Pr. Neilton Rocha

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Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Emerson Stevanelli

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Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

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Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Luciano Alves

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Pr. Delson Campos

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Pr. Crescio Rezende

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Pr. Raphael Batista

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Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

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Pr. Sandro Pinheiro

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Pr. Leonardo Pinheiro

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Pr. Carlos Pinheiro

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Pr. Fábio Henrique

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Pr. Márcio Silva

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Pr. Dionatan Freitas

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Pr. Danyel Pagliarin

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Pr. Reinaldo Rosário

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Pr. William Alves

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Carne Fraca: governo centralizará fiscalização de frigoríficos

Na esteira da Operação Trapaça – deflagrada nesta segunda e que teve como alvo a BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão – o governo federal vai passar a centralizar a fiscalização de frigoríficos. Em 2017, a Operação Carne Fracarevelou esquemas de corrupção envolvendo empresas e superintendências estaduais da Agricultura. Ontem, o ministro da AgriculturaBlairo Maggi, assinou regulamento que redistribui o comando das operações nos estados para dez unidades do Sistema de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sipoa). Hoje, ele pretende oficializar as normas desse novo desenho.

A mudança começou a ser gestada no ano passado, após a primeira fase da Carne Fraca, que detectou esquemas de corrupção entre frigoríficos e as superintendências estaduais, grande parte delas de indicação política. Para reduzir a influência desses superintendentes, a decisão sobre fiscalizações passará a ter mais influência federal.

Essa decisão será detalhada nesta quarta-feira, em balanço que o ministro pretende divulgar sobre as medidas para melhorar a produção dos frigoríficos e a fiscalização após a Carne Fraca. Na noite de terça, técnicos passavam um pente-fino nos dados, pois Maggi quer ter certeza que sua equipe apertou os controles.

A intenção é traçar uma linha divisória entre a inspeção sanitária antes e depois da Carne Fraca. Após o escândalo do ano passado, disse o ministro, os frigoríficos envolvidos ficaram sob estrita vigilância. “Subimos muito a régua. Com isso, a ocorrência de salmonelas nocivas em carnes de aves exportadas devem ser apenas ‘episódios'”, explicou Maggi.

Mercados

A BRF, que foi o alvo da operação Trapaça, vinha melhorando processos, segundo o ministro. As notificações de ocorrência de salmonelas por países importadores registravam queda. “É quase um castigo para quem deveria receber um prêmio por ter feito a lição de casa”, disse. Maggi lembrou que, até agora, Europa e Hong Kong pediram informações adicionais, o que ele considera natural. Maggi disse acreditar que não haverá fechamento de mercados à carne brasileira, ao contrário do que ocorreu na Carne Fraca. No momento, três unidades da empresa estão com as exportações suspensas para 12 mercados.

O presidente global da BRF, José Aurélio Drummond, se reuniu na terça-feira,  por duas horas, com o chefe do Ministério da Agricultura, em Brasília. “Tivemos uma conversa técnica bastante importante para esclarecer os eventos”, afirmou o executivo, que disse não estar preocupado com eventuais impactos financeiros à companhia.

O mercado financeiro, no entanto, voltou a castigar o frigorífico. Após perder 19,75% na segunda-feira, a ação da BRF caiu 2,46% ontem. Com isso, valor de mercado da companhia encolheu em 500 milhões de reais, para 19,6 bilhões, após ter recuado 4,93 bilhões na segunda.

Além disso, bancos anunciaram ontem o rebaixamento da avaliação da trajetória futura dos papéis da empresa. Enquanto Drummond negou que a investigação da PF vá trazer prejuízos à empresa, o banco BTG Pactual frisou que o impacto na geração de caixa da companhia deve ser de  400 milhões de reais. “No ano passado, a BRF registrou perda de 363 milhões de reais associada a custos relacionados à Carne Fraca, e isso ocorreu depois de terem uma planta suspensa”, analisou o banco. Eles lembraram que, desta vez, a operação suspendeu três plantas.

Avicultores

Embora o mercado descarte risco para todo o setor, o coordenador da GV Agro e ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, disse que os avicultores, elo mais frágil da cadeia, correm riscos. Ao contrário da indústria frigorífica, que pode estocar o produto, o fornecedor de matéria-prima não tem como fazer o mesmo.

O presidente da Associação dos Granjeiros Integrados do Estado de Goiás (Agigo), Marcelo Cunha, diz que os produtores filiados à entidade que fornecem à BRF não receberam notificação de alterações nas compras em decorrência da suspensão de exportações em duas unidades goianas.

Fonte: VEJA


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