Pr. Sandro Pinheiro

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Pr. Raphael Batista

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Pr. Luciano Alves

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Pr. Alex Oliveira

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Pr. Fábio Henrique

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Pr. Emerson Stevanelli

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Pr. Danyel Pagliarin

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Pr. Neilton Rocha

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Pr. Delson Campos

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Pr. Leonardo Pinheiro

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Pr. Crescio Rezende

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Pr. Carlos Pinheiro

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Pr. Wesley Santos

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Pr. Regino Barros

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Pr. Dionatan Freitas

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Pr. Joaquim Neto

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Pr. Gilvan Gomes

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8. A RESSURREIÇÃO DO SENHOR JESUS

8A RESSURREIÇÃO DO SENHOR JESUS

Cremos que o mesmo Jesus que morreu na sexta-feira às três da tarde, ressuscitou em carne e ossos no domingo pela manhã, como havia profetizado, sendo visto primeiramente pelos guardas romanos que guardavam o sepulcro, depois por Maria Madalena e pelas demais mulheres, e depois, à tarde, apareceu também para os dois discípulos no caminho de Emaús, depois para os dez discípulos no Cenáculo e, oito dias depois, apareceu para Tomé e os demais apóstolos, e ainda foi visto por mais de quinhentas pessoas, por um espaço de quarenta dias (Mt 27:46, Mc 15:34, Lc 23:44, Mt 17:22-23, 20:18-19, Mc 9:31, 10:33-34, Lc 18:31-33, Mt 28:4, Mc 16:9, Jo 20:16-18, Lc 24:13-34, 24:36-53, Jo 20:19-23, 20:26-29, I Co 15:6).

Cremos na Ressurreição de Jesus, porque ela foi testemunhada pelos guardas: “E eis que houvera um grande terremoto; pois um Anjo do Senhor descera do Céu e, chegando-se, removera a pedra e estava sentado sobre ela. O seu aspecto era como um relâmpago e as suas vestes brancas como a neve. E de medo dele tremeram os guardas e ficaram como mortos ” (Mt 28:2-4). Apavorados, correram para Jerusalém e o Evangelho nos conta: “E eis que alguns da guarda, chegando à cidade, anunciaram aos príncipes dos sacerdotes todas as coisas que haviam acontecido. E, congregados eles com os anciãos e tomando conselho entre si, deram muito dinheiro aos soldados, ordenando: Dizei, vieram de noite os seus discípulos e, dormindo nós, o furtaram. E, se isso chegar a ser ouvido pelo governador, nós o persuadiremos e vos poremos em segurança. E eles, recebendo o dinheiro, fizeram como estavam instruídos. E foi divulgado esse dito entre os judeus, até ao dia de hoje” (Mt 28:11-15).

Diante daquela notícia, transmitida por testemunhas que não tinham nenhum interesse espiritual no caso, o sumo-sacerdote Caifás, que conduziu o falso julgamento de Jesus, pois antes do Seu julgamento já O tinham sentenciado à morte (Jo 11:49-53), bem como todos os sacerdotes do Sinédrio, deveriam ter demonstrado arrependimento e orado a Deus por perdão. Porém, impenitentes, subornaram, mentiram e enganaram, contrariando a Torá, que diz: “Não torcerás o juízo, não farás acepção de pessoas, nem tomarás suborno, porquanto o suborno cega os olhos dos sábios e perverte as palavras dos justos. A justiça, somente a justiça seguirás, para que vivas e possuas em herança a terra que te dará o SENHOR, teu Deus” (Dt 16:19-20). Na quinta-feira já haviam investido trinta siclos de prata para destruir a Verdade e, agora, investem muito mais dinheiro na propagação de uma mentira, que dura até os dias de hoje e tem levado milhões de vidas à ruína eterna. Basta um pouco de raciocínio para se comprovar a fragilidade da mentira arquitetada: Se os guardas estavam dormindo, como podem afirmar que viram os discípulos roubarem o corpo? Quem está dormindo não pode ver nada. E, se viram, por que não impediram que o corpo fosse roubado? Bastaria um simples grito e os discípulos, medrosos que eram, largariam o cadáver e sairiam correndo.

Assim como os inimigos de Jesus investiram muito dinheiro para negar a Sua ressurreição, os salvos devem investir muito mais ainda para anunciar que Ele ressuscitou dos mortos e está vivo pelos séculos dos séculos (Ap 1:17-18).

Cremos na Ressurreição de Jesus, porque ela foi testemunhada por Maria Madalena e pelas outras mulheres: “E, passado o sábado, Maria Madalena, Salomé e Maria, mãe de Tiago, compraram aromas para irem ungi-lo. E no primeiro dia da semana, muito de madrugada, sendo ainda escuro, foram elas ao sepulcro, levando as especiarias que tinham preparado... E de manhã cedo, ao nascer do sol, diziam umas às outras: Quem nos revolverá a pedra da porta do sepulcro? E, olhando elas, viram que a pedra já estava revolvida. E era ela muito grande. E, entrando, não acharam o corpo do Senhor Jesus. Correu, pois, Maria Madalena e foi a Simão Pedro e ao outro discípulo, a quem Jesus amava, e disse-lhes: Levaram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram” (Mc 16:1, Lc 24:1a, Jo 20:1b, Lc 24:1b, Mc 16:2b-4, Lc 24:3, Jo 20:2).

As mulheres saíram de casa naquele primeiro dia da semana quando ainda estava escuro e chegaram no jardim do sepulcro com o nascer do sol. Passaram o shabat (descanso) preocupadas com uma coisa desnecessária: ungir um morto, que iria ressuscitar! Também estavam preocupadas com a pedra do sepulcro, que era grande demais até para três mulheres a moverem. Mas esta era outra preocupação desnecessária: Aquele que já havia movido a Rocha da Salvação, também já havia movido a pedra!

Maria Madalena e as outras mulheres, quando viram Jesus ressuscitado, lançaram-se a Seus pés, e não queriam largá-Lo: “E indo elas, eis que Jesus lhes sai ao encontro, dizendo: Eu vos saúdo! E elas, chegando, abraçaram os Seus pés e O adoraram” (Mt 28:9).

Maria Madalena, especialmente, agarrou os pés de Jesus de uma tal maneira, que obrigou o Senhor a dizer: “Não me detenhas, porque ainda não subi para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus” (Jo 20:17). Eis mais uma prova maravilhosa que desmente as religiões que ensinam erradamente que Ele ressuscitou “em espírito”, o que por si só é uma aberração e insensatez, porque espíritos não ressuscitam porque não morrem. A aparição de Jesus não era a de um fantasma. Por isso, Jesus teve de ordenar que O largassem e não O detivessem!

Cremos na Ressurreição de Jesus, porque ela foi testemunhada pelos dois discípulos no caminho de Emaús: “Nesse mesmo dia, manifestou-se em outra forma a dois deles que iam de caminho para o campo, para uma aldeia chamada Emaús, que distava de Jerusalém sessenta estádios. E iam comentando entre si tudo aquilo que havia sucedido. Enquanto assim comentavam e discutiam, o mesmo Jesus se aproximou e ia com eles. Mas os olhos deles estavam como que fechados, para que não o conhecessem. Então Ele lhes perguntou: Que palavras são essas que, caminhando, trocais entre vós? Então, eles pararam tristes. E um deles, chamado Cleopas, respondeu-lhe: És tu o único peregrino em Jerusalém que não soube das coisas que nela têm sucedido nestes dias? Ao que Ele lhes perguntou: Quais? Disseram-lhe: As que dizem respeito a Jesus, o nazareno, que foi profeta, poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo, e como os principais sacerdotes e as nossas autoridades o entregaram para ser condenado à morte, e o crucificaram. Ora, nós esperávamos que fosse ele quem havia de remir Israel. E, além de tudo isso, é já hoje o terceiro dia desde que essas coisas aconteceram. Verdade é, também, que algumas mulheres do nosso meio nos encheram de espanto; pois foram de madrugada ao sepulcro e, não achando o corpo dele, voltaram, declarando que tinham tido uma visão de Anjos que diziam estar ele vivo. Além disso, alguns dos que estavam conosco foram ao sepulcro, e acharam ser assim como as mulheres haviam dito; a ele, porém, não o viram. Então Ele lhes disse: Ó néscios e tardos de coração para crerdes tudo o que os profetas disseram! Porventura não importava que o Cristo padecesse essas coisas e entrasse na Sua Glória? E, começando por Moisés, e por todos os profetas, explicou-lhes o que Dele se achava em todas as Escrituras. Quando se aproximaram da aldeia para onde iam, Ele fez como quem ia para mais longe. Eles, porém, o constrangeram, dizendo: - Fica conosco; porque é tarde e já declinou o dia. E entrou para ficar com eles. Estando com eles à mesa, tomou o pão e o abençoou. E, partindo-o, lho dava. Abriram-se lhes então os olhos e o reconheceram; Nisto Ele desapareceu de diante deles. E disseram um para o outro: Porventura não ardia em nós o nosso coração quando, pelo caminho, nos falava e quando nos abria as Escrituras? ” (Lc 24:13a, Mc 16:12, Lc 24:13b-32).

E os dois correram de volta a Jerusalém, que ficava a cerca de treze quilômetros de onde eles estavam, entraram no Cenáculo e disseram aos discípulos a boa notícia:

“Ressuscitou, verdadeiramente, o Senhor e já apareceu a Simão” (Lc 24:34).

Cremos na Ressurreição de Jesus porque ela foi testemunhada pelos dez discípulos no Cenáculo: “Enquanto ainda falavam nisso, na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando os discípulos reunidos com as portas cerradas por medo dos judeus, o mesmo Jesus se apresentou no meio deles e disse-lhes: Paz seja convosco. Mas eles, espantados e atemorizados, pensavam que viam algum espírito. Ele, porém, lhes disse: Por que estais perturbados? E por que surgem dúvidas em vossos corações? Olhai as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo. Apalpai-me e vede; porque um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho. E, dizendo isso, mostrou-lhes as mãos, os pés e o lado. Alegraram-se, pois, os discípulos ao verem o Senhor. Disse-lhes, então, Jesus segunda vez: Paz seja convosco. Não acreditando eles ainda por causa da alegria, e estando admirados, perguntou-lhes Jesus: Tendes aqui alguma coisa que comer? Então lhe deram um pedaço de peixe assado e um favo de mel, o que Ele tomou e comeu diante deles. E lançou-lhes em rosto a sua incredulidade e dureza de coração, por não haverem crido nos que o tinham visto já ressuscitado. Depois lhes disse: São estas as palavras que vos falei, estando ainda convosco, que importava que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos. Então lhes abriu o entendimento para compreenderem as Escrituras. E disse-lhes: Assim está escrito que o Cristo padecesse e ao terceiro dia ressuscitasse dentre os mortos; e que em seu Nome se pregasse o arrependimento para remissão dos pecados, a todas as nações, começando por Jerusalém. Vós sois testemunhas destas coisas. Assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós.

E havendo dito isso, assoprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, são-lhes perdoados; e àqueles a quem os retiverdes, são-lhes retidos” (Lc 24:36a, Jo 20:19a, Lc 24:36b-40, Jo 20:20b-21a, Lc 24:41-43, Mc 16:14b, Lc 24:44-48, Jo 20:21b-23).

O Evangelho faz questão de frisar que não foi outro Jesus que se apresentou a eles naquela tarde da Sua ressurreição, mas “o mesmo” que os discípulos conheciam e que morreu na Cruz (Lc 24:36)

Isto é glorioso: o Corpo ressuscitado do Senhor Jesus tem uma nova e desconhecida estrutura molecular, porque preserva a carne e os ossos, mas consegue aparecer e desaparecer quando bem entende. Aqui, o Senhor entrou no recinto, com as portas e janelas trancadas!

Os discípulos pensavam que viam algum espírito, o equivocado teológico que persiste até hoje em muitas religiões, que ensinam que Jesus ressuscitou apenas “em espírito”.

O próprio Jesus desfez tal engano e apresentou cinco tipos de provas da Sua Ressurreição:

1- Prova Pericial: OLHAI AS MINHAS MÃO E MEUS PÉS. Jesus exibe as marcas recentes dos cravos que atravessaram as Suas mãos e os Seus pés. É o Laudo Necroscópico escrito na carne e, pela primeira vez na História da Humanidade, o próprio “cadáver” expõe e registra as conclusões da perícia.

2- Prova Testemunhal: SOU EU MESMO. Jesus nunca mentiu e jamais mentiria. Ele afirma que aquele corpo é o Dele mesmo. Não é um outro corpo emprestado, parecido ou semelhante. Jesus não simula a Sua Ressurreição em carne, porque Ele mesmo disse: “EU SOU a Ressurreição e a Vida” (Jo 11:25).

3- Prova Material: APALPAI-ME E VEDE; PORQUE UM ESPÍRITO NÃO TEM CARNE NEM OSSOS, COMO VEDES QUE EU TENHO. Jesus contesta que teria “ressuscitado em espírito” e apresenta o Seu próprio Corpo como prova inegável de que ressuscitou em carne e ossos. Exibe as mãos, os pés, o lado onde, inclusive, Lhe fizeram o ferimento com a lança, depois de morto.

4- Prova Técnica: TENDES AQUI ALGUMA COISA QUE COMER? Jesus não precisava comer. “Comeu diante deles” para provar que não era um espírito e que o Seu Corpo tem substância.

5- Prova Documental: IMPORTAVA QUE SE CUMPRISSE TUDO O QUE DE MIM ESTAVA ESCRITO NA LEI DE MOISÉS, NOS PROFETAS E SALMOS. Jesus apresenta farta documentação profética das Escrituras Sagradas, que não pode ser contestada, porque narra toda Sua Vida e sofrimento em detalhes, séculos antes de tudo acontecer.

Cremos que Jesus mandou QUE EM SEU NOME SE PREGASSE O ARREPENDI-MENTO PARA REMISSÃO DOS PECADOS, A TODAS AS NAÇÕES porque não há, entre todas as Nações, outro Nome que produz perdão dos pecados e Salvação, simplesmente porque ninguém mais viveu neste Mundo sem pecado, morreu pelos pecadores e ressuscitou vitorioso! Ele é o Único que venceu a Morte e está vivo pelos séculos dos séculos. Por isso, pode garantir a Vida Eterna a todos os que Nele creem! Se as pessoas não acreditarem na Sua ressurreição, perderão a Única chance possível de Salvação.

O Apóstolo Paulo, que já naquela época tinha de combater falsas versões que negavam a Sua ressurreição, escreveu: “E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé. E assim somos também considerados como falsas testemunhas de Deus, pois testificamos de Deus, que ressuscitou a Cristo, ao qual, porém, não ressuscitou... E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E também os que dormiram em Cristo estão perdidos” (I Co 15:14-18).

Cremos que sem a fé na Ressurreição de Jesus, todos nós estaríamos perdidos porque “se Cristo não ressuscitou” não poderia ter sido o salvador de Si mesmo, quanto mais de um único pecador.

Cremos que é por este motivo que a Ressurreição de Cristo é tão combatida: “Se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados” (v.: 17). É óbvio que quem permanece nos pecados não pode ser salvo. Porém, cremos nisto que a Palavra afirma: “Mas, agora, Cristo ressuscitou dos mortos e foi feito as primícias dos que dormem. Porque, assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por Um Homem. Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo” (I Co 15:14-22).

Cremos que o Cristianismo puro, fiel ao Evangelho, sem “tradições religiosas” e sem idolatrias, é a única fé do mundo que pode oferecer Salvação e Vida Eterna à Humanidade porque só ele tem o Seu Líder ressuscitado! Todos os grandes homens, profetas e líderes religiosos morreram, foram e permanecem sepultados. Somente Cristo foi sepultado e RESSUSCITOU (Mt 28, Mc 16, Lc 24, Jo 20-21), tendo subido aos Céus quarenta dias depois de ressuscitado (Lc 24:50-51, At 1:9-11) e assentado à direita de Deus (Ef 1:19-20).

Cremos que, assim como o tormento e a morte entraram neste mundo pela desobediência de um só homem, a PAZ e a VIDA vieram por nosso Segundo e Perfeito Adão: nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (I Co 15:20-21). E assim como Ele vive, nós também viveremos!

Cremos que não precisamos morrer para saber se seremos salvos, porque Jesus nos oferece, já nesta vida, a certeza da salvação e da Vida Eterna!

“Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha Palavra e crê Naquele que me enviou tem a Vida Eterna e não entrará em condenação, mas já passou da morte para a Vida. Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a Voz do Filho de Deus e os que a ouvirem viverão. Pois assim como o Pai tem Vida em Si mesmo, assim também deu ao Filho ter a Vida em Si mesmo. E deu-lhe autoridade para julgar, porque é o Filho do Homem. Não vos admireis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a Sua Voz e sairão:  os que tiverem feito o bem, para a Ressurreição da Vida. E os que tiverem praticado o mal, para a Ressurreição do Juízo” (Jo 5:24-28, 10:10, Mt 25:31-46, Ap 20:11-15).

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Sexta, dia 22/06, às 19h Cura Divina e Libertação     SEDE RIO DE JANEIRO     Av. Vicente de Carvalho, 1121 - Vila da Penha - Rio de Janeiro - RJ

 

   

 



 

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