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A Primeira Pesca Maravilhosa

 

LC E aconteceu que, apertando-O a multidão para ouvir a Palavra de Deus, estava Ele junto ao lago de Genezaré. MT E andando ao longo do mar da Galileia, LC viu dois barcos junto à praia. Os pescadores, MT Simão, chamado Pedro, e seu irmão André, LC haviam descido deles e estavam lavando as redes. MT E, passando mais adiante, viu outros dois irmãos: Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João, no barco com seu pai Zebedeu, consertando as redes.

LC Entrando Ele num dos barcos, que era o de Simão, pediu-lhe que o afastasse um pouco da terra. E, sentando-se, ensinava do barco as multidões. Quando acabou de falar, disse a Simão:

– Faze-te ao mar alto e lançai as vossas redes para a pesca.

Ao que disse Simão:

– Mestre, trabalhamos a noite toda e nada apanhamos; mas, sobre a tua Palavra, lançarei as redes.

Feito isto, apanharam uma grande quantidade de peixes, de modo que as redes se rompiam. Acenaram então aos companheiros que estavam no outro barco, para virem ajudá-los. Eles, pois, vieram, e encheram ambos os barcos, de maneira tal que quase iam a pique.

Vendo isso Simão Pedro, prostrou-se aos pés de Jesus, dizendo:

– Retira-te de mim, Senhor, porque sou um homem pecador.

Pois, à vista da pesca que haviam feito, o espanto se apoderara dele e de todos os que com ele estavam, bem como de Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram sócios de Simão.

Disse Jesus a Simão:

– Não temas; de agora em diante serás pescador de almas.

E, levando eles os barcos para a terra, deixaram MC Zebedeu no barco com os empregados, e o seguiram.

Notas do Autor: LC 5:1; MT 4:18; LC 5:2; MT 4:18b; LC 5:2b; MT 4:21; LC 5:3-11; MC 1:20

LAGO DE GENEZARÉ. Também chamado de Mar da Galileia e Mar de Tiberíades (Jo 6:1). É um imenso lago de água doce, formado pelas águas do Rio Jordão. Chamavam-no de Mar devido ao seu grande tamanho: mede 21 por 13 quilômetros de largura. Na Torá, é chamado de Mar de Quinerete (Nm 34:11, Dt 3:17).

DE AGORA EM DIANTE SERÁS PESCADOR DE ALMAS. Vamos analisar o processo da chamada de Pedro: Um dia, Pedro foi apresentado a Jesus por seu irmão André. Para dar a Pedro uma nova visão a respeito de si mesmo, Jesus fixou nele o Seu olhar e disse: “Tu serás chamado Cefas” (Jo 1:42). Pedro viu Jesus expulsar o demônio de um homem que estava na sinagoga de Cafarnaum e ficou muito impressionado com aquilo (Mc 1:23-27). Na saída da sinagoga, Pedro foi com Jesus à sua casa (Mc 1:29). Pedro viu Jesus curar a sua sogra na hora (Mt 8:14-15). Ao pôr-do-sol, com o fim daquele sábado, as multidões se ajuntaram na porta da casa de Pedro, e ele viu Jesus curar todos os doentes com o toque da Sua mão. Também viu Jesus, apenas com a Sua Palavra, expulsar os demônios, que gritavam: “Tu és o Filho de Deus” (Lc 4:41). Pedro tinha esposa, sogra, casa e família para sustentar. Ainda não havia largado o seu trabalho material. Naquela mesma noite, após presenciar tantos milagres, Pedro foi pescar com os seus sócios. Trabalharam a noite inteira e nada apanharam. Jesus levantou de madrugada e foi orar. Achado pela multidão, começou a andar à beira-mar.

E VIU DOIS BARCOS JUNTO À PRAIA. Aquilo não foi acaso. Jesus foi, propositadamente, ao local onde Pedro estava. Jesus já havia entrado na família de Pedro, ao curar sua sogra. Jesus já havia entrado na casa de Pedro e pousado ali. Mas faltava entrar no seu trabalho. Jesus não pode ser o Senhor de alguém se não entrar em todas as áreas de sua vida. Ao permitir que Jesus entrasse no seu barco, Pedro estava permitindo que Jesus entrasse também no seu dia-a-dia.

MAS, SOBRE A TUA PALAVRA, LANÇAREI AS REDES. Após a pregação de Jesus no barco - que infelizmente não foi registrada pelos discípulos, Pedro recebe a ordem de voltar ao alto-mar. Pedro poderia ter dito: “Mestre, é perda de tempo. O sol já está forte. Os peixes sumiram. Acredite: somos pescadores há muitos anos. Hoje não vai dar mais nada. Ademais, acabamos de vir de lá. Eu e os meus amigos estamos muito cansados”. Pedro tinha todos os motivos para dizer não. Porém, agora, Pedro tem uma motivação inédita: a fé na Palavra do Senhor Jesus. Com a sua resposta, Pedro prova que está começando a crer nesta Palavra. É impossível aprofundar o relacionamento com o Senhor, sem crer na Sua infalível Palavra e estar disposto a obedecer.

PROSTROU-SE AOS PÉS DE JESUS, DIZENDO: ... SOU UM HOMEM PECADOR. Pedro era judeu. E um judeu não se ajoelha nem adora homem algum. Pedro, dentro do barco, prostrou-se diante de Jesus porque reconheceu que Ele é “o Filho de Deus”. Creu nEle com aquela fé que salva e confessou que era um pecador.

O ESPANTO SE APODERARA DELE E DE TODOS OS QUE COM ELE ESTAVAM. Aquilo era temor. E temor só se deve a Deus. A Palavra diz: “Ninguém há semelhante a ti, ó Senhor; és grande, e grande é o teu Nome em poder. Quem te não temeria a ti, ó Rei das Nações? Pois a ti se deve o temor; porquanto entre todos os sábios das nações, e em todos os seus reinos ninguém há semelhante a Ti” (Jr 10:6-7).

Qual era o tamanho daquele barco? Sempre que imaginamos o barco dos apóstolos, pensamos num barco simples e pequeno. Porém, no ano de 1985, ocorreu uma grande seca em Israel. Como a nação e até alguns países vizinhos, como a Jordânia, se abastecem das águas do Mar da Galileia, a falta de chuvas fez o nível de água baixar consideravelmente. Surgiu, então, no leito do mar, entre o lodo, os restos de um barco afundado. Quando os arqueólogos e estudiosos examinaram o barco em laboratório, constataram, por vários testes, que aquele barco era do início da Era Cristã e, portanto, do tempo de Jesus. O achado permitiu saber as medidas médias dos barcos usados naquela época: 8,20 metros de comprimento por 2,35 metros de largura. Nada mau para um barquinho...

DEIXARAM... E O SEGUIRAM. Aquela pesca maravilhosa era tudo o que o microempresário Pedro e seus sócios poderiam desejar. Mas eles encontraram “algo” que valia mais do que todos os peixes do mundo: o tesouro escondido. Jesus disse que quem O encontra é capaz de trocar tudo por Ele (Mt 13:44). Por isso, tomaram a radical decisão de deixar tudo e segui-lO. E preencheram a condição inicial para o discipulado. A partir daquele momento, o indouto Pedro mergulhou no seu relacionamento com o Senhor e fará a melhor Universidade do mundo. Um curso intensivo de 24 horas, durante três anos. Não faltará a uma só aula.

O que Jesus viu de bom em Pedro? Jesus estava começando o maior empreendimento de todo o Universo. Precisava recrutar “executivos” para a Sua empreitada. Jesus já sabia que o pescador Pedro era nascido em Betsaida, uma das aldeias mais pobres do norte da Galileia. Sabia que Pedro tinha pouquíssimo estudo e quase nenhuma cultura (At 4:13). Notou, logo nas primeiras conversas, o seu forte sotaque nortista (Mt 26:73).

Discerniu que Pedro era uma pessoa rude, instável e contraditória. Por que Jesus “contratou” como um dos Seus principais “executivos” alguém com este perfil? Que empresário começaria um negócio novo, escolhendo alguém tão desqualificado? E, mesmo assim, Jesus resolveu investir naquela vida. Por quê? O que foi que o Senhor Jesus viu de bom em Pedro? Jesus viu que Pedro era um homem que tinha um coração temente a Deus, capaz de reconhecer seus próprios pecados e chorar amargamente por eles (Lc 22:62). É isto que o Senhor procura numa pessoa. Ele jamais desprezará um coração contrito. “Eis para quem olharei: para o humilde e contrito de espírito, que treme diante da minha Palavra” (Is 66:2b). E como Pedro tremia dentro daquele barco! Jesus nunca desiste de investir em alguém com estas características. Por mais defeitos que a pessoa tenha, ou por menor que seja o seu potencial, Jesus nunca desiste de tal pessoa. Ele disse: “Todo o que o Pai me dá virá a mim. E o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora. Porque eu desci do Céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade Daquele que me enviou. E a vontade Do que me enviou é esta: que eu não perca nenhum de todos aqueles que me deu, mas que eu o ressuscite no Último Dia. Porquanto esta é a vontade de meu Pai: que todo aquele que vê o Filho e crê nele, tenha a Vida Eterna. E eu o ressuscitarei no Último Dia” (Jo 6:37-40). Nem no Último Dia Jesus desistirá de alguém. Este é o amor incondicional de Deus. Porém, cabe a cada um decidir se quer seguir Jesus incondicionalmente ou não. A todos quantos tomam esta decisão radical, há o ganho certo e garantido já nesta vida, e também na volta do Senhor. Este mesmo Pedro, um dia, perguntará: “Eis que nós deixamos tudo e te seguimos; que recompensa, pois, teremos? Respondeu-lhes Jesus: Na verdade vos digo que ninguém há que tenha deixado casa, ou mulher, ou irmãos, ou irmãs, ou mãe, ou pai, ou filhos, ou campos, por amor de mim e do Evangelho, que não receba cem vezes tanto, já neste tempo, em casas, e irmãos, e irmãs, e mães, e filhos, e campos, com perseguições; e no mundo vindouro a Vida Eterna” (Lc 18:28; Mc 10:29-30).

Por Juanribe Pagliarin

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