Pr. Dionatan Freitas

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Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Joaquim Neto

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Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

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Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Delson Campos

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Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Fábio Henrique

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Pr. Crescio Rezende

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Pr. Emerson Stevanelli

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Pr. Sandro Pinheiro

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Pr. Luciano Alves

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Pr. Neilton Rocha

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Pr. Gilvan Gomes

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Pr. Danyel Pagliarin

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Pr. Alex Oliveira

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Pr. Carlos Pinheiro

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Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Wesley Santos

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Pr. Márcio Silva

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Pr. Raphael Batista

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Pr. Regino Barros

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ONU acusa Rússia de possível crime de guerra na Síria

A comissão criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) para investigar os crimes cometidos no conflito da Síria revelou, nesta terça-feira, que reuniu evidências de que a Rússia pode ter cometido crime de guerra durante um ataque em novembro de 2017. Os representantes também acusam a coalizão internacional comandada pelos Estados Unidos de realizar ataques contra civis que deixaram vários mortos e feridos.

No novo relatório, que será apresentado na semana que vem ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, a comissão afirma que um avião russo lançou, em 13 de novembro do ano passado, um ataque contra um mercado na cidade de Atarib (província de Aleppo), matando 84 pessoas e deixando 150 feridas. O presidente da comissão, o brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro, explicou, em entrevista coletiva, que esse ato pode ser considerado um crime de guerra em vista de que foram usadas “bombas não guiadas numa área com grande concentração de civis”.

O relatório também estabelece que a coalizão bombardeou em março de 2017 durante a ofensiva para expulsar o Estado Islâmico (EI) de Al-Raqqa  uma escola na qual dizia ter 30 terroristas, mas onde, na verdade, estavam 200 civis deslocados.

“A comissão realizou 20 reuniões e conversou com sobreviventes, familiares de vítimas, socorristas e residentes e estabeleceu que a escola acolhia famílias deslocadas desde 2012. Das 200 pessoas que estavam ali, 150 morreram”, sustenta a comissão.

Ao ser perguntado sobre se esse bombardeio também constitui um crime de guerra, Pinheiro esclareceu que nem todas as violações do direito internacional humanitário são crimes de guerra e neste caso não há indícios claros de que a intenção era atingir civis. Contudo, segundo ele, a “coalizão deviria conhecer a natureza do alvo” ou ter tomado precauções extras.

Ao apresentar aos jornalistas o mais recente relatório da comissão que preside, Pinheiro se mostrou decepcionado com o desenrolar da guerra na Síria, que este mês completa sete anos.

“No começo do ano, parecia que havia um impulso para um processo político real, mas com o passar das semanas, as situações em Idlib, Ghouta Oriental e Afrin, que dissemos por muito tempo que eram bombas-relógio, terminaram detonando. Em vez de zonas de redução da violência, esses lugares terminaram sendo áreas onde ela aumentou, enquanto o mundo continua sem agir”, lamentou.

Ghouta Oriental

Sobre a situação em Ghouta Oriental, Pinheiro disse que a região se transformou “no pior caso de desnutrição grave” já documentado, entre as várias localidades que estiveram sob assédio e sem acesso a ajuda humanitária em momento algum. “Às vezes nos surpreendemos. Por que de repente tanta atenção se este assédio já existe há cinco anos?”, questionou.

Sobre ataques com armas químicas nessa região, ele disse que sua equipe de pesquisadores colheu nos últimos meses informação sobre dois casos, um em julho e o segundo em novembro, nos quais não houve vítimas mortais. Ele afirmou que “os sintomas reportados e o tratamento descrito coincidem com um ataque químico de pequena escala com pesticida a base de um composto organofosforad”, um tipo de ataque que segue o padrão utilizado pelas forças governamentais.

Pinheiro disse que a comissão investiga 33 ataques em diferentes partes da Síria e tenta identificar os responsáveis. Mas afirmou que não tem informações se um ataque químico aconteceu ontem à noite em Ghouta Oriental, reduto opositor que sofre uma ofensiva das forças do governo sírio apoiadas pela Rússia.

(Com EFE)

Fonte: VEJA


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