Pra. Marta Aguiar

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Pr. Alex Oliveira

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Sede Estadual – PA pr.alexoliveira@pazevida.org.br

Pr. Neilton Rocha

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Pr. Joaquim Neto

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Pr. Jean Vilela

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Pr. Gilvan Gomes

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Pr. Delson Campos

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A Segunda Pesca Maravilhosa

JO Depois disto, manifestou-Se Jesus outra vez aos discípulos junto ao mar de Tiberíades. E manifestou-Se deste modo:

Estavam juntos Simão Pedro, Tomé, chamado Dídimo, Natanael, que era de Caná da Galileia, os filhos de Zebedeu, e outros dois dos Seus discípulos.

Disse-lhes Simão Pedro:

– Vou pescar.

Responderam-lhe:

– Nós também vamos contigo.

Saíram e entraram no barco. E naquela noite nada apanharam. Mas ao romper da manhã, Jesus se apresentou na praia. Todavia os discípulos não sabiam que era Ele.

Disse-lhes, pois, Jesus:

– Filhos, tendes alguma coisa de comer?

Responderam-Lhe:

– Não.

Disse-lhes Ele:

– Lançai a rede à direita do barco e achareis.

Lançaram-na, pois, e já não a podiam puxar por causa da grande quantidade de peixes. Então, aquele discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro:

– É o Senhor.

Quando, pois, Simão Pedro ouviu que era o Senhor, cingiu-se com a túnica, porque estava despido, e lançou-se ao mar. Mas os outros discípulos vieram no barquinho, puxando a rede com os peixes, porque não estavam distantes da terra senão cerca de duzentos côvados. Ora, ao saltarem em terra, viram ali brasas, um peixe posto em cima delas e pão.

Disse-lhes Jesus:

– Trazei alguns dos peixes que agora apanhastes.

Entrou Simão Pedro no barco e puxou a rede para terra, cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes. E, apesar de serem tantos, não se rompeu a rede.

Disse-lhes Jesus:

– Vinde, comei.

Nenhum dos discípulos ousava perguntar-Lhe: Quem és Tu? Porque sabiam que era o Senhor. Chegou Jesus, tomou o pão e deu-lho, e semelhantemente o peixe. Foi esta a terceira vez que Jesus se manifestou aos seus discípulos, depois de ter ressuscitado dos mortos.

Notas do Autor: JO 21:1-14

JUNTO AO MAR DE TIBERÍADES. Em louvor ao filius dei Tibério César, o tetrarca Herodes Antipas, entre os anos 14 e 18 d.C., construiu a cidade de Tiberíades, às margens do Mar da Galileia. Por causa desta nova cidade é que o Mar da Galileia também era chamado de “Mar de Tiberíades”. Havia muita resistência dos judeus contra a povoação daquela cidade, especialmente dos fariseus, porque Herodes Antipas a construiu sobre um antigo cemitério, e a Lei de Moisés a tornava cerimonialmente impura. Para incentivar a sua urbanização e ocupação, Herodes Antipas edificou nela o seu palácio e a transformou na capital da Galileia. Também, à base da força, obrigou muitos colonos a mudar-se para lá. É digno de nota que Jesus, durante o Seu Ministério na Terra, nunca entrou na cidade de Tiberíades, tampouco andou pelas suas ruas. Talvez por respeitar o Seu nazireado (Nm 6:6). O mais perto que chegou foi na sua praia e nos lugares desertos à sua volta (Jo 6:1). É também muito significativo que, ressuscitado, o Autor da Vida apareça às margens da cidade construída sobre um cemitério.

NÃO. Por não terem reconhecido Jesus, os discípulos imaginaram que aquele estranho estava ali como pedinte; daí a resposta seca e indiferente. Por que os discípulos não reconheceram Jesus? Por quatro hipóteses:

1. Como o dia estava começando, talvez ainda estivesse escuro;

2. Devido ao cansaço, os discípulos mal prestaram atenção no homem que estava na praia;

3. Como João não especificou a quantos dias da ressurreição o Senhor reapareceu, não sabemos se Ele ainda estava com o rosto muito machucado.

4. E, finalmente, por um propósito especial do Senhor, que queria relembrar uma de Suas primeiras lições: “Dá a quem te pedir e não voltes as costas ao que quiser que lhe emprestes” (Mt 5:42). É claro que, se os discípulos soubessem que era Jesus, teriam agido diferente. Jesus já tinha dito: “Se fizerdes bem aos que vos fazem bem, que mérito há nisso? Também os pecadores fazem o mesmo” (Lc 6:33). Neste caso, Jesus não Se deixou reconhecer: aproximou-Se como estranho, para mostrar que os discípulos não eram generosos com os necessitados e desconhecidos. A diferença entre as duas pescas maravilhosas. Na primeira pesca, três anos antes, os barcos quase foram a pique e as redes se romperam, o que causou medo e prejuízo (Lc 5:6-7). Já nesta segunda, “apesar de serem tantos, não se rompeu a rede”. É que agora Jesus ressuscitou e podemos contar com 100% de resultado.

O propósito da segunda pesca maravilhosa:

1. Provar que Ele fez uma vez e pode fazer de novo.

2. Que temos de aprender a fazer a coisa do modo “direito”.

3. Que o SENHOR pode até pedir e mandar trazer, mas Ele não precisa.

4. Que não somos nós que damos para Jesus: é Ele quem primeiro dá a cada um de nós. Quando os discípulos voltaram com os peixes, o Senhor já estava com o pão e o assado prontos.

5. Que só participa daquilo que Ele tem preparado quem está disposto a obedecer a Sua Voz e faz o que Ele manda.

6. Lembrar aos discípulos que eles eram pescadores sim, mas de almas (Lc 5:10). A estranha relação da Cidade de Tiberíades com os antigos adversários de Jesus. A cidade de Tiberíades, depois da destruição de Jerusalém em 70 d.C, se tornou a capital virtual de Israel. O Sinédrio para lá transferiu a sua sede. Uma importante escola rabínica foi fundada em Tiberíades, e por volta do século 2 d.C., ali se escreveu a Mishnah, o conjunto das tradições orais judaicas, bem como os suplementos, com o corpo das tradições. Como “os seus” rejeitaram as Suas “palavras de Espírito e Vida” (Jo 6:63), é muito a propósito que uma doutrina apoiada em tradições de homens, tão censuradas por Jesus, crie raízes, floresça e dê frutos na “cidade dos mortos”. Com o passar dos séculos e a queda do Império Romano, Tiberíades passou a ser chamada apenas de Quiriate, “Cidade”, e este é o seu nome atual.

Por Juanribe Pagliarin

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