Pr. Wesley Santos

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Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

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Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

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Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Neilton Rocha

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Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Crescio Rezende

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Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Joaquim Neto

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Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Fábio Henrique

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Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Delson Campos

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Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

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Sede Estadual – AL [email protected]

Segundo dia de greve de ferroviários provoca caos em Paris e arredores

Milhões de usuários dos transportes intermunicipais na França enfrentaram um segundo dia consecutivo de caos nesta quarta-feira (4) devido à greve de ferroviários do país contra a proposta do presidente Emmanuel Macronpara abolir um sistema de benefícios que dá aos condutores e a outros trabalhadores direito a emprego vitalício.

Passageiros de Paris e arredores se espremiam nos poucos trens em funcionamento durante o horário de pico, enquanto muitas plataformas das estações mais movimentadas da capital francesa permaneceram vazias.

Macron quer transformar a estatal Société Nationale des Chemins de fer Français (Sociedade Nacional dos Caminhos de Ferro da França, SNCF, na sigla em francês), autoridade ferroviária do país altamente endividada, em um serviço público lucrativo, capaz de suportar a concorrência estrangeira quando seu monopólio terminar em 2020, em consonância com as leis da União Europeia. Atualmente, a empresa perde cerca de 3,7 milhões de dólares por ano.

Os sindicatos rejeitam os planos para acabar com os privilégios especiais dos ferroviários, como empregos vitalícios e aposentadorias antecipadas, e se queixam de que o governo está abrindo caminho para a privatização da SNCF.

Macron, um ex-banqueiro de investimento, estabeleceu um prazo para a finalização da reforma até o verão europeu, em junho. “Não entendo a greve. Alguns dizem que queremos acabar com os serviços públicos, e isso está simplesmente errado”, disse Julien Denormandie, secretário do governo Macron, à rede BFM TV.

Ao enfrentar os poderosos sindicatos de ferroviários, Macron está trilhando um caminho evitado –ou até fracassado– por outros ex-presidentes franceses, consolidando sua imagem de modernizador da economia francesa.

O desfecho da batalha pode definir sua Presidência — os sindicatos ainda estão abalados com o sucesso de Macron na liberalização das regras trabalhistas no outono passado e estão pressionados pela obtenção de uma vitória política.

Outros movimentos de protesto também estão emergindo, já que universitários, servidores públicos, coletores de lixo e pensionistas também estão revoltados com a agenda de reformas sociais e econômicas promovidas por Macron. Até agora, esses grupos deram poucos sinais de que se aglutinarão em um movimento único e mais poderoso.

(Com Reuters)

Fonte: VEJA


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