Pr. Neilton Rocha

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Pr. Márcio Silva

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Pr. Raphael Batista

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Pr. Ademir Pereira

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Pr. Danilo Queiroz

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Pr. Carlos Pinheiro

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Pr. Regino Barros

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Pr. Marcelo Torres

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Pr. Danyel Pagliarin

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Pr. Fábio Henrique

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Pr. Dionatan Freitas

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Pr. Weslley Santos

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Como usar a alimentação saudável para combater o estresse

Como usar a alimentação saudável para combater o estresse.

 

Quando submetido ao estresse, nosso corpo entra em modo defensivo, liberando uma mistura complexa de hormônios e substâncias químicas como adrenalina, cortisol e norepinefrina para preparar o corpo para a ação física.

O estresse, explica o nutrólogo Allan Ferreira, do Hospital Anchieta de Brasília, é uma resposta física do nosso organismo a um estímulo. Esse estímulo resulta em uma sensação de esgotamento, que, do ponto de vista mental, se manifesta como uma sensação de cansaço e fadiga.

Para a recuperação são necessários descanso, repor energias e renovar o que foi exigido ao limite. A alimentação é fundamental neste processo. Existem alimentos, como chás calmantes (erva-cidreira, camomila, melissa), frutas como a banana, o kiwi e o maracujá (ricos em flavonoides com efeitos calmantes), além do leite e iogurte (ricos em triptofano) e da alface (lactulina).

 

O segundo passo é repor as energias. "De início, podemos achar que alimentos ricos em carboidratos simples e estimulantes, como doces, cafés, refrigerantes, salgadinhos poderiam ajudar a melhorar a sensação de fadiga. Se por um lado, o efeito inicial da ingestão destes alimentos possa ser positiva, no caso destes açúcares simples, eles têm efeito apenas momentâneo e limitado", explica o nutrólogo.

"Neste caso o ideal é se alimentar com carboidratos complexos (integrais, aveia, quinoa), que, além de ricos em fibras, permitem que a energia dos alimentos seja liberada de maneira mais lenta, o que tem efeito positivo por manter a nossa energia por mais tempo", ensina.

Alimentos ricos em gorduras boas (abacate, amendoim, amêndoas, nozes, peixes de água fria - como salmão), também ajudam no equilíbrio energético. Além disso, a presença de ômega-3 e ômega-6 nestes alimentos servem como matéria-prima para recuperação e redução da fadiga.

 

É importante remover e neutralizar substâncias deletérias produzidas durante o período de estresse. Alimentos ricos em anti-oxidantes (vitamina C, vitamina E, selênio, polifenóis) contribuem para isso.

Uma alimentação rica em frutas cítricas e verduras, azeite de oliva e ovos ajuda bastante neste processo.

Além de ingerir alimentos que relaxam e contribuem com o aumento da energia, o corpo também precisa de nutrientes que ajudem o organismo a se recuperar. Para este papel, além das gorduras estruturais (ômega-3 e ômega-6), são indicadas diversas vitaminas e sais minerais.

Alimentos ricos em magnésio (verduras verdes escuras), vitaminas do complexo B, em especial a tiamina (presentes na gema de ovos e alimentos integrais além da carne) além da vitamina D (banho de sol) e fósforo (frutas secas, leite e derivados, peixes, sementes e castanhas).

É fundamental sempre beber bastante água também.

"Lembre-se: quando estamos estressados, o nosso organismo está cansado. Evite desafiá-lo ainda mais com refeições pesadas, bebidas alcoólicas e bebidas estimulantes", recomenda o médico.

 

Fonte: R7


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