Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE pr.reinaldorosario@pazevida.org.br

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal pr.fabiohenrique@pazevida.org.br

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM pr.luciano@pazevida.org.br

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI pr.marciodasilva@pazevida.org.br

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   pr.neilton@pazevida.org.br  

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB pr.emerson@pazevida.org.br pr.emerson@pazevida.org.br

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   pr.reginobarros@pazevida.org.br

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR pr.weslleysantos@pazevida.org.br

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS pr.raphaelbatista@pazevida.org.br

Pr. Alex Oliveira

Pr. Alex Oliveira

Sede Estadual – PA pr.alexoliveira@pazevida.org.br

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE pr.gilvamgomes@pazevida.org.br

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   pr.sandropinheiro@pazevida.org.br

Pr. Luiz Carlos

Pr. Luiz Carlos

Sede Estadual – MA pr.luizcarlos@pazevida.org.br

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO pr.dionatanfreitas@pazevida.org.br

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ pr.danyelpagliarin@pazevida.org.br

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG pr.joaquimneto@pazevida.org.br

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL pr.carlospinheiro@pazevida.org.br

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE pr.delson@pazevida.org.br

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN pr.crescio@pazevida.org.br

Governo estuda plano para preservar empregos na BRF

Funcionários da BRF que trabalham diretamente com o frango destinado a exportação poderão ter o salário diminuído para preservar seus empregos. A proposta será apresentada pelo Ministério do Trabalho aos sindicatos e à empresa, que sofre com um embargo europeu às exportações. Diante da queda da demanda externa pelo frango brasileiro, sindicatos calculam que 7 mil empregados já estão em férias coletivas e que, se o embargo não cair, até 15 mil postos de trabalho poderiam estar em risco.

A proposta do secretário de Relações do Trabalho, Luis Carlos Barbosa, é retomar o Programa Seguro-Emprego (PSE) para evitar demissão em massa. Nessa iniciativa, o trabalhador tem a garantia da manutenção do emprego, mas com salário e carga horária 30% menores. Como contrapartida, o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) paga compensação equivalente a 15% do salário. Assim, o gasto salarial da empresa cai 30%, mas a renda do empregado reduz 15%.

Para usar esse instrumento, porém, seria preciso alterar a lei, já que o atual prazo de adesão ao programa terminou em 31 de dezembro de 2017. Esse mecanismo foi criado em 2015 para evitar o aumento do desemprego e, à época, teve grande adesão de montadoras e fornecedores do setor automotivo. “Temos de ver quais mecanismos legais podemos usar. Como estamos em uma crise do setor, podemos usar esse instrumento legal e negociar com a empresa. Em vez de demitir, a gente reduz o salário”, defendeu o secretário.

Preço

O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação (CNTA), Artur Bueno de Camargo, diz que o uso do PSE é uma alternativa que poderia ser aceita “na pior das hipóteses”. O representante dos trabalhadores defende a adoção de uma solução ampla para evitar a propagação dos problemas que afetam o frango para o restante da cadeia da proteína animal. “Sem poder exportar, os grandes frigoríficos venderão no mercado interno e o preço cairá. Isso vai prejudicar os pequenos produtores que terão perdas com o preço menor”, diz.

Procurada, a BRF confirmou que concederá férias coletivas de 30 dias para parte dos empregados de Rio Verde (GO) e Carambeí (PR) entre os dias 14 e 21 de maio. Na unidade de Capinzal (SC), haverá férias coletivas a partir de 7 de maio para os trabalhadores da linha de abate de aves. Em Toledo (PR), a partir de 2 de julho. As ações visam “adaptações no planejamento de produção, em decorrência de ajustes para atender a demanda atual, que foi impactada pela interrupção das exportações de aves da companhia para a União Europeia”, cita a empresa em nota.

Fonte: VEJA


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