Pr. Danyel Pagliarin

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Sede Estadual – RJ [email protected]

Pr. Wesley Santos

Pr. Wesley Santos

Sede Estadual – PR [email protected]

Pr. Gilvan Gomes

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Sede Estadual - SE [email protected]

Pr. Sandro Pinheiro

Pr. Sandro Pinheiro

Sede Distrital – DF   [email protected]

Pr. Crescio Rezende

Pr. Crescio Rezende

Sede Estadual - RN [email protected]

Pr. Fábio Henrique

Pr. Fábio Henrique

Sede Nacional em Portugal [email protected]

Pr. Neilton Rocha

Pr. Neilton Rocha

Sede Internacional – SP   [email protected]  

Pr. Dionatan Freitas

Pr. Dionatan Freitas

Sede Estadual - GO [email protected]

Pr. Reinaldo Rosário

Pr. Reinaldo Rosário

Sede Estadual – CE [email protected]

Pr. Márcio Silva

Pr. Márcio Silva

Sede Estadual - PI [email protected]

Pr. Leonardo Pinheiro

Pr. Leonardo Pinheiro

Sede Estadual – MA [email protected]

Pr. William Alves

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Sede Estadual – [email protected]

Pr. Raphael Batista

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Sede Estadual – RS [email protected]

Pr. Carlos Pinheiro

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Sede Estadual – AL [email protected]

Pr. Delson Campos

Pr. Delson Campos

Sede Estadual – PE [email protected]

Pr. Regino Barros

Pr. Regino Barros

Sede Estadual – BA   [email protected]

Pr. Luciano Alves

Pr. Luciano Alves

Sede Estadual – AM [email protected]

Pr. Emerson Stevanelli

Pr. Emerson Stevanelli

Sede Estadual – PB [email protected] [email protected]

Pr. Joaquim Neto

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Produção industrial recua 0,2% em julho

produção industrial recuou 0,2% em julho deste ano no comparativo com junho, quando cresceu 12,9%. Em 2018, a indústria acumula alta de 2,5% até julho. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Números da Produção Industrial Brasileira (PIB) mostraram que a economia do país teve um pequeno crescimento de 0,2% no segundo trimestre. Neste período, a indústria encolheu 0,6%.

A queda na indústria, de junho para julho de 2018, segundo o IBGE, reflete as taxas negativas apresentadas em 10 dos 26 segmentos pesquisados, com destaque para veículos automotores, reboques e carrocerias — que caiu 4,5%, como rescaldo da greve dos caminhoneiros — e produtos alimentícios, 1,7%.

Entre as grandes categorias econômicas, o setor de bens de capital teve a redução mais acentuada em julho, com queda de 6,2%. Bens de consumo semi e não duráveis (-0,5%) e de bens de consumo duráveis (-0,4%) também tiveram taxas negativas.

Na comparação com julho de 2017, o setor industrial cresceu 4% em julho de 2018, com resultados positivos nos 19 dos 26 ramos avaliados e em 58,4% dos 805 produtos pesquisados.

Segundo o IBGE, a produção de veículos automotores, reboques e carrocerias, que cresceu 21%, e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, que subiu outros 11,3%, foram os segmentos que puxaram a alta na produção industrial.

Os dados mostram que outras contribuições positivas vieram de indústrias extrativas, que cresceram 3,8%; bebidas, com alta de 12,5%; e celulose, papel e produtos de papel, que expandiu 9,2%. Já máquinas e equipamentos aumentou o ritmo em 7,4%; outros produtos químicos apresentou melhora de 4,2%; e metalurgia outros 4,8%. O setor de produtos de borracha e de material plástico apresentou alta de 5%; e de máquinas, aparelhos e materiais elétricos outros 5,1%.

Nos sete setores que apresentaram queda no comparativo de julho deste ano ante julho de 2017, o principal impacto veio dos produtos alimentícios, com 5,8% de recuo. Destacam-se ainda as contribuições negativas em segmentos de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos, com 9,5%, e de couro, artigos para viagem e calçados, que caiu 6,4%.

Fonte: VEJA


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