Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE pr.delson@pazevida.org.br

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI pr.marciodasilva@pazevida.org.br

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ pr.danyelpagliarin@pazevida.org.br

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE pr.gilvamgomes@pazevida.org.br

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM pr.luciano@pazevida.org.br

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – PB pr.reginobarros@pazevida.org.br

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual – CE pr.crescio@pazevida.org.br

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG pr.joaquimneto@pazevida.org.br

Pr. Rodrigo Rosa

Pr. Rodrigo Rosa

Sede Estadual - GO pr.rodrigorosa@pazevida.org.br

Pr. Alex Oliveira

Pr. Alex Oliveira

Sede Estadual – PA pr.alexoliveira@pazevida.org.br

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS pr.raphaelbatista@pazevida.org.br

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal pr.fabiohenrique@pazevida.org.br

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   pr.neilton@pazevida.org.br  

Pr. Luiz Carlos

Pr. Luiz Carlos

Sede Estadual – MA pr.luizcarlos@pazevida.org.br

Pr. Jean Vilela

Pr. Jean Vilela

Sede Estadual - RN pr.jeanvilela@pazevida.org.br

Pr. Elianderson Castro

Pr. Elianderson Castro

Sede Estadual – PR pr.elianderson@pazevida.org.br

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL pr.carlospinheiro@pazevida.org.br

Pr. Ubyratan Araújo

Pr. Ubyratan Araújo

Sede Estadual – BA pr.ubyratan@pazevida.org.br

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   pr.sandropinheiro@pazevida.org.br

Zuckerberg decide testemunhar ao Congresso, diz CNN

O fundador do FacebookMark Zuckerberg, decidiu testemunhar perante o Congresso americano sobre o vazamento de dados pessoais de 50 milhões de usuários da rede para a consultoria Cambridge AnalyticaSegundo a CNN, o Facebook está elaborando agora a estratégia do depoimento do CEO de 33 anos.

A decisão foi tomada após a pressão dos legisladores, mídia e público para o que o executivo explicasse como as informações pessoais dos usuários foram parar nas mãos de uma consultoria política.

A expectativa da rede social, segundo a CNN, é que os CEOs do Google, Sundar Pichai, e do Twitter, Jack Dorsey, também sigam o exemplo de Zuckerberg. É que o presidente do Comitê Judiciário do Senado, Chuck Grassley, convidou os três executivos para uma audiência sobre privacidade de dados no dia 10 de abril.

Na entrevista, ele diz que o Facebook testemunha regularmente ao Congresso, sempre com a a preocupação de mandar a pessoa que possui mais conhecimento sobre os assuntos a que são chamados a falar. “Estou feliz em testemunhar, se é a coisa certa a fazer”, disse ele à CNN. “Eu imagino que em algum momento haverá um tópico no qual eu sou a única autoridade.”

Quando a repórter diz que ele é a marca e a cara do Facebook e por isso as pessoas querem ouvi-lo, ele afirma: “É por isso que estou dando esta entrevista. O objetivo é a pergunta do Congresso. Não é uma oportunidade de mídia, pelo menos não deveria ser. O objetivo é dar ao Congresso as informações que eles precisam para fazerem um trabalho importante. Queremos ter certeza que demos as melhores informações para eles fazerem isso.”

A decisão de testemunhar perante legisladores americanos acontece no mesmo dia em que Zuckerberg recusou o pedido para responder a perguntas do Parlamento britânico.

Na semana passada, Zuckerberg pediu desculpas pelos erros que o Facebook cometeu e prometeu impor padrões mais rígidos para restringir o acesso de desenvolvedores a informações do tipo.

O escândalo levou o preço das ações da companhia a despencar e desencadearam novas questões por parte de políticos e reguladores sobre a confiabilidade do Facebook.

No fim de semana, a rede social publicou anúncios em jornais britânicos e norte-americanos para pedir desculpas aos usuários.

Escândalo

O Facebook se viu envolvido em um escândalo sobre dados de seus usuários após o jornal The New York Times revelar que a Cambridge Analytica, consultoria que participou da campanha de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos, obteve dados de 50 milhões de usuários. A empresa teria usado informações da rede social para ajudar Trump a vencer a eleição em 2016. A companhia afirma não ter feito nada de ilegal.

Dois dias depois, o fundador da rede social, Mark Zuckerberg, admitiu que a rede social errou e se desculpou. “Temos a responsabilidade de proteger seus dados, se não pudermos, não merecemos servi-los”, escreveu Mark Zuckerberg na primeira reação pública desde que o escândalo veio à tona.

Fonte: VEJA


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