Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Alex Oliveira

Pr. Alex Oliveira

Sede Estadual – PA [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Luciano Alves

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Sede Estadual – AM [email protected]

Protesto de caminhoneiros tem reflexos em todo país pelo 4° dia

protesto de caminhoneiros, contrários ao aumento do preço do óleo diesel, segue pelo quarto dia consecutivo nesta quinta-feira (24).

Companhias que administram ônibus de transporte público relatam que há falta de combustível e, por isso, ônibus não irão circular com 100% da frota nas ruas das cidades do país.

Supermercados e farmácias também informaram a falta de mercadoria, além de aeroportos estarem em alerta por, possivelmente, não terem combustível suficiente para as aeronaves decolarem. Estes são alguns dos reflexos por todo o país.

Como consequência, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, anunciou na quarta-feira (23) uma redução no preço do diesel por 15 dias. O valor ainda será reduzido em 10%, a partir de hoje. Na prática, a redução deve significar um desconto de até R$ 0,25 por litro. Depois do prazo, a gigante estatal irá retomar gradualmente a política de preços normal — a diminuição de preço não vale para a gasolina.

Ontem, ao menos 22 Estados mais o Distrito Federal registraramdiversos pontos de bloqueio dos caminhoneiros nas estradas, como represália ao preço do diesel.

Veja o que já foi afetado pelo protesto dos caminhoneiros

A ABCAM (Associação Brasileira de Caminhoneiros) é a responsável por encabeçar os protestos de caminhoneiros pelo país. O presidente da entidade, José da Fonseca Lopes, pediu a continuidade das manifestações. "A entidade pede firmeza nos protestos".

São Paulo

Na manhã desta quinta-feira (24), a Prefeitura de São Paulo informou que o abastecimento do sistema municipal de transporte será afetado pela falta de combustível. Sem o abastecimento, a pasta disse que 40% da frota de ônibus da capital paulista não iria circular hoje. Porém, hoje de manhã, 96% da frota estava nas ruas.

Os aeroportos de Congonhas e Guarulhos até agora não registram problemas técnicos relacionados ao protesto. Ontem à noite, Congonhas recebeu uma carga extra de combustível, o que garante todos os voos nesta quinta-feira (24).

As principais rodovias que cortam o Estado apresentam pontos de congestionamento nesta quinta. A rodovia Régis Bittencourt registrava 21 km de congestionamento por volta de 7h25. São eles: do km 382 ao 386, do km 284 ao 280, do km 277 ao 280, do km 471 ao 477, do km 478 ao 477, do km 70 ao 67.

No mesmo horário, a rodovia dos Imigrantes estava interditada do km 22 ao 24, sentido litoral paulista, bem como do km 21 ao 20, sentido São Paulo. Já a rodovia Anchieta, havia lentidão do km 55 ao km 40, sentido São Paulo.

Veja a situação da Imigrantes na manhã desta quinta (24):

Rio de Janeiro

A paralisação dos caminhoneiros provoca falta de combustível no Estado do Rio de Janeiro. A circulação dos ônibus da capital fluminense está ameaçada, por exemplo. A rodovia Nova Dutra, ligação entre SP-RJ, registra diversos pontos: do km 222 ao 224, do km 227 ao 229, do km 130 ao 130, do km 92 ao 92 e do km 227 e 229.

Rio Grande do Sul

No Rio Grande do Sul, o dia é marcado pelo clima acirrado em vários pontos de manifestação. Já são mais de 15 municípios que estão sem combustível nos postos, segundo o Sulpetro (Sindicato Intermunicipal do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes no Estado do Rio Grande do Sul).

Entre os municípios estão: Três Coroas, Igrejinha, Erechim, Torres, Canguçu, Pelotas, Osório, Uruguaiana, Bagé, Encantando, Cachoeira do Sul, Caxias do Sul, Bento Gonçalves e Santa Vitória do Palmar. Essa última, inclusive, decretou estado de calamidade pública.

Paraíba

A manhã desta quinta-feira (24) começou com longas filas de veículos nos postos de combustíveis do Estado da Paraíba. Por conta disso, 30% dos estabelecimentos já fecharam as portas porque não têm nenhum tipo de combustíveis. Apenas 20% dos postos ainda têm todos os combustíveis em todo o Estado. Conforme levantamento da PRF (Polícia Rodoviária Federal), a Paraíba registra 10 pontos de bloqueios em rodovias federais por conta da manifestação.

Santa Catarina

O protesto dos caminhoneiros tem causado reflexos em Santa Catarina: falta de combustível foi sentida em postos de gasolina, além de supermercados relatarem falta de hortifrúti e carne. Em Florianópolis, capital do Estado, a frota de mais de 500 ônibus ainda não foi afetada, mas com a falta de combustíveis nas bombas a expectativa é de que o setor também sofra com a paralisação.

Mato Grosso

Cidades como Diamantino, Paranatinga, Tapurah e Tangará da Serra confirmam a falta de combustíveis. No Estado do Mato Grosso, já são diversos pontos de bloqueio dos caminhoneiros em estradas, o que impede a circulação de carretas e caminhões que fazem o abastecimento de supermercados nos municípios. Outra preocupação é com o fornecimento de gás de cozinha, cujo transporte também depende de caminhões. Em algumas cidades do interior já falta gás desde esta terça-feira (22). 

Goiás

Um relatório da Infraero desta quarta-feira (23/5) mostra que o aeroporto Santa Genoveva, em Goiânia, só tem combustível até amanhã (25). As cidades de Teresina, Campo Grande, Ilhéus, Foz do Iguaçu e Londrina também estão com a mesma previsão de estoque por conta da greve dos caminhoneiros.

A AGOS (Associação Goiana de Supermercados) se posicionou por meio de nota dizendo que identificou estabelecimentos que já começaram a sofrer com o desabastecimento de alimentos, e que isso poderá se estender para todo o Estado nos próximos dias, "se algo não for feito".

Distrito Federal

Uma aeronave da companhia TAP Air, com destino a Lisboa, capital de Portugal, teve de desviar o trajeto inicial para o Aeroporto Internacional de Salvador (SSA) para abastecer antes de seguir viagem. O Aeroporto de Brasília trabalha com contingenciamento de Querosene de Aviação devido aos bloqueios nas rodovias que impedem os caminhões com o produto de alcançarem o DF. 

Alagoas

A SMTT (Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito) confirmou nesta quinta-feira (24) que foi reduzida em 10% a frota de ônibus que circulam em Maceió. A medida preventiva tem objetivo de evitar que os coletivos fiquem sem rodar e já vale a partir de hoje. Mais de 500 caminhões estão parados e outros 140 estacionados em postos na BR-101, entre Messias e Rio Largo, segundo a PRF. Há bloqueios também na BR-316, em Palmeira dos Índios.

Sergipe

A capital do Estado, Aracaju, registra apenas 70% da frota de ônibus nas ruas nesta quinta-feira, devido a falta de combustível. Pela mesma razão, farmácias e mercados apresentam redução de remédios e mercadorias, respectivamente. O AJU (Aeroporto de Aracaju) informou que possui combustível para abastecer as aeronaves apenas até 12h de sexta-feira (25).

Pernambuco

Pelo menos duas BR's registram pontos de manifestação dos caminhoneiros. O CEASA (Centro de Abastecimento e Logística de Pernambuco) foi afetado pela não entrega de produtos — o saco de 1kg de batata subiu de R$ 110 para R$ 220 em apenas um dia, por exemplo. 

O Ministério Público de Pernambuco recomendou que promotores de Justiça instaurem inquérito criminal para coibir o aumento abusivo dos preços nos postos de gasolina de todo o Estado.

Paraná

O protesto dos caminhoneiros contra o aumento do preço do diesel chegou ao quarto dia nas rodovias do Paraná, nesta quinta-feira (24). Nesta manhã, são registrados 55 pontos de manifestações nas rodovias federais, de acordo com balanço realizado às 5h44 pela PRF.

Segundo a APPA (Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina), mais de 180 mil toneladas de soja já deixaram de dar entrada nos armazéns por causa da paralisação. Na cidade portuária, as aulas municipais foram suspensas nos dias 24, 25 e 26 de maio, já que a empresa que realiza o transporte coletivo está com pouco combustível e, por isso, pode ocorrer dificuldades com a condução das crianças para as escolas.

Maranhão

A PRF de Maranhão registra pelo menos nove pontos de aglomeração de caminhoneiros em rodovias do Estado. Postos de combustíveis, principalmente em cidades do interior, já apresentam falta de gasolina e diesel.

Mato Grosso do Sul

Motoristas enfrentam longas filas para abastecerem os veículos e, alguns dos postos, já relatam falta de combustível. Mercados de Campo Grande temem o debastecimento.

Pará

O setor alimentício já registra prejuízo, com destaque para a falta de alimentos em mercados e feiras. Cerca de 300 mil correspondências do Correios não foram entregues até a noite da última quinta-feira (23).

Rondônia

A falta de combustível já afeta o sistema de transporte público de Porto Velho na manhã de hoje. Ao menos sete postos não possuem estoque de gasolina nem diesel — estabelecimentos vendem gasolina por R$ 8. O PVH (Aeroporto de Porto Velho) informa que o combustível dura até esta quinta-feira. PRF registra pontos de bloqueios de caminhoneiros em rodovias do Estado.

Espírito Santo

O abastecimento de alimentos no Ceasa, em Cariacica, está prejudicado em decorrência da paralisação dos caminhoneiros. Um grupo protestou em frente ao local e fecharam as duas entradas na noite de quarta-feira (23) — até a manhã de hoje, ninguém consegue entrar ou sair na companhia.

Os Correios também foram prejudicados. A empresa anunciou, por meio de nota, a suspensão da postagem de encomendas com data marcada e aumentou em cinco dias úteis o prazo de entrega das outras modalidades, como serviço internacional, Sedex e PAC.

Acre

Os impactos da manifestação dos caminhoneiros chegaram ao Estado do Acre há dois dias. Na noite da quarta-feira (23), por volta das 22 horas, a BR 364 que liga Rio Branco a Porto Velho foi bloqueada. Como o Estado possui uma entrada e uma saída principal, ao fechar essas vias, todo o Estado sofre os efeitos. As transportadoras têm caminhões presos em diversos locais. Além do setor de transportes, o segmento de alimentos também deve ser prejudicado. A previsão é de que exista estoque para, no máximo dois dias. Os trechos interditados são o Novo Distrito Industrial, que afeta a saída de Rio Branco para o interior do Estado, e a saída Rio Branco-Cruzeiro do Sul.

Rio Grande do Norte

Várias rodovias registram bloqueios de caminhoneiros nesta quinta-feira: dois pontos na BR-101, em Parnamirim e São José Mipibu; dois pontos na BR-406, em Ceará-Mirim e João Câmara; dois pontos na BR-427, em Caicó e Currais Novos; na BR-266 em Santa Cruz e na BR-304 em Mossoró.

Roraima

Em Boa Vista, os protestos tiveram início no domingo (20), porém somente na tarde da quarta-feira (23) a mobilização se intensificou no trecho da BR-174 em frente a Polícia Federal, em um trecho urbano da rodovia. Na quarta-feira, caminhoneiros chamaram taxistas e motoristas de aplicativos para fazer parte dos protestos. Na manhã desta quinta-feira, dois postos de gasolina em Boa Vista comercializaram combustível a R$ 2,50. O preço anterior à mobilização era de R$ 4,35. Os setor de alimentação e farmácia da cidade ainda não sofreram impactos.

Minas Gerais

Em Minas Gerais, o protesto de caminhoneiros acontece em três rodovias do Estado: no km 1 da MG-424, na MG-10 e no km 256 da MG-352. A distribuição de combustíveis no Estado foi comprometida e os postos de gasolina estão com filas. Por causa da falta de combustíveis, a BH Trânsito autorizou a redução da frota de ônibus que circula durante o horário de pico. A PM (Polícia Militar) também está fazendo controle dos combustíveis, mantendo o policiamento somente em áreas de baixa visibilidade. Os aeroportos de Minas Gerais operam normalmente.

Bahia

Na Bahia, os caminhoneiros bloquearam os dois sentidos da pista BR-324 — que liga Salvador a Feira de Santana. Também na BR-324, na altura do km 541 — na região do município de Amélia Rodrigues —, há uma manifestação de caminhoneiros e o tráfego flui apenas pela faixa esquerda, para veículos que não sejam caminhões e carretas. A capital de Salvador só tem combustível para o abastecimento de veículos para os próximos cinco dias. O Ceasa em Simões Filho já sofre sem abastecimento — há falta de banana, uva, goiaba, ovos, batata e maçã. O Aeroporto Internacional de Salvador recebe combustíveis de outros estados para o abastecimento das aeronaves.

Ceará

A manhã no Ceará é de normalidade nas farmácias e mercados, mas o Ceasa de Maracanaú — na Região Metropolitana de Fortaleza — já apresenta aumento nos preços e algumas mercadorias já faltam nas prateleiras. Há bloqueios em pelo menos 10 pontos das rodovias. No km 18 da BR-116, região de Eusébio, a estrada encontra-se parcialmente bloqueada nos dois sentidos. Apenas uma faixa foi liberada para o trânsito de veículos pequenos. Havia congestionamento de 2 km aproximadamente às 7h desta quinta-feira.

Já nas proximidades de Chorozinho, no km 70 da BR-116, há aproximadamente 800 caminhões ocupando 6 km de acostamento, em ambos os sentidos. Não passam veículos de carga. As informações da Polícia Rodoviária Federal dão conta de que não há congestionamento, apenas lentidão no trânsito.

Em Russas, na altura do km 215 da BR-116, pelo menos oito caminhões ocupam o acostamento da rodovia, bloqueando passagem de veículos de carga. Na região de Tabuleiro do Norte, no km 115 da BR-116, a situação é semelhante à de quarta-feira: uma fila de caminhões ocupa o acostamento e o Posto Cachoeira III, onde está bloqueada apenas a passagem de veículos de carga. As circunstâncias são as mesmas em Alto Santo, no km 250; e em Penaforte, no km 545.

Na BR-222, km 334 — região de Tianguá —, há interdição parcial, com cerca de 100 caminhões no acostamento em ambos os sentidos. Em Sobra, no km 249 da BR-222, os caminhoneiros bloqueiam a estrada e há queima de pneus. Automóveis, ônibus e ambulâncias passam normalmente. Os caminhoneiros também impedem a passagem de veículos de carga em Aracati, no km 47 da BR-304, e em Canindé, no km 308 da BR-020.

*Colaboraram Ana Luísa Vieira, Giuliana Saringer e Fábiola Perez, do R7

Fonte: R7


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