Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

IBGE: Desemprego fica em 12,2% e atinge 12,7 milhões no trimestre

A taxa de desemprego ficou estável no trimestre encerrado em janeiro, a 12,2%, índice igual aos três meses anteriores, segundo o IBGE. O número indica que 12,7 milhões de pessoas procuraram e não conseguiram trabalho no período. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta quarta-feira.

Em dezembro, a taxa trimestral havia ficado em 11,8%. Apesar da alta, o IBGE diz que não é possível comparar trimestres encerrados em períodos distintos, pois há diferença entre a coleta feita para essas pesquisas. A instituição atribui a alta de desempregados no período a um movimento típico da época de fim de ano.

Na comparação com o trimestre encerrado em outubro, houve estabilidade também na composição do mercado, pois permaneceram iguais as quantidades de trabalhadores com carteira assinada (33,3 milhões), informais (11,0 milhões) e por conta própria (23,2 milhões).

Em relação ao mesmo período do ano anterior, houve queda de 0,4 ponto porcentual na taxa de desemprego.

O rendimento médio entre novembro e janeiro deste ano foi de 2.169 reais, valor considerado estável em relação ao trimestre anterior e ao mesmo período de 2017.

Fonte: VEJA


bannerMemorial

Aguarde Novas Atualizações