Pr. Regino Barros

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Pr. Márcio Silva

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Pr. Sandro Pinheiro

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Pr. Luciano Alves

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Pr. Carlos Pinheiro

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Pr. Raphael Batista

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Pr. Neilton Rocha

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Pr. Delson Campos

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Pr. Dionatan Freitas

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Pr. Wesley Santos

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Pr. Danyel Pagliarin

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Pr. Reinaldo Rosário

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Pr. Alex Oliveira

Pr. Alex Oliveira

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Pr. Emerson Stevanelli

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Pr. Leonardo Pinheiro

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Pr. Crescio Rezende

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Pr. Fábio Henrique

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Pr. Gilvan Gomes

Pr. Gilvan Gomes

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Pr. Joaquim Neto

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6. O SER HUMANO: CRIAÇÃO, QUEDA E SEU ESTADO ATUAL

6 O SER HUMANO: CRIAÇÃO, QUEDA E SEU ESTADO ATUAL

Cremos que o homem e a mulher foram criados por determinação e atuação Divina direta (Gn 1:26-27, 2:7, 2:22, Sl 94:9), e o próprio Deus declara a Sua autoria (Êx 4:11, Is 43:7, 45:12), não sendo o ser humano fruto da “evolução das espécies”.

Cremos que a maneira simplista de a Bíblia relatar esta criação deve-se ao fato de que até hoje não existe mente humana capaz de suportar uma explicação física, química, matemática e científica. Cremos que o propósito de Deus, ao inspirar o relato da criação, foi mostrar o Criador e não dar lições de ciências exatas e humanas.

Cremos que o homem e a mulher foram criados à imagem e semelhança de Deus, tendo recebido poder para dominar a natureza e influir nela, sendo-lhes delegada liberdade, orientação e responsabilidade (Gn 1: 28-30, 2:15-17).

Cremos que todo homem possui natureza moral refletida na sua consciência, sabendo distinguir por si só entre o bem e o mal (Gn 3:22) entre o amor e o ódio (Gn 4:8). E que a Lei de Deus está gravada em cada consciência (Rm 2:14-15).

Cremos que o pecado contamina todos os aspectos da vida do ser humano e que a sua influência altera tudo o que ele pensa, diz e pratica.

Cremos que o pecado coloca o ser humano diante de Deus na mesma condição que o criminoso está para a justiça do País. (Mt 5:21-22, Mc 3:29, Rm 3;19, Tg 2:10).

Cremos que o ser humano, livre para escolher entre a obediência a Deus e a desobediência, tentado pela “antiga serpente, chamada o diabo e Satanás” (Ap 12:9), deu entrada ao pecado em seu coração, perdendo a sua pureza original e corrompendo todo o seu ser, com todas as terríveis consequências desse novo estado pecaminoso: “Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço. Ora, se eu faço o que eu não quero, já não o faço eu, mas o pecado que habita em mim... Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte? ” (Rm 7:19-24). Cremos que o pecado escraviza o homem através de uma força maléfica que o imobiliza, tornando-o cada vez mais incapaz de praticar o bem (Jo 8:34, Rm 7:18-20).

Cremos que pecado é a rebeldia, a insubordinação, a desobediência, a indisciplina à vontade de Deus, que está declarada tanto na Bíblia Sagrada como na consciência humana (I Jo 3:4, Mt 5:21-32). Pecado é não atingir o padrão divino (Lc 15:18,21, Rm 3:23), é ofensa a Deus (Ef 2), é deixar de amar e perdoar o semelhante (Mt 5:38-48, I Jo 3:15, 4:8, Rm 13:9), é deixar de respeitar a personalidade e o direito alheio (Gn 4:5, II Sm 11), é a autossuficiência (Ml 4:1, Lc 1:51, Tg 4:6, I Jo 2:16), é a indiferença (Ml 1:6, Ez 17:19, Mt 23:23), é o orgulho e a altiva presunção de quem se julga capaz de conduzir sua própria vida, repugnando a presença e a interferência de Deus (Sl 1:1, Lc 12:15-21, 14:15-24).

Cremos que o pecado provoca uma terrível separação entre o ser humano e Deus, que se afasta do ímpio para que ele não seja consumido pela santidade do Senhor (Gn 3:23-24, Is 59:2, Lc 5:8, Mt 7:23, 25:41, Lc 13:27, 2 Co 6:17, I Jo 2:28), e que, como salário do pecado é a morte, o pecador está morto espiritualmente (Mt 8:22, Lc 15:24-32, Rm 5:12:21, 6:23, Ef 2:1-5, 5:14, Cl 2:13-15) e que a exclusão definitiva e eterna do pecador da presença de Deus é a segunda morte (Mt 25:41, II Ts 1:9, Ap 20:11-15).

Cremos que é impossível ao ser humano, por seu mérito, boas obras e esforço próprio, apagar os seus pecados e recuperar a pureza perdida, que é indispensável para a sua salvação (Sl 49:6-9).

Além de moralmente perfeito, Deus é Santo. Isto quer dizer que Ele é separado do pecado. Deus diz que é impossível ao pecador ter comunhão com Ele: “Aquele que tiver pecado contra mim, a este riscarei do meu Livro” (Êx 32:33). Deus declara ser o Dono de todas as almas e diz que a própria pessoa responderá diretamente pelo seu pecado: “Eis que todas as almas são minhas. Como o é a alma do pai, assim também a alma do filho é minha. A alma que pecar, essa morrerá” (Ez 18:4). No entanto, Deus não deseja a morte do pecador: “Vivo eu, diz o Senhor Deus, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois por que razão morrereis?” (Ez 33:11).

Para que o pecador arrependido não morresse, Deus estabeleceu no Antigo Testamento um sacrifício feito com animais, que deveriam ser perfeitos, sem defeitos e sem manchas, para morrerem no lugar do pecador. Com isto, Deus quis mostrar Sete Verdades:

Que tal sacrifício era um preço de sangue pela sua culpa. “E como a sua oferta pela culpa, trará ao Senhor um carneiro sem defeito, do rebanho. E o sacerdote fará expiação por ele diante do Senhor e será perdoado de todas as coisas que tiver feito, nas quais se tenha tornado culpado” (Lv 6:6-7). O cordeiro “sem mancha e sem defeito”, simbolizava a inocência e pureza, que eram sacrificadas em favor do pecador (Lv 5:17-19, 6:6-7, 7:1-5).

Que a morte do animal era substitutiva. Ao impor a mão sobre a vítima, o pecador lhe transferia toda a culpa. “Porá a mão sobre a cabeça da oferta pelo pecado e a imolará no lugar do holocausto” (Lv 4:29).

Que o resgate do pecado se dava com derramamento de sangue. “Porquanto é o sangue que fará expiação pela alma” (Lv 17:11b). “E quase todas as coisas, segundo a Lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão” (Hb 9:22).

Que aquele era um sacrifício insuficiente e temporário. A cada novo pecado cometido pelo Ser Humano, exigia-se o sacrifício de um novo animal. “Ora, todo sacerdote se apresenta dia após dia, ministrando e oferecendo muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca podem tirar pecados” (Hb 10:8).

Que aquele era um sacrifício imperfeito. O animal, quadrúpede e irracional, morria involuntariamente e sem saber o porquê, substituindo o pecador somente no derramamento de sangue, sendo que jamais poderia substituí-lo como Ser Humano, bípede, inteligente, criado à imagem e semelhança de Deus: “Porque é impossível que o sangue de touros e de bodes tire pecados” (Hb 10:4).

Que o sacrifício de animais era indesejável. Um dia seria substituído por outro, muito mais sublime e elevado. O Salmo 40, escrito cerca de 1000 a.C., revela que “Alguém” se apresentou voluntariamente diante de Deus para fazer o Sacrifício Perfeito e Definitivo: “Sacrifício e oferta não quiseste. Abriste-me os ouvidos; holocausto e oferta de expiação pelo pecado não reclamaste. Então disse eu: Eis aqui venho; no rolo do livro está escrito a meu respeito. Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu” (Sl 40:6-8).

Que todo aquele ritual do Antigo Testamento apontava para o futuro Cordeiro de Deus, Perfeito, sem defeito e sem mancha, que viria e morreria como Ser Humano, voluntariamente, no lugar de cada Ser Humano.

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Sexta, dia 22/06, às 19h Cura Divina e Libertação     SEDE RIO DE JANEIRO     Av. Vicente de Carvalho, 1121 - Vila da Penha - Rio de Janeiro - RJ

 

   

 



 

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