Comunidade Cristã Paz e Vida
 

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

BC corta juros para 6,75% ao ano, menor taxa da história

Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, decidiu nesta quarta-feira reduzir a taxa básica de juros a Selic, em 0,25 ponto porcentual. Com isso, a taxa básica caiu de de 7% para 6,75% ao ano, a 11ª redução consecutiva. A nova taxa é a menor desde o início do regime de metas de inflação, em 1999, e a mais baixa de toda a série histórica do BC, iniciada em 1986.

“Considerando o cenário básico, o balanço de riscos e o amplo conjunto de informações disponíveis, o Copom decidiu, por unanimidade, pela redução da taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, para 6,75% a.a. O Comitê entende que esse movimento é compatível com a convergência da inflação para a meta no horizonte relevante para a condução da política monetária, que inclui os anos-calendário de 2018 e, com peso menor e gradualmente crescente, de 2019”, informou em nota.

Fim do ciclo de queda

O Copom sinalizou que a trajetória de queda de juros será interrompida nas próximas reuniões, ou seja, será o último corte do ano.

“Para a próxima reunião, caso o cenário básico evolua conforme esperado, o Comitê vê, neste momento, como mais adequada a interrupção do processo de flexibilização monetária. Essa visão para a próxima reunião pode se alterar e levar a uma flexibilização monetária moderada adicional, caso haja mudanças na evolução do cenário básico e do balanço de riscos”, afirma o comitê.

Segundo o Copom, “os próximos passos da política monetária continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos, de possíveis reavaliações da estimativa da extensão do ciclo e das projeções e expectativas de inflação”.

Para a Rosenberg Associados, o comunicado do Copom foi muito claro. “Nosso cenário básico, assim como do Banco Central, contempla estabilidade da Selic a partir da próxima reunião. Quais são fatores que poderiam mudar o cenário e levar o Copom a fazer mais um corte de 0,25pp? A principal seria a – ainda improvável – reforma da previdência, que tivesse consequências sobre câmbio e juros”, diz a consultoria.

Na avaliação do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), o novo corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic deve ser o último recuo do ciclo de queda da taxa de juros iniciada em agosto de 2016. Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, a inflação em baixa e o ritmo ainda vagaroso do crescimento favoreceram a continuidade da queda dos juros. Mas ele admite que as incertezas de um ano eleitoral devem fazer o Banco Central a interromper o ciclo de queda.

A Federação das Indústrias do rio de Janeiro (Firjan) defende que trajetória de queda da taxa de juros não seja interrompida. “A inflação atual e a projetada para 2018 estão abaixo do centro da meta perseguida pelo Banco Central. Além disso, o crescimento do país continua baixo, apesar do recente movimento de recuperação dos principais indicadores de atividade econômica. A única justificativa para a decisão do Banco Central de reduzir o ritmo de corte da taxa de juros é a incerteza quanto à aprovação da reforma da previdência.”

Por isso, a Firjan defende que o Congresso vote a reforma ainda no primeiro trimestre do ano. “Afinal, o equilíbrio das contas públicas depende dela. Por isso, o Sistema Firjan reforça a urgência do Congresso Nacional aprová-la ainda no primeiro trimestre, sob pena de termos mais um ano de baixo crescimento, combinado com inflação e juros mais altos.”

Menor para quem?

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) minimizou o fato de a Selic ser a menor da história. “Mas isso adianta muito pouco, porque os juros para o tomador final no Brasil ainda estão entre os maiores do mundo. As altas taxas para o tomador final retiram poder de compra das famílias, inibem o investimento e a geração de emprego por parte das empresas e dificultam a retomada do crescimento.”

A Fiesp cobrou que o BC deixe de ‘só fazer ameaças ao sistema bancário’. “Tem que tomar ações incisivas para reduzir a taxa de juros ao tomador final.”

Fonte: VEJA


bannerMemorial

Dom. dia 19/08, às 8 e 18h Reunião da Família         SEDE MINAS GERAIS     Av. Cristiano Machado, 2315 - Cidade Nova - Belo Horizonte - MG

 

   

 



 

Qual destas três Mensagens abaixo você gostaria de ouvir na segunda-feira 20/08/2018?