Pr. Dionatan Freitas

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Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Carlos Pinheiro

Pr. Carlos Pinheiro

Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. Joaquim Neto

Pr. Joaquim Neto

Sede Estadual – MG [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Danyel Pagliarin

Pr. Danyel Pagliarin

Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Raphael Batista

Pr. Raphael Batista

Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. William Alves

Pr. William Alves

Sede Estadual – [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Lava Jato faz nova operação contra desvios na Saúde do RJ

A força-tarefa da Operação Lava Jato deflagrou uma nova fase, batizada de Operação Ressonância, na manhã desta quarta-feira, 4, para investigar suspeitas de desvios no sistema de saúde do Rio de Janeiro. São 22 mandados de prisão e 44 de busca e apreensão em São Paulo e no Rio de Janeiro contra executivos de empresas fornecedoras de equipamentos e recursos hospitalares.

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), estão no centro do inquérito contratos celebrados pelo estado do Rio e pelo e pelo Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into), em uma continuação da Operação Fratura Exposta, que desmontou desvios milionários comandados, segundo a investigação, pelo ex-secretário da Saúde Sérgio Côrtes e pelo ex-governador Sérgio Cabral (MDB).

Em nota, a Polícia Federal diz que a investigação indica que as empresas investigadas – ao todo, são 37 – formaram um cartel no estado para fraudar licitações no Into. Uma das empresas teria influência direta sobre a direção do instituto, que utilizava para garantir o favorecimento indevido nesses contratos.

‘Fui corrupto’

Em entrevista a VEJA publicada no mês passado, Sérgio Côrtes, solto desde fevereiro por decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), admitiu que foi corrupto e que tinha conhecimento de desvios no estado durante sua passagem como secretário. “A verdade é que as licitações eram viciadas e eu sabia quem ia ganhar. Deixava acontecer”, afirmou.

Ele também confessou ter recebido, na Suíça, 2,5 milhões de dólares de um dos principais empresários do setor de saúde do Rio, Miguel Iskin. “Era dinheiro para minha possível candidatura e foi acertado em reunião entre mim, Sérgio Cabral e ele”.

Preso pela primeira vez em abril de 2017, ele se destacou ainda mais negativamente por dois fatos que ocorreram durante as investigações. Primeiro, pouco antes de ser preso, ele enviou um e-mail a Iskin admitindo que “podemos passar pouco tempo na cadeia”, mas que o importante era “que nossas putarias tem que continuar”. Depois, já detido, veio à público a informação de que ele procurou seu ex-braço-direito, Cesar Romero, para tentar combinar delações premiadas: contar determinados pontos e, intencionalmente, ocultar outros.

Fonte: VEJA


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