Comunidade Cristã Paz e Vida
 

Pr. Neilton Rocha

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Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Delson Campos

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Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

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Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

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Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

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Pr. Raphael Batista

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Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

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Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

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PF faz operação nacional contra pedofilia e prende 18 pessoas

Polícia Federal realiza, na manhã desta quinta-feira, a operação Underground II, segunda fase de uma investigação nacional contra a pedofilia e a pornografia infantil. Foram cumpridos onze mandados de busca e apreensão e dez de prisão preventiva.

Durante as buscas, a PF prendeu mais oito pessoas em flagrante, encontradas com material sexual de crianças e adolescentes. A ação ocorre em sete estados: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás, Pernambuco, Maranhão e Acre.

A operação Underground começou em 2017, quando 23 pessoas foram presas. O crime de publicação de imagens de pornografia infantil prevê pena de 3 a 6 anos de reclusão. Já o estupro de vulneráveis prevê punição de 8 a 15 anos de prisão.

Segundo as investigações, “grande parte dos envolvidos efetivamente abusava sexualmente de crianças, registrando as imagens”. O inquérito avançou sobre a Deepweb, espécie de camada virtual não alcançada pelos registros e meios de controle padrão. De acordo com a PF, as imagens desses crimes eram vendidas, trocas ou disponibilizada em salas de conversa virtual nesse ambiente.

“Algumas das vítimas já foram identificadas, quando ficou demonstrado que o agressor é, no mais das vezes, pessoa do convívio da família da vítima, ou mesmo parte dela”, diz a corporação em nota.

Fonte: VEJA


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Dom. dia 19/08, às 8 e 18h Reunião da Família         SEDE INTERNACIONAL   Av. Cristiano Machado, 2315 - Cidade Nova - Belo Horizonte - MG

 

   

 



 

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