Pr. Dionatan Freitas

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Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Crescio Rezende

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Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Fábio Henrique

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Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

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Pr. Leonardo Pinheiro

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Pior resultado em quase uma década: produção industrial cai 10,9% em abril

produção industrial do Brasil despencou 10,9% em relação a abril. Esta é a maior queda em um mês desde dezembro de 2008, auge da crise financeira mundial, quando a queda foi de 11,2%. 

O resultado da Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF) foi divulgado nesta quarta (4) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A instituição aponta que os números refletem consequências da greve dos caminhoneiros que comprometeu a economia do país no segundo trimestre, interrompendo o ritmo de 0,8% em fevereiro. 

“A greve desarticulou o processo de produção, seja pelo abastecimento de matéria prima, seja pela questão da logística na distribuição. A entrada do mês de maio caracterizou uma redução importante no ritmo de produção”, afirmou o gerente da pesquisa, André Macedo, em nota. 

A maior queda está concentrada na produção de bens de consumo duráveis — tais como eletrodomésticos e automóveis –, que diminuiu em 27,4% em maio. Semiduráveis e não-duráveis caíram 12,2%, no pior resultado da série histórica que começa em 2002.

O setor de veículos automotores, reboques e carrocerias foi o que apresentou o pior resultado: recuo de 29,8%, seguido por produtos alimentícios (-17,1%), bebidas (-18,1%) e artigos de vestuário e acessórios (-15,4%).

Fonte: VEJA


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