de produtos alimentícios (2,9%).

Das cinco atividades em queda, as principais influências negativas ocorreram nas indústrias extrativas (-3,0%) e de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-15,5%).

Em dezembro, o setor de bens de consumo (que cresceu 20,8%) foi impulsionado pelo crescimento na fabricação de automóveis (24,5%), motocicletas (112,5%), eletrodomésticos da “linha branca” (5,7%) e da “linha marrom” (5,0%), móveis (6,1%) e outros eletrodomésticos (19,8%).

Fonte: VEJA


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